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[Crítica] Attack on Titan - Parte 1 (2015): uma adaptação sangrenta, grandiosa... e irregular


Nome Original: Shingeki no Kyojin - The Movie: Part 1
Ano: 2015
Duração: 1 hora e 38 minutos
Direção: Shinji Higuchi
Frase que resume o filme: Você será devorado mais rápido se não for virgem.

Olá, pessoas! Lucas aqui. Hoje a crítica é de uma das adaptações de mangá e anime mais esperadas dos últimos dois anos, "Attack on Titan".

Na trama, há décadas, a humanidade foi quase exterminada pelo súbito aparecimento de seres humanoides gigantes, conhecido como Titãs. Os Titãs são criaturas que, aparentemente, possuem pouca inteligência, mas, com uma força bruta quase insuperável, têm como principal objetivo devorar seres humanos, sem nenhum motivo aparente para isso. Durante 107 anos, as cidades fortificadas por detrás das muralhas foram testemunhas de ataques sem sucesso dos Titãs. Assim, um pequeno grupo de seres humanos sobreviveu no interior das muralhas protegidos por paredes superiores a três vezes a altura dos maiores Titãs registados até a data.

Numa grande cidade localizada na parte periférica da Muralha, mora Eren (Haruma Miura) e seus amigos, Mikasa (Kiko Mizuhara) e Armin (Kanata Hongô). Ele vive uma vida pacata, porém se incomoda com o conformismo das pessoas que haviam aceitado a sua condição de passar a eternidade dentro dos muros. Tudo muda com o aparecimento do Titã Colossal, uma criatura de cerca de 60 metros de altura, que supera o tamanho da muralha, de 50. Este Titã destrói o portão da cidade onde Eren vive, que ligava a muralha ao "mundo exterior". Com isso, uma grande quantidade de Titãs menores pôde entrar, ocupando grande parte do território até então pertencente aos humanos e matando e devorando quase toda a população. Após este trauma, o jovem jura exterminar os Titãs, e entra para as "Tropas de Exploração" para cumprir seu objetivo de exterminar todos os Titãs da face da Terra. Porém, ele não sabe que algo dentro dele pode ser a chave para salvar aqueles que ama - e decidir o futuro da raça humana.

Quem é leitor do blog já deve ter lido a coluna de animes de nossa querida colega Lidia, que falou sobre a obra original. Embora ela não goste tanto da primeira parte dele (os primeiros 13 episódios, mais especificadamente), não se pode negar que essa fase inicial é a responsável por dar o tom dramático, sangrento e tenso que a história precisa para se manter. É nisso que o filme se propõe a focar. Pelo menos, aparentemente.

Se você é fã de SNK, um aviso: existe uma chance MUITO grande de você se decepcionar assistindo esse filme. Apesar da premissa permanecer a mesma, existem algumas mudanças que se estendem muito além do que se imagina. Não só o fato de todos os personagens serem japoneses e possuírem em sua maioria cabelos pretos (na verdade, todo mundo é japonês nesse filme, deal with it), como algumas mudanças sérias no cerne dos personagens.

Armin perde boa parte de sua personalidade, sendo retratado apenas no seu papel de melhor amigo e os maiores lampejos de desenvolvimento de personagem são méritos mais do ator do que do roteiro. Eren, o protagonista, é um pouco menos irritante que sua versão original, além de contar com um pensamento que, embora ainda seja sonhador, possui um embasamento político que encaixa com o tom do longa. O verdadeiro problema é Mikasa.

Ela sem dúvida é um dos personagens favoritos de quem assistiu o anime ou leu o mangá, seja por sua determinação ou sua incrível história de embasamento. Aqui ela é unidimensional, inexpressiva (culpa em parte do roteiro e da atriz, que às vezes esquece de que deveria estar atuando) e apenas serve como criadora de conflitos emocionais com Eren e ser seu interesse amoroso, algo que a própria não merecia de forma alguma.

Os outros personagens coadjuvantes sofrem dos mesmos problemas dos coadjuvantes do anime: a falta de personalidade própria. Claro, contando que apenas a Capitã Hanji (no filme, por alguma razão bizarra, chamada de Hans) Jean e Sasha vem da obra original e os outros foram criados especialmente para o filme, alguns fanservices se resumem apenas a um andar de um ou a um apelido a outro. Decepcionante.

Os efeitos especiais usados nas cenas de ação e nos Titãs são uma combinação de efeitos práticos e CGI, que em alguns momentos impressionam (alguns Titãs são medonhos até demais) e em outros dão vontade de rir (os "voos" dos protagonistas conseguem ser estilosos e toscos ao mesmo tempo). O gore e o sangue também está presente em profusão, com tripas e pedaços sendo atirados na tela sem misericórdia.

O grande defeito no filme reside no fato de ser um filme incompleto. O nome do filme no Japão, para se ter uma ideia, é "Shingeki no Kyojin - Part 1". Sim, PARTE 1. A segunda parte, intitulada "Shingeki no Kyojin - Part 2: End of the World", estreia em setembro, e unidas elas formam um único longa (o trailer dela inclusive está ao fim desta primeira parte). Assim, o encerramento é bem feito (se você der um desconto, afinal, o filme é uma produção de baixo orçamento), mas é inconclusivo, e carece de emoção suficiente para empolgar completamente. Sem falar da falta de desenvolvimento de roteiro, que pula para as situações mais absurdas em questão de segundos, sendo a sequência mais bem construída a que abre o filme, com sangue, tensão e CGI na medida certa.

Em resumo, o saldo final deste primeiro filme de "Attack on Titan" é irregular. Contando com algumas cenas que se aproximam do nível épico da obra original, e com outros momentos bizarros (com direito a cena de sexo e peitinho '-' algo LONGE de aparecer no anime e no mangá), fica a esperança de que a segunda parte possa melhorar a imagem do longa e transformá-lo em pelo menos uma adaptação mais divertida e estruturada. é um filme que diverte pelo sangue e pelos momentos tensos, mas poderia ser bem melhor. Obviamente, não é tão ruim quanto algumas outras versões de anime para o cinema (como Gantz e Death Note), mas não chega perto ao nível de outras que beiraram a excelência (como Samurai X e Kuroshitsuji/Black Butler). Com esperança, espero para ver como a história irá se desenrolar.

