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Top 10: Os Melhores Livros do 1º Semestre de 2015


Olá, pessoas! Lucas aqui. Hoje vou fazer um crossover com a coluna da Marcella (outra vez) e serei o responsável pelo Top 10. Não se preocupem, ela volta, eu prometo. Eu acho.

Vou voltar às raízes do blog e hoje o Top 10 será, como o próprio título diz, de livros, mais especificamente, dos melhores livros do 1º Semestre desse ano. Aviso logo: são os melhores livros que eu li esse ano, e não necessariamente livros lidos por outros membros do blog ou lançados em 2015. Espero não fazer polêmicas.

Vamos lá!

10º Lugar) "Selva de Gafanhotos" - Andrew Smith



Sinopse: Na pequena cidade de Ealing, Iowa, Austin e seu melhor amigo, Robby, libertam acidentalmente um exército incontrolável. São louva-a-deus de um metro e oitenta de altura, completamente tarados e famintos. Essa é a verdade. Essa é a história. É o fim do mundo e ninguém sabe o que fazer.

Com todos os elementos obrigatórios de um romance apocalíptico, "Selva de gafanhotos" mistura
 insetos gigantes, um cientista louco, um fabuloso bunker subterrâneo, um mal resolvido triângulo amoroso-sexual e muita, muita confusão, e está longe de tratar apenas do fim do mundo.

Engraçado, intenso e complexo, o livro fala de um jeito inovador de adolescência, relacionamentos, amizade e, claro, de temas um tanto mais inusitados, como testículos dissolvidos e milho modificado geneticamente. Um romance surpreendente sobre a odisseia hormonal, amorosa e intelectual que é essa fase da vida.

Estranho. Surtado. Hilário. Nojento. Perturbador. Reflexivo. Bizarro. Genial. Não sei como definir esse livro. Acho que essas palavras são o suficiente.

9º Lugar) "Eu, Você e a Garota que Vai Morrer" - Jesse Andrews



Sinopse: Greg tem apenas um amigo, Earl, com quem passa o tempo livre jogando videogame e (re)criando versões bastante pessoais de clássicos do cinema, até a sua mãe decidir que ele deve se aproximar de Raquel, colega de turma que sofre de leucemia. Contrariando todas as expectativas, os três se tornam amigos e vivem experiências ao mesmo tempo tocantes e hilárias, narradas com incrível talento e sensibilidade. Com um enorme potencial no segmento young adult, o romance é perfeito para fãs de livros e filmes como “A culpa é das estrelas” e “As vantagens de ser invisível”.

Uma realidade sobre o câncer ainda mais brutal que a escrita por John Green em "A Culpa é das Estrelas". Uma pequena carta de amor ao cinema, e também um soco no estômago dos leitores acostumados com histórias ditas "emocionantes". Esta não é uma história de amor. Também esqueça os clichês. Visceral e engraçado, é uma das melhores leituras de 2015. A adaptação cinematográfica teve o roteiro escrito pelo próprio autor do livro, e foi a vencedora tanto do público quanto da crítica do Festival de Sundance, um dos mais respeitados do cinema independente.

8º Lugar) "Doctor Who: Mortalha da Lamentação" - Tommy Donbavand




Sinopse: É o dia seguinte ao assassinato de John F. Kennedy — e o rosto de pessoas mortas começa a aparecer por toda parte. O guarda Reg Cranfield vê o pai na névoa densa ao longo da estrada Totter Lane. A repórter Mae Callon vê a avó em uma mancha de café na mesa de trabalho. O agente especial do FBI Warren Skeet se depara com seu parceiro falecido há muitos anos olhando para ele através das gotas de chuva no vidro da janela. Então os rostos começam a falar e gritar. São as Mortalhas, que se alimentam da tristeza alheia, atacando a Terra. Será que o Doutor conseguirá superar o próprio luto para salvar a Humanidade?

Uma leitura obrigatória para qualquer um que se diga fã da série Doctor Who. O humor característico dos personagens, uma trama cheia de mistérios e com vilões sádicos e assustadores, esse livro é uma obra singular, cheia de beleza, tensão e momentos hilários que alternam entre o nonsense e o terror. Diferente de outra obra de DW publicada no Brasil, "Shada", este livro é indicado aos fãs da série, em especial aqueles que assistiram a algum episódio da série clássica ou pelo menos até a sétima temporada da nova série. Em suma, um livro incrível.

7º Lugar) "A Playlist de Hayden" - Michelle Falkoff



Sinopse: Isto é o que Sam sabe: Houve uma festa. Houve uma briga. Na manhã seguinte, o melhor amigo de Sam, Hayden, estava morto. Tudo o que ele deixou para Sam foi uma playlist – e um bilhete: “Para Sam. Ouça. Você vai entender.” O que Sam não sabe é: porquê?

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente. Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.

O suicídio é um tema difícil de lidar. Como explicar quando alguém desiste de viver e simplesmente tira a própria vida? Como se pode julgar uma atitude do gênero? Como reagir ao encontrar seu melhor amigo -ou neste caso, seu único amigo - morto? É isso que esta obra estreante de Michelle Falkoff propõe ao leitor ou à leitora. Com inúmeras referências à cultura pop e uma lista de músicas de extremo bom gosto, "A Playlist de Hayden" é uma obra contundente, emocionante, e embora o mistério não seja tão bem desenvolvido, ela não falha ao tratar de um tema delicado com graça e não hesita ao mostrar os dois lados de uma mesma moeda. Com toques de romance, melancolia, uma trilha sonora incrível e altas "nerdices", é um dos grandes destaques do ano para mim.