NOTA:

PS: Levi foi cortado tanto desta primeira parte quanto da segunda, pois ambas abordam o arco da Batalha de Trost. Ele foi substituído pelo personagem original Shikishima, interpretado pelo ator Hiroki Hasegawa. Ele é meio wannabe. Torço para que ele morra na Parte 2.

Sobre a substituição de Levi por Shikishima.

[Dica de Anime]: Cuticle


Nome Original: Cuticle Detective Inaba
Diretor: Susumu Nitsukawa
Estúdio: Zexcs
Ano de Lançamento: 2013

Ohayo min’na. Lidia aqui. Hoje vim falar para vocês sobre esse anime de comédia nonsense e ação, que apesar de recente tem chamado a atenção de muitas pessoas, as quais o acharam extremamente engraçado, ótimo para descontrair e sempre que se pedia uma sugestão de anime leve para descontrair, no mínimo três pessoas comentavam cuticle. Quando assisti, estava em um clima bem pesado e ainda via tarde da noite, super cansada, mas do mesmo jeito o anime ainda conseguiu tirar boas risadas de mim, então imagine só quantas risadas ele não será capaz de tirar de você em um clima normal. É uma comédia realmente feita para descontrair, contando com apenas 12 episódios, as quais a historia meio que muda no meio, então se você tiver estressado e sem tempo, assista, nem que seja 10 minutos por dia (metade de um episodio por dia), não se preocupe que não ira perder a historia, pois os episódios não são tão ligados entre si, assim como a parte 1 e 2 do episodio também não.

Como foi dito anteriormente, o anime não conta com uma história em si, e sim com vários acontecimentos nonsense no cotidiano deles. Mas irei tentar contar uma visão geral do anime mesmo assim para vocês. Basicamente, é a história de um detetive meio humano e meio lobo com fetiche por cabelos e que odeia como a policia trata gente como  (chamados de cãezinhos da policia se não me engano), mas adora resolver crimes (por isso abriu uma agencia particular). O detetive costuma resolver os casos que seu antigo colega de trabalho (na época que trabalhava para policia) leva para ele, os quais normalmente envolvem seu arqui rival – um bode da máfia italiana – ou seus capangas. E com essa idéia em mente, o anime mostra 24 confusões super engraçadas em que eles sem metem.



Vou descrever alguns dos personagens para provar para vocês que esse anime é muito nada a haver, seria como se o produtor fosse perguntando pra pessoas aleatórias, tipo diga um nome, e a pessoa falava bode, a outra máfia italiana e ele foi juntando tudo até formar os personagens do anime. Vou dividir falando por mocinhos e vilões, mesmo que esses vilões sejam incapazes de serem levados a serie e nunca fizeram nada grave e os mocinhos nunca pegaram nenhum deles, eles mesmo se pegam e despegam (ficou estranho) a todo momento de tão desastrados que são. 

Mocinhos: Detetive Hiroshi Inaba, sendo protagonista principal é o mais nonsense do anime, principalmente, por seu louco fetiche por cabelos, parece que ele tem orgasmos a cada vez que vê um tipo de cabelo novo. Com o cabelo ele já sabe tudo sobre a pessoa – por isso ele é um detetive tão bom e leso – e cada cor de cabelo também lhe dá poderes diferentes. Kei Nozaki, estagiário “normal” de Hiroshi, ele é muita comédia, por que ele fica tendo conversas serias com as pessoas, ai o Inaba aparece com uma doidisse e ele faz caras e bocas e sempre falando que ele não vive em um lugar normal. Yuta Sasaki, o secretário cross-dressing do Inaba (pasmem, também pensei que fosse mulher), o qual odeia o policial Ogita e fica tramando junto com o inimigo para matá-lo e braço direito de Inaba, principalmente, nas horas das transformações do detetive. Kuniharo Ogino, possui um corpo quase indestrutível e é um policial meio solitário que fica levando os casos para Hiroshi solucionar, e coincidentemente esses casos sempre envolvem o bode ou seus capangas. Esse policial é super sério, exceto quando está com sua filha e a protege com extrema coragem que eu não queria ser você ao machucar aquela criança, ainda mais por que ela é mais útil ao capturar os vilões do que todos os mocinhos juntos. Haruka Inaba, aparece na metade do anime, irmão mais novo de Hiroshi, super carinhoso e super doente e delicado, e que tem amizade com alguns capangas do bode.

Vilões: O bode, Don Valentino, da máfia italiana, principal antagonista do desenho e começou o ano sempre um dos melhores vilões de 2013. Sua máfia é arrumar dinheiro (de preferência ienes) para comprar coisa? Comida? Ostentar? Não. Ele quer esse dinheiro para comer. Don acha delicioso o iene. Ele também odeia lobos (será coincidência Hiroshi ser metade lobo?!). Don morre mais vezes do que o Kenny, de south park, e o pior, é que a maioria dessas mortes é ocasionada de propósito por pessoas do próprio time ou por acidentes super idiotas. Lorenzo, braço direito de Don. Não se é humano, transmorfo, criatura de laboratório ou sei lá, só sei que é alguém homossexual apaixonado por Valentino e que faz tudo por ele e que usa mil e quinhentos sacos (exagerei) na cabeça (tem um episódio que vão tirando os sacos e nunca mostra o rosto). Gabriella, a matadora contratada por Don para matar Inaba, e que tem fetiche por altura perfeita(costuma matar quem é muito baixo ou muito alto estaria morta se vivesse nesse anime, sou uma pessoa em versão chibi), por isso se apaixona por Kei, o qual segundo ela apresenta a altura perfeita (mais um motivo para Kei ficar gritando por coisas sem sentido). Noah, cientista louca (acho que é mulher pelo menos, depois dessa do cross dresser não sei mais de nada) de 14 anos contratada por Don. Como todos os personagens desse anime tem fetiche por algo, que no caso é por organismos juvenis e a perfeição na morte. Como ela diz que Ogino é um organismo ideal, tem como aspiração matá-lo, por isso fez amizade com Yuta, pois ambos aspiram matá-lo.


Cuticle possui traços rápidos por ser comédia nonsense, mas não estou reclamando disso, ficou bom para o estilo do anime. Só comentei isso para falar que em diversas cenas os traços mudam para acrescentar humor. Como quando Inaba pede algo com olho de cachorrinho morto para Ogino (traços kawaii com efeito) ou quando acontece alguma tragédia (traços chibis). No anime, é impossível levar o bode a sério, ainda mais por que ele vai levar seu grupo numa terma para aumentar o relacionamento do seu grupo e acaba encontrando Hiroshi e todos os amigos lá, então pede uma trégua e todo mundo fica descansando de boas e sendo amigos, super descontraído. Então, é isso que recomendo para vocês, essa comedia super nonsense para aqueles seus dias tensos que você quer aliviar. Acredite, vale a pena, irá rir de mais e irá pedir por mais episódios.



[Dica de anime]: K-on!


Nome Original: Keion! - けいおん!
Diretor: Naoko Yamada
Estúdio: Kyoto Animation
Ano de lançamento: 1ªtemporada - 2009 / 2ª temporada - 2010

Oi pessoal, Lidia aqui. E como o tema da semana temática é música eu decidi trazer para vocês o único anime de música que eu conheço. K-on! é um anime do gênero slice of life que tem como tema principal a música do clube de música leve de uma escola.  O anime é composto por duas temporadas, a primeira de treze episódios e a segunda de 26 episódios, e eu acredito que acabou por ai pois já faz muito tempo desde o lançamento da segunda temporada (nunca vi a segunda temporada). O mangá já fui publicado no Brasil pela newPop e foi finalizado em quatro volumes.

A história se resume em colégio que está prestes a fechar o seu clube de música por falta de integrantes, até que aparece uma garota que não sabe tocar nenhum instrumento e pede para entrar, e como única opção para não fechar o clube, ela é aceita. E como todo slice of life, não tem uma história central muito longa, e sim diversas desventuras em que os provas, se preparar para shows, arrumar shows, cuidar da papelada do clube, arrumar dinheiro para os instrumentos, entre outros.



No clube de música leve encontramos Yui Hirasawa (guitarra) que é muito atrapalhada, animada e se distrai facilmente com coisas kawaii, ela é bem infantil, mas também é muito esforçada por ter entrado pro clube mesmo sem saber tocar nenhum instrumento (e aprender a tocar guitarra) só para ajudá-los. Mio Akiyama (Baixo) é uma garota super tímida e queria entrar para o clube de literatura, mas Ritsu a convenceu a entrar para o clube de música, já que ela sabe tocar baixo, e ela também sabe ser bem séria quando necessário. Ritsu Tainaka (bateria) é bem animada, mas tem uma memória fraquíssima (como a minha :3), vive fazendo piadas e sendo sarcástica, além de todas as idéias de arrecadação de dinheiro para o clube saírem dela. Tsumigi Kotobuki (teclado) tem muito dinheiro e é super gentil, além de adorar presentear as amigas com doces e outros mimos (não estranhe, sempre que elas estão no clube tão tomando chá com bolo).

Obs: As personagens são engraçadas, mas não o suficiente para te prender na história, então o único jeito de voce agüentar até o final é se identificando com algumas delas. Se conseguir terminar a primeira será recomensado com a segunda onde possui um conteúdo musical melhor e um público alvo mais amplo.

E agora, como é semana temática de música, vou deixar um vídeo com algumas músicas de K-on!

Semana Temática #02: Musicais!

Olá, pessoas! Nesse mês eu, Lucas, vou apresentar a Semana Temática para vocês. Vai ser sobre algo que eu admito possuir uma paixão meio descontrolada. Sem mais delongas, o tema dela é...

MUSICAIS!

(ou simplesmente... MÚSICA!)


Blaine aprova! (apesar de eu não aprová-lo...)
 A Marcella sugeriu o tema, já que hoje vai ao ar na TV dos EUA o series finale da série "Glee", uma precursora das séries musicais e que, com muitos fãs (e muitos haters), foi um marco da televisão mundial.

Minha conta cheia de milhões realmente se importa com sua opinião.

Ou seja: vamos sim falar de séries, animes, jogos e, acreditem se quiser, livros que abordem o tema "Música". Obviamente, também vai rolar um Top 10 especial e uma homenagem à "Glee" no final disso tudo. Desde já, esperando seus comentários!



[Dica de Anime]: Kuroko no Basket


Nome Original: Kuroko no Basuke
Diretor: Shunsuke Tada
Estúdio: Production I.G
Ano de Lançamento: 2012

Ohayo Min’na, Lidia aqui. Estou aqui de volta com outro anime de esportes, o qual também sou apaixonada, mas não se preocupem, pois dessa vez não shipo nenhum yaoi nele. O anime é do gênero esporte como eu já falei e como o próprio título diz, tem haver com basquete. Ele não é modinha, mas já tem uma grande quantidade de fãs e a maioria deles diz que se surpreendeu com o anime, esperando ver um anime chato de esportes, mas não, encontrou essa beleza chamada Kuroko no Basket. Posso dizer que também sou uma dessas pessoas, pois eu sempre passava por ele sem dar valor, pensando que seria só blábláblá, sinceramente, só fui assistir por que eu tava com o HD de um amigo meu em casa e já tinha visto todos os outros animes, então muito obrigado por não ter excluído esse anime depois de ter assistido. Atualmente, já está na terceira temporada (não sei se será a última), mas a terceira está sendo exibida e quando terminar as três temporadas somarão 76 episódios (estou falando assim, por que eu acho que não deveria ter troca de temporada, pois a história continua a mesma, é como se só se tivesse continuando o episódio anterior).



Nos primórdios do anime havia uma escola que tinha cinco jogadores com capacidades incríveis no basquete, eles ganhavam de todos os times com quais jogavam por muitos pontos de diferença, eles eram chamados de “geração milagrosa”. No entanto, no ensino médio esses jogadores se separam e cada um seguiu para uma escola diferente, as quais possuíam excelentes times de basquete. Epa, espera aí, eram seis jogadores... Eles ainda tinham o “jogador fantasma”, o qual ninguém percebia durante os jogos e que entrou para uma escola em que o clube de basquete havia sido criado há apenas um ano. Nesse colégio kuroko (o jogador fantasma) se encontra com Kagami, que estudou no EUA até o momento e só jogava basquete de rua. Ambos entram para o time de basquete, e são os únicos do primeiro ano a entrarem para time principal. O objetivo de terem criado esse time de basquete era para eles se tornarem os melhores do Japão, e nenhum deles vai deixar esse sonho passar assim tão fácil, mesmo não sendo tão habilidosos quanto à geração milagrosa, mas claro que as emoções o atingem e melhora o desempenho deles (nos da geração milagrosa, na pseudo geração milagrosa e em alguns outros personagens também). Essa pseudo geração milagrosa a qual falei era o segundo time mais talentoso no colegial, só não ganhou tanta fama por que eles eram um ano mais velho do que a geração dos milagres.