6º Lugar) "Battle Royale"- Koushun Takami



Sinopse: Battle Royale” é um thriller de alta octanagem sobre violência juvenil em um mundo distópico, além de ser um dos maiores best-sellers japoneses e mais polêmico entre os romances. Como parte de um programa implacável pelo governo totalitário, os alunos do nono ano são levados para uma pequena ilha isolada e recebem um mapa, comida e várias armas. Forçados a usarem coleiras especiais, que explodem quando eles quebram uma regra, eles devem lutar entre si por três dias até que apenas um "vencedor" sobreviva. O jogo de eliminação se torna a principal atração televisiva de reality shows. Esse clássico japonês é uma alegoria potente do que significa ser jovem e sobreviver no mundo de hoje. Foi de inspiração para inúmeras mídias, incluindo a famosa franquia cinematográfica e literária “Jogos Vorazes”.

Uma crítica poderosa ao governo. Um retrato cruel e violento da espécie humana. Uma visão sangrenta, crua e aterradora do futuro de um país. Um mergulho sombrio na alma da Humanidade. Um dos maiores clássicos do horror e da ação japonesa, "Battle Royale" utiliza as crianças de uma turma do Ensino Fundamental para mostrar até onde o ser humano pode ir para sobreviver. Se você tivesse entre escolher entre matar seu melhor amigo com uma facada ou deixar que ele o mate com uma arma, o que escolheria? Poderia o amor ser mais forte do que o instinto de sobrevivência? Não existe beleza ou esperança alguma neste delicioso jogo cruel. E apenas um irá sobreviver.

5º Lugar) "The Darkest Minds: Mentes Sombrias" - Alexandra Bracken



Sinopse: Quando completa 10 anos, a garota Ruby vê sua vida mudar completamente. Além do medo de ser vítima de um vírus fatal que ataca apenas as crianças, ela é rejeitada por seus pais, que a entregam para a polícia especial. Seu destino é Thurmond, um campo de reabilitação criado pelo governo norte-americano para cuidar dessa geração que possui algo diferente e ameaçador: são crianças com habilidades especiais. Algumas podem controlar pessoas e objetos só com o poder da mente. Consideradas perigosas, vivem à margem da sociedade. Mas, aos 16 anos, Ruby consegue escapar de Thurmond e muda o seu destino, ao lado de novos amigos, fugitivos como ela: Liam, Zu e Bolota. Juntos, os quatro vivem as mesmas dúvidas, medos e inseguranças. Enquanto enfrentam uma realidade assustadora, fugindo de caçadores de recompensa, da polícia e da Liga das Crianças, uma organização que quer se aproveitar dessas habilidades infantis, eles tentam encontrar o Fugitivo, um líder misterioso que oferece abrigo e ajuda às crianças. E percebem que, apesar de tudo, ainda conseguem sonhar.

Tensão do início ao fim. Uma das melhores estreias literárias que eu já vi na minha vida. Para ser mais honesto ainda, um dos meus livros favoritos da minha vida. Este livro conseguiu carimbar um lugar de direito em minha alma. A trilogia distópica com elementos sci-fi criada pela novata Alexandra Bracken é envolvente, surpreendente, emocionante, amarga, violenta e épica. O fato de segundo livro estar sem previsão de ser publicado no Brasil faz com que eu corra atrás das continuações em inglês, porque esta é uma série que vale a pena ser lida.

4º Lugar) "Guerra Civil" [adaptado dos quadrinhos de Mark Millar e Steve McNiven] - Stuart Moore



Sinopse: A épica história que provoca a separação do Universo Marvel! Homem de Ferro e Capitão América: dois membros essenciais para os Vingadores, a maior equipe de super-heróis do mundo. Quando uma trágica batalha deixa um buraco na cidade de Stamford, matando centenas de pessoas, o governo americano exige que todos os super-heróis revelem sua identidade e registrem seus poderes. Para Tony Stark - o Homem de Ferro - é um passo lamentável, porém necessário, o que o leva a apoiar a lei. Para Steve Rogers - o Capitão América -, é uma intolerável agressão à liberdade cívica. Assim, começa a Guerra Civil.
 
Leitura mais do que obrigatória se você é fã de super-heróis em geral ou da própria Marvel. Além de expandir o arco original, as mudanças e adaptações feitas por Stuart Moore criam uma história fluida, cheia de ação e constantes reviravoltas, além de adicionar mortes e questões morais em um conflito que pode rachar os Estados Unidos da América ao meio. Mesmo com alguns erros na revisão do livro e com algumas estranhas traduções (sem falar na troca de nomes de personagens que pode confundir o mais desatento). A narrativa é em terceira pessoa, mas foca nos pontos de vistas do Homem de Ferro, do Capitão América, do Homem-Aranha e da Mulher Invisível (que garante uma das melhores cenas do livro). Mesmo com minhas ressalvas em relação ao final, meu lado nerd foi mais forte. "Guerra Civil" é uma leitura divertida, poderosa, cheia de ação, suspense e tensão, e ótima se você quer saber o que pode acontecer no filme "Capitão América: Guerra Civil" em 2016.

3º Lugar) "Invaded" - Melissa Landers



Sinopse: A romântica continuação de “Alienated” leva os relacionamentos à distância a um novo patamar quando Cara e Aelyx sofrem um pelo outro estando cada um em lados opostos do Universo… isso, até uma ameaça a ambos os seus mundos reuni-los novamente.