                    Com toda certeza recomendo esse anime para qualquer tipo de pessoa. Homens irão gostar por falar de esportes, ter "poderes especiais" e tudo mais. E mulheres irão gostar pelo visual... Mas se você não ta nem ai para gêneros e quer saber se essa história vale mesmo à pena, fica tranqüilo, pois o anime também é para você, já que a história é incrível, o desenvolvimento te faz sentir o que eles tão sentindo - tanto que nos jogos até eu vibro aqui por eles, o trama ficou super legal, mesmo não mostrando as emoções de alguns jogadores, pois eles ligam mais pro basquete. Por cada jogador ter uma personalidade única e especial, quando se juntam eles ficam super engraçados, além de ajudar a se envolver mais na história de cada um. Mas em si, o foco do anime não é a vida pessoal deles e nem os treinos, e sim os campeonatos (o que acontece durante os campeonatos lembra bastante de free!, não sei se foi coincidência ou coisa de anime do gênero esporte). Nos campeonatos parece que o nível de todo mundo sobe (tanto da equipe de kuroko, quanto de seus adversários), e sobe a cada partida, ou seja, a cada jogo nos deparamos com uma estratégia de jogo diferente, um novo poder libertado (cada vez em um jogador diferente) e uma nova tática de jogo. Diferentemente de outros animes, você não conhece todos os personagens principais logo de cara, eles vão se apresentando só quando há um jogo com o anterior, já terminei a segunda temporada e ainda não conheci toda a geração dos milagres e só dois jogadores da pseudo geração milagrosa (a qual acho que ainda vai mostrar todos os integrantes, já que mostrou a sombra deles). O anime já está em um nível incrível e digo que esse diretor está preparando coisas mais épicas ainda por vir, então se preparem e assistam esse anime, não o julguem “pela capa”, pois realmente vale à pena.

Obs. Sim, há o mangá digital (shonen) e também há o mangá imprenso lançado ano passado pela panini.

Obs. Não dei a descrição de cada um deles, pois é muita gente, mas se vocês estavam gostando desse meu estilo de descrever a personalidade dos jogadores, por favor, avisem para eu poder melhorar o conteúdo de acordo com o que vocês gostam.



[Dica de Anime]: Ano Hana


Nome Original: Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai
Diretor: Tatsuyuki Nagai
Estúdio: A-1 Pictures
Ano de Lançamento: 2011

Ohayo min’na, Lidia aqui. Hoje irei comentar sobre um dos animes mais tristes que já vi. Ano Hana possui o gênero sobrenatural, fantasia, romance, drama e tragédia. Que eu saiba o anime ainda não virou modinha, mas já é bem conhecido. Realmente o recomendo, o anime toca suas emoções, faz você lembrar daquele seu grupo de amigos inseparáveis da infância e de que é preciso aproveitar o momento. E o melhor de tudo, não são aquelas histórias clichês de sempre, essa é totalmente inusitada, nunca da para saber a próxima ação de cada um dos personagens.

               O anime conta a história de seis amigos que se conheceram quando criança, os protetores da paz, que após um trágico acidente um de seus integrantes morre. Após esse acontecimento, o grupo se separa. O trama acontece quando eles estão no segundo ano do ensino médio, e Jintan vê o “fantasma” da Memma, no inicio pensou ser uma alucinação, mas como não ia em borá, tentou acreditar que era real e conversou com ela. Memma disse que estava lá por que para ela ir para o paraíso e renascer, precisa ainda que Jintan cumprisse um desejo dela, e que só tinha como ser feito se todos os protetores da paz estivessem juntos. Dois detalhes: Memma não sabia qual era esse desejo e os protetores da paz não se falavam mais desde o incidente dela na infância.


Bem, agora vou tentar explicar pra vocês o pentágono, ou estrela, amoroso desse anime e um pouco da personalidade de cada um dos personagens principais.

Primeiro temos Poppo, um cara super de boa com a vida, sempre sorrindo e tentando alegrar os outros, companheiro fiel de Jintan, que apesar dos anos em silêncio continuou sempre acreditando em Jitan, e o único que não faz parte desse pentágono; ele é super sentimental, e se sentiu culpado pela morte de Memma mesmo não tendo nada a ver com ele (nem com nenhum deles, em minha visão foi um acidente/fatalidade).

Yukiatsu, o nerd, cético, travesti, galã; desde de criança sentiu ciúmes de Jintan por ele ser o ‘líder’ dos protetores da paz e por Memma amar o Jintan e não ele, e ele também se senti culpado pela morte dela e prefiria mil vezes que ela aparecesse para ele, até se fosse para amaldiçoá-lo, ele só queria vê-la e so falto surta quando descobriu que ela apareceu para Jintan.

Tsuruko, nerd, cética, calada, realista, alma gêmea de Yukiatsu, é como todas as mulheres de qualquer programa japonês, nunca declara seu amor, só fica dando pistas praticamente invisíveis ao seu amado. No dia do acidente ela ficou calada em todo o acontecimento e não se senti culpada e nem tinha inveja de Memma, nem nada, pessoa super calma e sempre visando o futuro. Quando os protetores da paz voltaram a se falar ela pareceu que virou psicóloga da Anaru.

Anaru, agitadinha, sociável, vivia a vida de uma adolescente normal (parecia até uma americana), mas quando tudo da sua infância volta à tona, começa a ter surtos de personalidade, e começa a ter inveja da Memma por ela ter o amor de Jintan e a personalidade que ela sempre desejou, e aí fica com um problema no coração, de amar a Memma como amiga, mas não saber o que escrever para ela em seu último dia por esse sentimento.

Memma, cabeça de vento, rir de tudo, amiga de todos, não há muito sobre sua personalidade... Mas o que fica mais marcante é que ela se preocupa mais com seus amigos do que com ela mesma (talvez por não estar mais viva).

Jintan, quando criança era super extrovertido, tinha aquela personalidade de líder, adorava jogar videogame e de ficar com os protetores da paz em sua base secreta brincando. Mas ao crescer, virou mais um japonês recluso de vida social que não sai de casa por se sentir o maior culpado pela morte de sua amiga amada. Até o dia em que Memma volta (ficando visível só para ele, só se mostra para os outros na despedida) e pede para ele juntar todos os protetores da paz, para realizar o desejo dela e ela poder morrer em paz. E como ela é um fantasma (eu acho) e Jintan a amava, mesmo com receio e medo, aceito a missão. E assim começa a história dos protetores da paz quando adolescentes.



Resumindo pentágono, Jintan gosta da Memma e a Memma do Jintan quando crianças, mas quando crescem, e Jintan aparentemente não consegue partir pra frente, mesmo tendo Anaru dando seus sinais semi invisíveis de que gosta dele, desde criança. E o Yukiatsu gosta da Memma (até confesso), mas não é correspondido e Tsuruko gosta de Yukiatsu. Após uma ‘aventura travesti’, Yukiatsu vai superando aos poucos o amor da infância e seguindo em frente, dando respostas semi invisíveis para as dicas semi invisíveis de Tsuruko de que ele também gosta dela, mas pelo menos já é um começo.

Obs. Foi esse pentágono todo confuso que causou toda a confusão. Mas, Memma gostou muito do ocorrido (não pelo fato dela ter morrido, claro, por outra coisa que ocorreu no momento) e sempre diz que divertiu muito com todos os protetores da paz, em todos os dias, o que é demonstrado quando se lê o diário dela.

Então, eles passam por diversas desventuras, mostrando suas personalidades, surtos, amores, sentimentos, primeiras emoções, super lindo o anime, não conheci ninguém até agora que assistiu e não chorou. Um anime completamente diferente e tocante que você não pode deixar de assistir. No entanto, se você quer muito conhecer a história e não está com tempo de ver os treze episódios, recomendo o filme, o qual é um resumo em uma visão geral e superficial do que acontece durante todo o trama (não se preocupe da para chorar também, mesmo se você já tiver visto anime).

We found you, Memma.

[Dica de anime]: Attack on titan

                                                                    
  
Nome original: Shingeki no Kyojin
Diretor: Tetsurõ Araki
Estúdio: Wit Studio
Ano de lançamento: 2013


                  Olá pessoas, Lidia aqui. Hoje irei comentar sobre mais um anime modinha, só que, diferentemente, de SAO, eu não entendi para que tanta fama em attack on titan. De fato, o anime tem potencial, mas na primeira temporada não foi mostrado nada além de uma simples introdução ao anime, só que com muitas mais mortes e sangue do que uma normal.

                  Enfim, o anime é do gênero fantasia, ação e pós-apocaliptico (nem sabia que existia esse gênero), e está sendo super comentado desde a sua data de lançamento em 2013, o que gerou grande publico para o mangá, já que o anime só deixou uma introdução do que iria acontecer, as pessoas correram para o mangá para saber o que realmente iria acontecer e esclarecer as dezenas de dúvidas deixadas abertas pelo anime.



                Sinceramente, eu recomendo o mangá, onde a história é mais bem contada, mais detalhada e vai até o fim, mas se você gosta de uma boa cena de ação em conjunto com uma trilha sonora perfeita, não irá se arrepender de assistir o anime. Falando na trilha sonora... Admito que achei o anime bastante vago, no entanto a trilha não deixou nada a desejar, nem opening (uma mistura de alemão com japonês com um estilo meio medieval), nem ending e nem dentro do anime, foi perfeita (deu até vontade matar uns titãs na hora).

                Sobre os personagens, eu diria que eles são altamente sentimentais e companheiros, se importam completamente com o próximo (pelo menos os nove que entraram para o esquadrão dos exploradores, por que os outros ainda não demonstrou muito sobre suas personalidades), e é esse sentimento pelo próximo que lhes dá força e poder para continuar batalhando (como sempre). Mesmo com esse sentimentalismo exacerbado encontramos poucos “romances”, um meio lésbico, outro que tem dentro das tropas de exploração super estranho e um não correspondido, que mesmo assim a garota gosta do cara, mas trata-o como se fosse mãe dele (dois desses só foi mostrado sentimentos uma vez), essa pós-apocaliptica não deixa nem um pouco de amor pelo ar. Aproveitando o tema de personagens, dentro da tropa de exploração há a tropa de elite, que sobreviveu desde os primeiros ataques dos titãs e que agora possuem personalidades super estranhas e que seguem as ordens de seu capitão sem questionar, mesmo quando não lhes é contado o plano.

                  Obs. Não se apegue aos personagens, pois ainda tenho dúvidas se não foi o George Martin que escreveu esse roteiro.

                   O protagonista principal (isso não faz sentido e eu sei disso) é Eren Jaeger, um garoto sem nenhuma habilidade normal especial e que tem muita determinação em matar titãs, pois viu sua mãe ser devorada por um deles e morre de curiosidade para saber o que há fora das muralhas. Sua pseudo irmã, Mikasa, que perdeu a família quando criança e agora tira forças do sentimento que nunca irá perder pessoas que gosta novamente, com esse potencial conseguiu se unir a equipe da tropa de elite (estou falando isso, mas sem relação nenhuma ao filme) várias vezes, mas não permanentemente. Ermin, o estrategista chorão, que faz de tudo para ajudar, já que ele sempre era donzela em perigo quando criança e que consegue criar uma estratégia e ainda falar ela em menos de 30 segundos. E o cabo reville, principal membro da tropa de elite, com um passado desconhecido (acho que tem ova sobre o passado dele), mas possui uma precisão e agilidade descomunal e segue as ordens do seu capitão, Erwin (o que levou ele para essa tropa, tem história não contada por trás disso) sem duvidá-las.

                    Certo, agora vou falar da história de shigenki no kyojin, a qual começaram muitas coisas e não terminaram nem a metade. Bem, o anime conta a história de uma realidade paralela onde titãs sem áreas intimas (mas se for mulher tem peitos) existem e não possuem cérebro, não precisam se alimentar, mas se verem seres humanos os devoram, e que possuem a escuridão como ponto fraco. E por causa desses titãs a sociedade vive reclusa dentro de muralhas de mais de 50 metros altura.