Cara sempre soube que viver no planeta L'eihr seria uma adaptação em sua vida. Com Aelyx, seu namorado L'eihriano de volta à Terra trabalhando para consertar a aliança quebrada entre os dois planetas, Cara é deixada para cuidar de si mesma em uma nova escola, cercada por clones alienígenas hostis. Até o estranho bicho de estimação de seu dormitório a odeia. As coisas se complicam ainda mais quando Cara é escolhida para ser a representante de um painel para a preparação de uma colônia humana em L'eihr. Uma sociedade feita com a mistura entre as duas culturas, humana e L'eihr, é um lugar onde onde Cara e Aelyx poderiam um dia criar uma vida juntos.

Porém, com os líderes L'eihrianos se recusando a conceder até mesmo as liberdades mais básicas, Cara começa a se perguntar se ela realmente poderia ser feliz neste planeta, mesmo com Aelyx ao seu lado.

Enquanto isso, na Terra, Aelyx encontra-se em uma campanha de relações públicas em larga escala para melhorar as relações entre os humanos e os L'eihrianos. A Humanidade não sabe que sua sobrevivência depende desta aliança: apenas o povo de Aelyx possui a tecnologia para corrigir a contaminação mortal no abastecimento global de água que os governos humanos estão escondendo.

No entanto, apesar de sua vantagem, os líderes do seu mundo de repente parece desesperados demais para obter os seres humanos ao seu lado, e dificilmente notam as múltiplas tentativas de assassinato dos extremistas contra a vida de Aelyx. O Caminho claramente precisa da ajuda da Humanidade… mas para o que? E o que eles pedirão em troca?

Não sei o quando posso mensurar meu amor eterno por Melissa Landers. Além de ter feito um dos melhores YA dos últimos anos em 2014, nesta brilhante sequência ela expande os limites do Universo e do amor em uma trama ainda mais misteriosa e cheia de suspense. Ainda que não possua muita ação, as reviravoltas e os segredos encobertos e desvendados, sem falar do romance na medida certa, garante à "Invaded" a medalha de bronze na lista de melhores livros do primeiro semestre de 2015.


2º Lugar) "Toda Luz que Não Podemos Ver" - Anthony Doerr



Sinopse: Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial.

Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em "Toda Luz que Não Podemos Ver", um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.

Um livro tocante, abordando através de um olhar diferente os horrores da Segunda Guerra Mundial, "Toda Luz que Não Podemos Ver" é uma verdadeira lição sobre encontrar beleza e esperança em um mundo repleto de dor e morte. Vencedor do Pulitzer e com um final que pode ser um pouco polêmico para quem não está acostumado com o gênero, é não apenas um dos melhores livros do semestre e sim do ano - e talvez, um dos melhores já feitos sobre a Segunda Guerra.

1º Lugar) "Jonathan Strange & Mr. Norrell"- Susanna Clark



Sinopse: Em um universo paralelo, em 1806, a maioria da população britânica acreditava que a magia estava perdida há muito tempo - até que o sábio Mr. Norrell revela seus poderes, tornando-se célebre e influente. Ele abandona a reclusão e parte para Londres, onde colabora com o governo no combate a Napoleão Bonaparte e coloca em prática seu plano secreto de controlar todo o conhecimento mágico do país. Tudo corre bem até que Jonathan Strange, um jovem nobre e impetuoso, descobre que também possui talentos mágicos. Ele é recebido por Norrell como seu discípulo, mas logo os dois começam a se desentender… e essa rixa pode colocar em risco toda a Inglaterra.

Misturando ficção e fatos históricos, "Jonathan Strange & Mr. Norrell" levou dez anos para ser escrito e foi baseado em uma extensa pesquisa da autora sobre a história da magia inglesa. O livro combina a mitologia fantástica de J.R.R. Tolkien com a comédia de costumes de Jane Austen, de quem Clarke é admiradora confessa, e ainda acena ao romantismo, à observação social de Charles Dickens e à literatura gótica de Anne Radcliffe.

Uma obra complexa, cheia de minúcias e incríveis notas de rodapé, que faz o leitor mais desatento questionar se não alguma veracidade nos fatos e peripécias que lê. Cheio de magia (afinal, o tema da história é sobre a rixa entre dois magos, e as consequências aterrorizantes disso para a Inglaterra - e o mundo), "Jonathan Strange & Mr. Norrell" recria com maestria a história da Europa vitoriana, adicionando toques deliciosos de magia. Parte ficção fantástica, parte romance histórico, sem dúvida é uma das minhas leituras favoritas do ano - e quem sabe, de todos os tempos.

Uma minissérie de 7 episódios, produzida pela BBC, foi lançada esse ano e transpôs toda a magia do livro para a televisão. Recomendo a quem quiser se divertir com umas das melhores coisas lançadas para a TV na última década. O destaque vão para as atuações fenomenais de Bertie Carvel como Strange e Eddie Marsan como Norrell, além da fotografia espetacular, um direção de arte primorosa e efeitos especiais dignos de produções cinematográficas, melhores até mesmo que muitas séries badaladas atualmente.

***

Então pessoas, esse foi o meu Top 10. Desculpem se ele ficou enorme (acho que ficou maior do que os que a Marcella postava '-') mas se você teve paciência de ler tudo, eu fico muuuuuuuito agradecido. Por favor, comentem! Deu bastante trabalho para fazer (acreditem), especialmente para filtrar os muitos livros que eu li. Se gostaram desse Top 10, sugiram outro para a Marcella (ou até mesmo eu) fazer! Desde já, valeu, que a Força esteja com vocês.

Top 10 Músicas de Filmes

Oi, gente! Para dar continuidade à Semana Temática, o Top 10 também é musical! Pensei em diversos temas para esse Top 10, e resolvi ficar com o "Top 10 Músicas de Filmes". O único problema é que as opções são infinitas e que eu tive que cortar várias músicas de filmes que eu gosto para concluir esse Top 10.


Não coloquei HSM no Top 10 (spoiler) mas pelo menos em gif eu tinha que colocar para diminuir meus sentimento de culpa por isso.

Cortei, inclusive, filmes que eu aaaaaamo (alô HSM) e ainda estou inconformada comigo mesma por ter feito isso. Sem mais delongas, eis o Top 10:


10° Lugar: The Hanging Tree - Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1




Não poderia deixar essa música completamente viciante de fora do Top 10. Além de que foi incrível ver a adaptação de uma música presente no livro "A Esperança" se tornar essa música incrível (já falei que é viciante?).

9° Lugar: Lost Stars - Mesmo Se Nada Der Certo








Confesso que não gostei tanto desse filme, mas a trilha sonora é incrível. E não podendo escolher entre uma das versões de Lost Stars, coloquei as duas.

8° Lugar: Can't Take My Eyes Off You - 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você



Essa cena ocupa um lugar todo especial no meu coração!


7° Lugar: Way Back Into Love - Letra e Música



<3

6° Lugar: Glory - Selma



Não, ainda não assisti a Selma, mas assisti a essa performance maravilhosa durante o Oscar e não poderia deixar de fora.

5° Lugar: The Sound Of Music - A Noviça Rebelde



Por falar em Oscar, como deixar de fora essa apresentação magnífica da Lady Gaga? Não sou fã dela, mas essa apresentação realmente "mitou" e essa música é um amorzinho <3


4° Lugar: Bella's Final - Pitch Perfect




Pitch Perfect não poderia ficar de fora do Top 10 de jeito nenhum! Vocês não entendem o quanto nós (todos os membros do blog) estávamos viciados nesse filme em 2013. Ok, 2014 também. Ooook, 2015 também. Porém, infelizmente o tempo para assisti-lo novamente está um pouco escasso. Então ouvir pelo menos as músicas já é uma boa forma de alimentar o vício.


3° Lugar: Beauty and The Beast - A Bela e a Fera



Sim, temos uma animação no Top 10! Não, não é nenhuma música de Frozen, e sim esse clássico da Disney <3


2° Lugar: Somewhere Over The Rainbow - O Mágico de Oz



Sou apaixonada por essa música. Existem muitas versões dela cantada por muitos cantores famosos, como a Beyoncé. Porém, decidi colocar aqui a minha versão favorita de todas, e que é, em minha opinião, uma das melhores (se não a melhor) versões já feitas. A Luiza deu uma doçura à música que nem a Judy Garland conseguiu dar na versão original do filme. Apenas ouçam e apreciem.


1° Lugar: Only Hope - Um Amor Pra Recordar




Antes de mais nada, preciso confessar algo. Na minha lista original, essa música estava em segundo lugar. Porém, fui procurar o vídeo para colocar aqui e lembrei o quanto eu amo essa música. Enquanto estou escrevendo esse texto, estou ouvindo-a pela 5ª vez seguida e só de lembrar do filme já fico emocionada. Esse filme <3 Essa música <3 Esses atores <3 A voz da Mandy Moore (como faço pra roubar pra mim?) <3 E a carinha do Landon enquanto ela canta??? Ok, vou parando por aqui. Caso ainda não tenha dado para perceber, amo essa música e esse filme e não poderia, de forma alguma, colocar outra música para ocupar o primeiro lugar.


Menção Honrosa: A Thousand Years - Saga Crepúsculo: Amanhecer



Gente do céu! Estou editando o Top 10 às 23:44 de Quarta-Feira, 25/03, simplesmente porque NÃO ACREDITO QUE ESQUECI DE INCLUIR ESSA MÚSICA NO TOP 10 ORIGINAL!!! Portanto, antes tarde do que nunca, e Christina Perri, a menção honrosa é toda sua, querida!

Semana Temática #02: Musicais!

Olá, pessoas! Nesse mês eu, Lucas, vou apresentar a Semana Temática para vocês. Vai ser sobre algo que eu admito possuir uma paixão meio descontrolada. Sem mais delongas, o tema dela é...

MUSICAIS!

(ou simplesmente... MÚSICA!)


Blaine aprova! (apesar de eu não aprová-lo...)
 A Marcella sugeriu o tema, já que hoje vai ao ar na TV dos EUA o series finale da série "Glee", uma precursora das séries musicais e que, com muitos fãs (e muitos haters), foi um marco da televisão mundial.

Minha conta cheia de milhões realmente se importa com sua opinião.

Ou seja: vamos sim falar de séries, animes, jogos e, acreditem se quiser, livros que abordem o tema "Música". Obviamente, também vai rolar um Top 10 especial e uma homenagem à "Glee" no final disso tudo. Desde já, esperando seus comentários!



Top 10: Séries Para Se Viciar

Oi, pessoal. Hoje o Top 10 é especialíssimo. Alguns Top 10 atrás, no Top 10 das músicas do álbum FOUR (confira aqui), mais especificamente, um leitor anônimo pediu o tema "Séries para se viciar". Demorou um pouco, mas finalmente saiu. E, como o tema é sobre séries, eu não poderia deixar a pessoa mais viciada em séries que eu conheço de fora deste Top 10. Nosso colunista de séries: Lucas PP Mendes!

E, apesar de ser um Top 10 conjunto, vamos fazer 2 Top 5, tal como feito no Top 10 Casais de Once Upon a Time (esse aqui), para evitar problemas na hora de ordenar as séries. Sem mais enrolação...

Top 5 Séries para se viciar - Marcella 

5º Lugar: New Girl



Se você gosta de séries de comédia, essa é uma ótima opção, apesar de possuir um humor meio bipolar, sendo pesado em alguns momentos e extremamente bobinho em outros. Mas, no geral, a série é muito legal. E segue o mesmo estilo de outras séries de humor consagradas, como How I Met Your Mother e Friends - porém, não ouso comparar com Friends, porque Friends é FRIENDS, por favor né. Apenas o estilo.