                  Mas a história em si começa no passado, há 107 anos atrás, quando ouve o primeiro ataque de titãs que devastou toda a sociedade e o que sobrou ficou recluso dentro de três muralhas, uma mais alta do que a outra. Durante 100 anos a sociedade presenciou momentos de paz sendo protegidos pelos guardas da muralha e de exploração contra os titãs de 4 a 16 metros de altura, até que um dia surge um titã colossal de mais de 50 metros com capacidade de raciocínio (não falarei sobre os titãs com raciocínio para não dar spoiler) e destrói a primeira muralha que leva a cidade (e desaparece do nada), dois anos depois surge um com o mesmo potencial e destrói a muralha que leva ao campo. Então Eren e seus amigos decidem entrar no exército para depois entrar na tropa de exploração (o exército é dividido em partes: os que defendem as muralhas, guardas da muralha, os que vão alem das muralhas para descobrir de onde vêm os titãs, guardas de exploração e os que ficam na cidade mais central protegendo o rei, guardas reais) e finalmente fazer o que seu coração deseja desde a morte de sua mãe, matar os titãs de um por um com suas próprias mãos.

                Sim, a história em si é bem curta, pois o anime possui mais desventuras do que explicação da história. Como por exemplo, eles tão com a chave da porta que aparentemente desvenda o mistério dos titãs e ainda não foram lá para ver. Acredito que o anime foi lançado para ver como os ocidentais iriam reagir a esse tipo de conteúdo e para impulsionar o mangá, por isso foi feito somente uma introdução do verdadeiro conteúdo. Posso ter criticado o anime, mas ainda não desisti dele, pois vejo o potencial no anime e acredito que o que está por vir vai ser incrível.

                  Como o anime attack on titan foi uma enorme introdução a um futuro anime/mangá de sucesso, várias pessoas foram logo ler o mangá e ver o desenrolar da história. Suponho que continue de maneira surpreendente, pois o anime já tem filme, ova, jogo por fãs, mangá impresso no Brasil, paródias musicais e até mesmo chamou atenção da capcom, para fazer um jogo para consoles. Esse anime já está no pódio dos grandes animes da geração, desde que a segunda temporada foi requisitada logo no primeiro ano. Pessoalmente, não gostei da primeira temporada, por causa do excesso de buracos deixados na história, no entanto, mal posso esperar para assistir a segunda, pois com uma introdução dessas consigo enxergar um futuro incrível para o anime, e como provavelmente não agüentarei esperar até 2016 irei ler o mangá.


                Obs. O mangá foi lançado em 2009 e ainda está em publicação, então a história deve estar sendo muito boa e bem aceita (além de enorme). E sinto informar que o anime não está disponível na Netflix, então só pode ser visto online ou se comprar o DVD.

[Dica de anime]: Tonari no Kaibutsu-Kun

                  
    

  Nome original: Tonari no Kaibutsu-kun (となりの怪物くん)
Diretor: Hiro Kaburaki
Estúdio: Brain's Base
Ano de lançamento: 2012

                  Oi pessoal, Lidia aqui de novo. Para essa semana de Valentine’s day decidi falar sobre Tonari no Kaibutsu-sun. Um anime shoujo, que também é uma comedia romântica e de certa forma um slice of life também. Esse anime foi muito falado em sua época de lançamento, mas hoje em dia ele já quase sumiu daqueles animes que são os mais falados, mas se procurar bem, ainda encontra alguns lugares que comentam bastante sobre ele, por seu grande sucesso em 2012.

                  Normalmente, os casais em series e animes são como um imã (os opostos se atraem) ou duas pessoas muito parecidas se gostam. No entanto, esse anime llhe mostrará algo totalmente inovador. Haru é um “delinqüente” que foi expulso da escola e que tem alguns problemas psicológicos, que parece ser ingênuo e bruto, mas que ao decorrer do anime se mostra ser bastante carinhoso e Shizuku é uma garota que não quer nada com ninguém (independente se for para ser amigo ou namorado), ela só quer saber de estudar e se profissionalizar, e trata todas as pessoas indiferentemente, como se não ligasse para elas, mas mesmo assim ainda encontra algumas pessoas que são suas amigas mesmo com esse comportamento indiferente dela.

                  

                 A história do anime é basicamente: Haru foi suspenso por bater em alguns garotos na escola e nunca mais voltou depois disso, por ter perdido a confiança na escola. Em um dia Shizuku é encarregada de levar o dever de casa para ele e tentar convencê-lo a voltar para escola. Porém após alguns devaneios, ele acaba se confundido e pensa que eles são amigos. Depois de algumas aventuras Haru acaba se apaixonando por ela, mas a personalidade fria e anti-social dela a relação deles (que só acontece na cabeça de Haru) vai ficando mais difícil de continuar.

                O anime é incrível, pois ao decorrer da historia podemos ver o crescimento emocional e mental dos personagens. Shizuku de uma garota que não se importava com nada além dos estudos começa a se importar com as pessoas a sua volta e até a reconhecê-las como amigos, ela consegue até mesmo se declarar para Haru. E Haru passa de um garoto agressivo, sem futuro escolar, sem amigos para um cara sensível e super fofo, com amigos e que freqüenta as aulas (e tira boas notas), e de acordo que esteja com Shizuku seus problemas psicológicos são, praticamente, nulos.

                 Obs. Um fato é que independente da evolução mental e emocional de Haru, ele ficou perdidamente apaixonado por Shizuku e perto dela ele é o namorado ideal (sempre carinhoso e super amoroso, e bastante ciumento rs) e não deixa ninguém fazer mal a ela. Tudo o que ele fez por ela foi por amor, incluse um caso que ele diz que vai bater nela, pois em japonês seria vou te estuprar, e isso é explicável já que ele estava loucamente apaixonado e com problemas emocionais, no momento só pensava nela, fora isso ele foi como um servo loucamente apaixonado por ela.

                 Como todo slice of life não se tem muito do que se falar sem dar spoilers, pois os personagens passam por diversas aventuras. Esse anime foi um dos melhores da temporada de outubro de 2012 e merece muito ser visto, principalmente, nessa semana de valentine’s Day. A única coisa que tenho a criticar desse anime é que deixou muitas coisas vagas na história deixando os fãs a desejar uma nova temporada que não chega.