Motivos para se viciar: 

1- Nick e Jess <3
2- Zooey Deschanel, a fofura em forma de gente (sem recalque, Lidia).


4º Lugar: Reign



Fiquei muito em dúvida na hora de escolher entre colocar essa série em 3º ou em 4º lugar. Mas coloquei em 4º porque os escritores perderam um pouco do fio da meada. Mas, mesmo assim, me apeguei tanto que não consigo largar. E uma boa notícia: a série foi renovada pra terceira temporada!!! Só eu sei o quanto eu sofri achando que ia ser cancelada. E resta esperar que eles achem o foco novamente na próxima temporada e nos episódios que ainda restam nessa.

Motivos para se viciar:

1- Frary <3
2- Torrance Coombs lindo e maravilhoso
3- As selfies lindas e maravilhosas que o Torrance volta e meia posta em seu Instagram
4- Melhor Trilha Sonora entre todas as séries às quais eu já assisti, sem brincadeira!
5- Baseada (apenas baseada) em fatos reais


3º Lugar: Arrow





Amor profundo por essa série. Apesar de na primeira temporada ter demorado a engrenar (só começou a ficar mais empolgante no episódio 17, eu acho), quando engrenou foi >A< engrenada! A ponto de eu, que tinha demorado horrores para assistir aos 16 primeiros episódios, não conseguir mais parar até ver a season finale. E por falar em season finale, eu só recomendo que você assista a essa série se você não possuir nenhum problema cardio-respiratório, porque as season finale são daquelas de não te deixam respirar mesmo alguns minutos após o término do episódio, de tanta coisa que tem para ser absorvida, e que podem causar ataques cardíacos por causa de... Bem, também pela quantidade de coisas a serem absorvidas.

Motivos para se viciar:

1- 

#FelicityNosRepresenta

2- 


3- Casais lindos e com muita química
4- Mistura romance e ação de forma equilibrada



2º Lugar: Friends



Obviamente que eu não poderia deixar essa série de fora, né. Quem já acompanha o Top 10 a um certo tempo já pôde perceber que eu sou um pouco viciada em Friends. E não coloquei em primeiro simplesmente porque a série já foi finalizada, e um dos grandes prazeres da vida (SQN) é esperar pacientemente (Só que não MESMO) hiatus após hiatus para ver a continuação daquele episódio que terminou com um cliffhanger de dar nos nervos. E esse é um dos motivos pelos quais a série que eu escolhi para o primeiro lugar ser...


1° Lugar: Once Upon A Time



Também sou apaixonada e MUITO viciada por essa série (pois é, a situação é tão grave que não vou nem riscar o "muito"). E se você procura séries com hiatus gigantescos após episódios que terminam de forma desesperadora, assista OUAT (provavelmente ninguém procura, mas assista do mesmo jeito). A história pode até parecer bobinha, mas dê uma chance, porque eu juro que vale a pena. E, sério, sem exagero algum, tanto as midseason finale (hiatus de meio de temporada) quanto as season finale propriamente ditas terminam de forma chocante. Além disso, é uma série boa para espairecer após uma semana estressante, pois apesar de também ter suas cenas de ação, morte (mortes TOTALMENTE inesperadas, aliás) e suspense, pelo fato de apresentar uma visão moderna sobre os contos de fadas, nos traz uma sensação de familiaridade, por razão de os personagens serem velhos conhecidos da nossa infância. Porém, algo interessante também é que esses mesmos personagens não são abordados exatamente como nos contos de fadas originalmente conhecidos. Quem imaginaria que a Branca de Neve também teria um lado mais dark? Ou que a Rainha Má da Branca de Neve teria um lado bom? Mais inimaginável ainda: que a filha da Branca de Neve (pois é, ela tem uma filha) e o Capitão Gancho se apaixonariam (e formariam um dos casais mais lindos da atualidade das séries de TV)? Bem, no universo de Once Upon A Time tudo isso é possível.

~ Alerta: o fandom de OUAT solta spoilers com a mesma frequência com que respira. Portanto, se você não curtir spoilers, se mantenha o mais longe possível de QUALQUER hashtag que possa ter QUALQUER relação com a série, especialmente aos domingos à noite e segundas. ~

Motivos para se viciar:

1- Colin O'Donoghue.
2- Não acho que após o motivo 1 qualquer outro motivo seja necessário.
3- Calma, era brincadeira!
4- Captain Swan <3 (de certa forma, continua incluindo o Colin. Eu bem que avisei que tudo se resumia ao Colin).
5- A Evil Queen mais diva, maravilhosa e amada de todas as Evil Queens já feitas em qualquer adaptação de Branca de Neve. E, óbvio, a atriz que dá vida a ela: nossa Mama Regal, Lana Parrilla.
6- O elenco é puro amor
tanto entre eles quanto com os fãs.
7- Os efeitos especiais são ma-ra-vi-lho-sos!!! Não, esse item é mentira. Se você resolver assistir, não é pelos efeitos especiais. SÉRIO.
8- Dizem que é uma série de família. Essa frase não poderia estar mais certa. Talvez não no sentido que vocês estão pensando, e sim pelo fato de nessa série todo mundo ser parente de todo mundo.
9- O simples fato de eu praticamente ter feito um Top 10 dentro do Top 10 não foi suficiente para lhe convencer???