                  Obs. Para complementar a história que foi deixada cheia de buracas pode se ver o OVA ou ler o mangá, de mesmo nome, que possui 11 volumes (termina após de onde parou o anime) para tentar deixar sua história mais completa.

                  Obs. O anime está sendo exibido pela Netflix pelo nome de “my little monster”.

[Dica de anime]: Rozen Maiden



Nome original: Rozen Meiden
Diretor: Mamoru Matsuo (1ª e 2ª temporada), Hatakeyama Mamoru (3ª temporada)
Ano de lançamento: 2004 (1ª temporada), 2005 (2ª temporada), 2013 (3ª temporada)

Oi pessoal, aqui é a Lidia. Hoje vou falar sobre um anime esquecido no tempo (sei que ele não é e nunca foi modinha, mas vale muito a pena falar dele), que tem cara de um shoujo muito chato com boneca. No entanto, já no gênero no anime você já vê uma realidade diferente sobre ele. Rozen Maiden possui o gênero: comédia, drama, sobrenatural e seinen/shonen (pois é, shonen, e não shoujo)(geração Rumble Dash deve amar esse anime).

 Como eu disse, anteriormente, o anime parece ser entediante, nunca teria assistido se não tivesse ganhado o DVD em uma de papercraft, mas quando eu vi a primeira temporada não resisti e assisti logo a segunda, na época ainda não tinha a terceira (então ainda não assisti a ela). Logo de cara o anime parece ser bem chato, mas ao passar dos episódios, você vai criando laços com os personagens, se envolvendo na história de jun e as bonecas, aí quando realmente começa a ação sobrenatural você já esta com seus ânimos a mil esperando o sucesso... Enfim, é super envolvente, filosófico, sobrenaturalismo (não sei se essa palavra existe, mas é a que melhor se encaixa no que eu queria falar) muito bom, meche com suas emoções, o anime realmente deveria ser visto por mais pessoas, além de ter 12 a 13 episódios, então tem como ver as temporadas rapidinho, até mesmo em um dia.


Obs. Faz muito tempo que vi esse anime, então irei falar sobre o geral da historia, pois não lembro mais onde começa a segunda e termina a primeira.

O protagonista é Jun Sakurada, um comum aluno japonês de animes, ou seja, ele tem problemas sociais, raramente freqüenta as aulas, adora ficar no computador, os familiares não tão nem ai pro fato que ele fica o dia todo no quarto sem sair de casa e tem paranóia com alguma (não são bonecas), ele gosta de pedir coisas on-line e devolve-las antes de ter que pagar. Até que um dia  uma mensagem do nada em seu computador, dizendo para colocar a ordem do pedido na gaveta, e ele faz isso só de brincadeira, só que a mensagem e o pedido sumiram e...apareceu uma boneca de corda que ganha vida quando gira a cordinha. A boneca é parece ser daquelas clássicas que são colecionáveis (não lembro qual país de origem desse estilo de boneca) e age como aquelas crianças de 6 anos mimadas, vendo TV a todo tempo, mandando em todo mundo que está na casa (após um tempo vem chegando mais bonecas, e ele mora com uma parente), adora doces e tem que ter seu chá da tarde.

Jun e todas bonecas criam laços bem fortes, entram em diversas aventuras juntos, elas o ajudam com o anti-socialismo (pois outras pessoas também ganharam essas bonecas). Até agora muito slice of life, mas o anime concentra mesmo a história nos jogos de Alice. Onde Jun tem que ajudar Shinku a derrotar Suigintou e o seu espírito andarilho em um universo paralelo.

Vocês já conhecem a frase: “não julgue um livro pela capa” e eu digo para vocês fazerem o mesmo com esse anime, não o julgue por imagens ou pôsteres, assista-o de verdade, tenho certeza que irá se apaixonar pelo anime e seu olho começará a suar a cada boneca danificada (ela perder o braço parece ser idiota para nós, mas imagine a dor de perder um braço) ou quebrada.

Obs. Se você é dessas pessoas que só lêem mangá porque é mais fiel, ela foi inspirada em um mangá de mesmo nome da dupla PEACH-PIT. Não sei se a história do mangá é diferente, mas provavelmente é, pois ele ainda está em andamento, então ou teremos mais temporadas ou a história é diferente.



Nunca vi a terceira temporada, mas já está na minha lista para ver e a sinopse dela me deixou bem confusa, pois não lembro detalhadamente do final da segunda. Mas em si, a terceira temporada mostra a história em um universo paralelo em que nunca tivesse conhecido Shinku. Nesse universo, Jun não tem mais a personalidade shut-in, mas também não encontra seu lugar no mundo, então Shinku aparece para ajudá-lo, e BOOOM, distorção do tempo e espaço de dimensões paralelas, o que será que vai acontecer?

[Dica de anime] Sword Art Online


Nome Original: Sword Art Online - Sōdo Āto Onrain
Diretor: Tomohiko Ito
Ano de Lançamento: 2012 (1ª Temporada), 2014 (2ª Temporada)

Oi, Lidia aqui de novo. E dessa vez vim falar de um anime que está sendo muito falado e que superou varias expectativas dos animes recentes. Com vários fandons e haters que acham que o anime é modinha, irei falar de Sword Art Online. O anime mostra que determinação para salvar as pessoas que você ama e voltar por sua família o deixam mais forte até do que o impossível (literalmente).

A história da primeira temporada de SAO se passa em 2022, onde os óculos de realidade virtual já existem com uma incrível configuração para jogos de VRMMORPG (Virtual Reality Massively Multiplayer Online Role-Playing Game). O NerveGear é um óculos em que entram diversos jogadores para jogar Sword Art Online, mas o que eles não sabem é que o NerveGear (provavelmente por ser um dos primeiros) está com problemas e eles não podem sair de lá sem ter zerado o jogo – vencido o chefão dos 100 andares - e se morrer no jogo, a pessoa morre na vida real – esse também é um dos estímulos de kirito, quando sua vida corre perigo real parece que sua habilidade aumenta. Kirito (sempre usa esse user em VRMMORPG) é um dos jogadores betas, então sai na frente dos outros, sempre na solidão e aprende a fazer coisas incríveis para poder ganhar o chefão e libertar todas as pessoas do jogo e voltar para sua irmã. Durante o jogo ele se apaixona e consegue uma filha (não pensem coisas exageradas sobre isso, é só um jogo de realidade aumentada ainda). Após dois anos, ele consegue sair de lá e então salva sua amada de outro VRMMORPG (ALfheim Online, ou ALA)- não irei descrever muito essa “temporada” porque é muito no estilo de perdidamente apaixonado e fadinhas - neutro que será sua “base”, pois é tranquilo.