Menção honrosa: Finding Carter


O tema do Top 10 é "séries para se viciar". Portanto, de forma alguma eu poderia deixar essa série de fora, mesmo que não inclusa no meu Top 5. Pelo simples motivo de eu e a minha irmã termos terminado toda a primeira temporada em 2 tardes. E a boa notícia é que a série é de 2014 e a primeira temporada tem apenas 15 episódios. É bem rapidinho de assistir. E a segunda temporada começa dia 31 de março, então dá pra assistir tudo em 2 tardes também (ou em uma madrugada, se você for um maratonista de séries dedicado à causa) e acompanhar a nova temporada.

Sobre as séries que eu escolhi:



SELO Colin O'Donoghue de Qualidade



Top 5 Séries para se viciar - Lucas

E aí, pessoas? Atendendo ao irrecusável convite de minha cara amiga Marcella, aqui está meu top 5 de séries de TV para se viciar:

5º Lugar: Teen Wolf




Talvez a mais adolescente da lista (não só pelo “teen” no nome), essa série é aquela do tipo que ao ver um mero pôster já causa suspeita. Depois de uma saturação do tema sobrenatural tanto no cinema quanto na televisão, uma série sobre lobisomens adolescentes pode parecer bem ridícula. Mas ao assistir, se percebe um roteiro surpreendentemente coeso e emocionante, uma trama intrincada e complexa, um elenco cheio de energia e uma quantidade não muito grande de episódios pode viciar o mais esperto dos telespectadores. Por mais preconceito que se tenha, não há dúvidas: vale a pena assistir. 

(Todos os episódios estão disponíveis na Netflix, dublados e legendados.)

“Be a werewolf. Not a teen Wolf.”

4º Lugar: How I Met Your Mother



Tida por muitos a cópia de “Friends” (que ironicamente é tida por muitos uma cópia de “Seinfield”), disputas de fandoms à parte, a série sobre as aventuras e desventuras amorosas de Ted Mosby e seus amigos em Nova York conquistou público, crítica, e o meu coração. Nunca uma série conseguiu ser tão surtada e ao mesmo tempo tão próxima da realidade, pelo menos para mim, até agora. Personagens inesquecíveis como Marshall, Lily, Barney e Robin não serão esquecidos. Em meio a risadas e lágrimas, a jornada do homem que narra aos seus filhos como conheceu a mãe deles é hilária, incrível e sua conclusão, que gerou certa polêmica, é dolorosamente incrível. Mas é a vida.

 (Todos os episódios, até a oitava temporada, estão disponíveis na Netflix, dublados e legendados.)

“Kids, I’m going to tell you an amazing story. The story of how I met your mother.”

3 º Lugar: The Flash




Sou um nerd, desculpa. Por ser um, é inevitável que eu goste de super-heróis. Eles andam muito em alta ultimamente, vide os arrasadores filmes da Marvel nos cinemas do mundo. Mas, a DC ainda resiste e, no mundo das séries de TV, não tem (ainda) quem consiga superá-la. O canal The CW, conhecido por “The Vampire Diaries”, “Gossip Girl” e “Smallville”, já havia criado um novo fenômeno em 2012 com a série “Arrow” (não é mesmo, Marcella?) e ano passado, estreou a série que hoje continua a quebrar recordes de audiência e logo passou de uma estreante para carro-chefe do canal: “The Flash”. Com um tom mais leve, porém não menos dramático que a série do Arqueiro Verde, o conto de Barry Allen e sua jornada para ser um dos heróis mais importantes já criados é épico, intenso, engraçado, e digno de um super-herói do porte do Flash. A série ainda está em sua primeira temporada, que promete terminar ainda mais tensa e grandiosa do que como começou.

“My name is Barry Allen. And I’m the fastest man alive.”

2º Lugar: Sherlock




É difícil lidar de formas diferentes com personagens conhecidos do grande público. Porém creio que nenhuma série tenha feito o que “Sherlock” fez. Com uma produção impecável da BBC, e atuações que só podem ser descritas como épicas pelas partes de Benedict Khan-Smaug-Alan-Turing-Doutor-Estranho Cumberbatch e Martin Bilbo Bolseiro Arthur Dent Freeman, os roteiros de Steven Moffat (uma encarnação da psicopatia muito, mas MUITO pior que George R. R. Martin), Mark Gatiss e Steven Thompson são ágeis, inteligentes, tensos e cheios de suspense. Os romances e contos de Sir Arthur Conan Doyle ganham uma roupagem moderna e de acordo com o século 21, porém sem perder a essência da época em que foram criados. Cada temporada (são no momento 3, com a 4a prevista para o início de 2016, e um especial de Natal para esse ano) possui somente três episódios de uma hora e meia, que conseguem o feito de não serem chatos em nenhum momento. Se existe algum adjetivo que pode chegar a descrever “Sherlock”, pode ser algo perto da perfeição. 

(Todos os episódios estão disponíveis na Netflix, dublados e legendados.)

“The game is on!”

Mesmo assim, existe uma série que, para mim, supera todas as anteriores. E essa é...

1º Lugar: Doctor Who




Tentei resistir ao impulso de não colocar esta série, mas não pude. É um eufemismo dizer que DW é minha série favorita. Posso afirmar que DW é a série em cujo mundo eu escolheria viver, sem problema algum. A mais longeva ficção-científica da televisão merece cada prêmio e admiração que recebe. Estreou em 1963, e foi cancelada em 1989, tentou um retorno em 1996 através de um telefilme (que falhou), até ser reformulada e lançada em 2005. Desde então, foram oito temporadas de sucesso que hoje pegam cada vez mais fãs pelo mundo todo. A trama é simples: O Doutor é um alienígena, vindo do planeta Gallifrey, lar da raça dos Senhores do Tempo, seres altamente inteligentes que possuem os segredos de viajar pelo tempo e pelo espaço, e também tem uma rara habilidade: perto de morrerem, todas as células de seus corpos explodem e depois, se regeneram, criando um novo ser, porém com todas as memórias de seu antigo “eu”. Assim, a série não se prende ao ator que interpreta o personagem principal, deixando tudo ainda mais interessante. Cansado de uma vida dedicada a meras observações e inércia perante aos perigos e maravilhas do Universo, o Doutor rouba uma TARDIS (Time and Relative Dimensions In Space), a máquina que permite aos Senhores do Tempo viajar pelas épocas e pelas galáxias, e se torna um renegado, partindo para dedicar sua vida a conhecer tudo o Universo –e consertar alguns problemas pelo caminho.
Mesmo assim, o que poderia ser uma trama clichê se torna cada vez mais incrível quando o Doutor vem para a Terra, e se apaixona por essa raça cheia de defeitos chamada Humanidade. A partir daí, cada episódio leva quem vê aos lugares mais imprevisíveis: seja em cinco bilhões de anos no futuro, para testemunhar a explosão do Sol; uma luta pela sobrevivência ao lado de William Shakespeare; fugindo das chamas do vulcão de Pompeia; tentando salvar a vida de Vincent Van Gogh ou testemunhando o fim do próprio tempo: nenhum seriado faz alguém gostar tanto de um personagem. O Doutor é um herói que se recusa a ser chamado assim, um
guerreiro cuja arma se encontra em sua inteligência, e um aventureiro que só abandona seus planos se vir uma criança chorando.
Assuntos como guerra, religião, família, amizade, destino e existência são abordados de formas corajosas e nem um pouco imaturas. Não se assuste com o número de temporadas: todos os episódios valem a pena (mesmo o piloto, “Rose”, sendo péssimo). Também não pense que “Doctor Who” é uma série infantil. Ela é bem mais que isso. Ela... é... absurdamente... incrível.
Preciso dizer mais?

(Todos os episódios, até a sétima temporada, estão disponíveis na Netflix, legendados.)

Trust me, I’m the Doctor.”







Como não posso fazer bullying com nenhuma das séries selecionadas pelo Lucas (pelo menos não aqui):



SELO Colin O'Donoghue de Qualidade (?) pras séries do Lucas também! 


Se você teve paciência para ler esse Top 10 até o final, merece meus parabéns. Sim, o Lucas fala muito. E se você leu tudo MESMO, deixe uma sugestão de Top 10 e nós faremos, pois depois de ler tuuuudo isso, nada mais justo do que ganhar um prêmio por esse feito.



E até o próximo Top 10! 

Top 10: Jogos de android para te tirar do tédio

Hey pessoas, Lidia aqui. Essa semana vou fazer o top 10, pois a Marcella está muito atarefada e não podemos deixar a terça-feira, que já virou rotina, ficar em branco para vocês. 


Então decidi trazer para vocês 10 jogos para aqueles momentos de tédio que você tem que ir visitar um parente, esperar em uma fila ou até mesmo jogar naquela aula chata. Os jogos são para android (não sei se tem para iOS, mas deve ter), por que eu sei que para todo lugar que você vai nunca deixa seu fiel escudeiro esquece seu celular.

Cuidado: A maioria dos jogos a seguir são extremamente viciantes.

10º Lugar: Skater Boy


Esse jogo não fez muita fama, mas quem conhece sabe que é super legal. Nesse jogo de plataforma você é um skatista que tem que completar um circuito, o qual tem corrimões, vasos para pular sobre, fogueiras, bruxas, caminhões, entre outros contra tempos que te fazem perder. O legal mesmo é tentar zerar 100%, ou seja, completar o nível todo sem morrer (você tem 3 vidas por level) e fazer todas as manobras do nível, isso é bem difícil, viciante e ocupa bastante do seu tempo.

9º Lugar: Fruit Ninja


Todo mundo já ouviu falar desse jogar de cortar as frutas. Já foram criadas inúmeras parodias sobre esse jogo também, com gente cortando tudo o que há possível de maneira super rápida. Mas eu acho que ninguém sabe o motivo de não conseguir parar de cortar frutas. Pois é, eu também não sei, só sei que é super viciante e para pessoas competitivas como eu é ótimo, pois ficam comparando seu placar com amigos e cada vez mais se superando, e como o jogo não tem fim, fica nesse círculo infinito.

8º Lugar: Cut the Rope


O objetivo desse jogo é cortar as cordas (óbvio) para liberar o doce e fazer ele entrar na boca dessa bola verde com boca, olhos e membros (parecido com um sapo, mas não sei). É um jogo de estratégia, e, por favor, quem não fica viciado em um bom jogo de estratégia?! O jogo é composto por vários mundos e várias fases e em cada mundo novo vai aparecendo novos desafios, como as bolhas, as cerrinhas, aranhas (já ta virando modinha ter aranha, parece que tem pelo menos uma aranha em cada jogo), entre outros.

7º Lugar: Piano Tiles


O que eu tenho para falar do jogo que tocamos um piano de quarto teclas e fica sumindo da sua tela cada vez mais rápido?! Simplesmente que é um ótimo jogo para se viciar, conheci ele na semana de provas e aí já viu... Concentração, livro, adeus. Piano, recorde, olá. Mas esse é outro jogo que quadruplica seu potencial se tiver um amigo que também jogue, ai vocês ficam fazendo competição de placar. Bons tempos desse jogo, só quero deixar claro que ganhei viu. 