Bem, a segunda temporada (SAO II) se passa em 2024 ou 2025 (não lembro ao certo, mas acho que é 25) em Gun Gale Online (GGO) e ALA. Continuou com o mesmo nome, por ter o mesmo protagonista e o problema ainda ser conseqüência de SAO. Em SAO II, Kirito é contratado para entrar em GGO pois Death Gun, de alguma maneira, tem cometido assassinatos no jogo que causam a morte na vida real e ele precisa descobrir como. No jogo ele conhece uma garota que só consegue tocar em armas em VRMMORPG e quer superar isso, e acha que ganhando o BoB vai conseguir, e Kirito também participara do torneio pois Death Gun só ataca os melhores, então ele tem que estar por perto para detê-lo – enquanto isso a irmã de Kirito, Asuna e seus amigos de SAO, estão lhe assistindo de um bar de ALA. Na segunda parte do anime, de novo ocorre em ALA, dessa vez para salvar uma princesa/ bug artificial do jogo, que lhe oferece como prêmio a Excalibur, que já lhe tinha ajudado uma vez.

Os haters só podem odiar esse anime pois sua moral não é clara, pois o anime em si é viciante e que carrega uma moral super importante. O anime é carregado das mais variadas emoções e estilos de anime (mesmo sendo um shonen), ele tem ação, aventura, romance, tecnologia, comedia, medicina, incesto (ou pelo menos a intenção), tem de tudo, e de sua maior parte votado para o videogame. Além de Kirito não fazer nada de mais pro romance e acaba que todas as garotas gostam dele e ficam ao seu redor, se encarando quando uma faz um ato de amor pra ele é recebido (exceto pela Asuna que é a oficial) – essas cenas são super engraçadas. E seu amigo Klein, o mulherengo, dar em cima de todas as garotas e nenhuma querer ele. São esses fatos que nos fazem rir enquanto vemos, apesar deles terem uma incrível vida, super agitada cheia de emoções, ainda são pessoas normais. Ou seja, o anime é incrível, e viciante, recomendo a todos.

OBS: Terá uma terceira temporada, não sei o que eles irão abordar, mas com certeza será alguma consequência de SAO como todas as que tiveram até agora. Sinceramente, acho que é desnecessário uma nova temporada, mas se souberem fazer vai ficar tão boa quanto a primeira e a segunda, só não podem continuar assim por muito tempo - só por que o anime está dando lucro – senão vai perder a qualidade, melhor eles pensarem bem para acabar com o anime enquanto ele ainda estiver em seu auge, sem deixar cair a qualidade.

[Dica de anime] Free!




Nome Original: Free! - Iwatobi Swin Club
Diretor: Hiroko Utsumi
Ano de Lançamento: 2013

Hey! Meu nome é Lidia e meu primeiro post será sobre Free! , um anime que pegou meu coração e o dilacerou, de tão bom que é (e outros motivos).

Enredo
Free! é um anime do gênero esporte, que trata a história de quatro garotos que se conheceram no fundamental no clube de natação, mas se separam na metade dele e só voltaram a se encontrar no ensino médio. Sendo que Haruka, Makoto e Nagisa estão no mesmo colégio e Rin – que foi para um colégio específico de natação fora do Japão quando se separaram – se encontra em uma escola superior no quesito da natação. Assim que Rin volta, ele desafia Haruka – que sempre o ganhou no fundamental – e mesmo ganhando (por pouco) não se sente satisfeito (tanto pelo o que aconteceu no funamental e pelo fato de ter treinado em uma escola especifica de natação e quase não conseguir ganhar, e ainda por Haruka nunca ligar para competições).


Obs. No clube de natação do colégio de Haruka, Makoto e Nagisa precisam de mais uma pessoa na equipe, então Nagisa perturba Rin para entrar, que só é convencido pelo nado livre incrível de Haruka, infelizmente, Rin é inteligente e bom em todos os esportes, exceto natação.

Bom ou ruim? Free! mistura, incrivelmente, comédia e drama em um mesmo enredo, não deixando nenhum segundo, ou história de algum personagem, desinteressante. Quando eu fui ver Free! Fiquei com bastante receio de que seria um lixo, já que o gênero esporte com cara de slice of life não atrai muito, né mesmo?! Mas quando eu comecei a assistir não consegui mais parar, é uma trama muito envolvente, pois trata dos sentimentos mais profundos de cada personagem e como a personalidade deles é bastante diversificada... Tem tema para explorar mais do que suficiente. Além disso, esse anime tem um poder especial, que é o de destruir as emoções de todas as garotas que o assistem, simplesmente, por usarem cinco personagens masculinos com características psicológicas e físicas totalmente diferentes, que deixa qualquer garota derretida por pelo menos um deles (fora o fato que é natação, ou seja, eles passam bastante tempo sem camisa, mesmo que às vezes usem macacão para nadar).

Obs. Como só tem homem de personagem principal, as pessoas acham que é um anime yaoi, mas não é. (Infelizmente, mas mesmo assim eu shipo Haruka com o Rin, já que é só falar “Rin” que o Haruka já surta querendo fazer tudo para ajudar ele. E Makoto sendo o segundo plano de Haruka, já que parece que eles só conseguem conversar direito quando o Rin não esta por perto (fiquei com pena dele) (Isso está só na minha cabeça, porque não é um yaoi)).


Obs. Já terminou de lançar Free! Eternal Summer com 13 episódios, mas não comentarei nada por que acabou no segundo semestre de 2014 e ainda não tive tempo de assistir e não curto ficar vendo episódio por episódio, prefiro esperar lançar tudo. Tenho grandes expectativas para essa segunda temporada, tanto que foi só eu ver uma parte do primeiro episódio que meu coração já começou a derreter por eles e por esse grande trama que estão preparando para a nova temporada (parece que os cinco amigos vão ficar mais próximos... - espero que em diversos sentidos).
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