6º Lugar: where’s my Water


Um aplicativo que ganhou fama simplesmente por ser feito pela Disney, mas devo dizer que mereceu, pois foi bem pensado e é bastante desafiador. Infelizmente, como a Disney é uma empresa grande e lucrativa deixou poucos níveis para versão não paga. Mas não se preocupe, pois o jogo é formado pela história principal, os níveis reversos e os extras. Além de ter um jogo idêntico só que com outro personagem (feito pela Disney também) o “Where’s my Perry”. Assim, e o objetivo do jogo é limpar os canos para liberar a água para o jacarezinho ou o perry poderem tomar banho. Acho que também se encaixa na categoria puzzle, por isso é tão viciante, você não consegue largar até resolver tudo.

5º Lugar: Ice


Com certeza você já jogou asteroid no celular da sua mãe (ou até mesmo no seu), pois é, esse jogo é como uma remasterização de asteroid. Na remasterização, você controla várias mini naves e tem que dominar as bases que ficam ao seu redor. Tem todo um esquema de como fazer isso e é bem divertido, principalmente, de achar maneiras alternativas de ganhar. Não entendi por que me prendi tanto nesse jogo, mas ele é perfeito para jogar sem que seu professor perceba, pois você não precisa ficar de olho na tela a todo momento.

4º Lugar: Music Hero


Esse jogo não é viciante, mas é um ótimo jogo para passar o tempo, já vou explicar o porquê. Mas antes quero falar que ele não é uma cópia fajuta de guitar hero ou guitar flash, sim é o mesmo esquema, a nota passa e você bate nela quando ta em cima da bolinha e finge estar tocando guitarra. No entanto, ele possui um diferencial, que é que você pode jogar com as músicas do seu celular.

3º Lugar: Nyan Cat


Esse jogo foi febre na época de seu lançamento, com muitos fãs e haters. Você é um gato com corpo de torrado e geléia de morango (ou simplesmente o famoso nyan cat), no jogo você também pode escolher o modo reverso, no qual você controla outro gato. É um simples jogo de plataforma que você tem que ir pegando os itens, sendo que alguns te dão pontos extras, ou te deixam doidão, super velocidade, corpo de foguete, poder de voar, tem até como ser sugado por aliens, ou seja, muito louco. Além de ser um jogo que não tem final, por isso não te dá vontade de parar de jogar, ele é engraçado e fofinho.

2º Lugar: Jetpack Joyrider / Zombie Tsunami


Sabe aquele seu eu compulsivo, que tem que comprar tudo o que acha bonitinho ou que parece ser melhor. Então, se esse for seu estilo, não vai conseguir largar desse jogo, pois vem com inúmeras roupas, transportes (para viciados em séries de TV, tem até uma T.A.R.D.I.S. para comprar, como se fosse o teletransportador), acessórios, chapéus, itens (estou falando dos dois jogos) que são lindos e super caros, ou seja, você vai ter que jogar muito para consegui-los. O jogo também não tem fim, e você pode conseguir mais dinheiro fazendo as missões que quando se completa todas volta para as primeiras. Siga sempre em frente, pegando o máximo de moedas possíveis e os bônus para mudar de forma (em ambos também se joga com o celular deitado). Bem, coloquei os dois jogos na mesma colocação, pois eles são a mesma coisa, tanto que pude descrever os dois em um só texto, só o que muda é quem criou o jogo (óbvio), o design gráfico e as “idéias”, como: no zombie tsunami o robô solta raios para matar mais humanos e não morre com os carros, já no jetpack joyrider tem quatro armaduras de robô e elas servem para pular mais rápido e só te protegem de um obstáculo.

1º Lugar: Subway Surfers / Temple Run


De novo não consegui decidi qual o melhor pelo fato de serem a mesma coisa, só muda o criador, as funções dos itens e que temple run você dobra, não fica correndo só numa linha reta (prefiro subway surfers, mas admito que temple run foi mais elaborado – tem até decida de rapel)(ambos os jogos se jogam com o celular em pé). O jogo também é para aquelas pessoas consumistas que adoram ficar comprando itens e roupinhas novas para seus avatares, além de também ser para aquelas pessoas competitivas que ficam disputando placar com o coleguinha, e o jogo ainda deixa mais emocionante te ligando ao facebook e disponibilizando o placar de todo mundo, aí se você quer bater o recorde de todo mundo, nunca mais vai parar de jogar, ou seja, acabou de achar seu joguinho para o tédio infinito, principalmente por que o cenário nunca acaba NE (em datas festivas, tem eventos para ganhar itens raros :3). Esse jogo ganhou o primeiro lugar, por ter sido o primeiro jogo que me viciei, que passei mais tempo batendo recordes e que engloba a maior parte dos gostos das pessoas.

Extra:


Também super recomendo flow, no jogo você tem que ficar ligando os pontos. Parece fácil, mas com o passar dos níveis o tamanho do mapa fica enorme e você tem que usar muito do seu raciocínio para conseguir completar todos os níveis. Como o jogo é bem longo, vai te salvar de vários momentos de tédio, ainda mais agora que criaram também flow bridge. Alerta: o jogo extremamente viciante.

Obs. The dumb ways to die não entrou nessa lista, pois você tem que fazer muitas coisas diferentes, como gritar ou soprar no celular, e não seria legal fazer isso em público.

Obs. Candy crush não entrou por que eu odeio aquele jogo e todos nesse estilo (comecei a odiar bem antes dele, na vez dele já joguei querendo desistir), mas se você é viciado nesse jogo, admito que em nível global ele deve ser o primeiro em nível global.


Então?! Vocês conhecem mais algum bom jogo para aquele momento de tédio? Se sim, comenta ai em baixo com a gente, por que sempre é bom ter várias opções caso demore além do esperado seu momento de tédio.
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