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Gamestation: Just Dance 2015



Desenvolvedora: Ubisoft
Gênero: Ritmo
Plataformas: WiiWii UPlayStation 3,Xbox 360PlayStation 4,Xbox One
Lançamento: Outubro de 2014

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje estou aqui para falar de algo um pouco diferente: jogo de videogame. E nada melhor do que um jogo de música para a semana temática, não é? Por isso, o escolhido foi Just Dance 2015.

Just Dance 2015 foi lançado em outubro de 2014 (Sim, tem quase um ano) e possui muitas músicas para todos os públicos, incluindo os sucessos como Happy, Bang Bang e Dark Horse. Nessa última edição do jogo nº 1 de dança, você pode até mesmo gravar seu vídeo, mandar para a Ubisoft e aparecer para todo o mundo. Parece meio estranho, mas é bem legalzinho.

Entre as outras novidades, talvez a que chame mais atenção, está o Just Dance Vip, onde você pode dançar com grandes estrelas da música, coreógrafos e personalidades importantes do Youtube. Rodaram imagens de Katy Perry disponível na música I Love it, mas até hoje não foi liberado.

Esse jogo não foi lá essas coisas. Na minha opinião, foi o mais chato, menos cansativo e sem novidades importantes. Além desses problemas todos, tem os inúmeros bugs que desde o seu lançamento nunca foram resolvidos como por exemplo o erro de pontuação que aparece ao jogar online. O que ainda salva são as DLC’s que contam com – FINALMENTE- We Can’t Stop, Boom Clap, Kiss Kiss, entre outras.



Há especulações que esse seja o último jogo da franquia, pois desde Just Dance 2014 os lucros não foram tão positivos em relação aos volumes anteriores. Deu a impressão que os produtores não tiveram tanto carinho por esse e que resolveram se focar em algo maior. (Espero, sinceramente, que seja o 2016). Entretanto, tudo será esclarecido durante a E3 desse ano. 

TOP 10
  • The Fox - Versão Alternativa
  • Built For This
  • Kiss Kiss
  • India Waale
  • Walk This Way
  • It's My Birthday
  • I Love It
  • Xmas Tree
  • Bailando
  • Me and My Broken Heart


Trailer do Jogo

Resenha #120: Sábado à Noite, da autora Babi Dewet

Nome: Sábado à Noite
Autora: Babi Dewet
Editora: Generale
Nota: 4,5 Estrelas


Amanda é popular na escola e os amigos do seu amigo de infância são considerados os ‘marotos’ do pedaço por desrespeitarem as regras. Tudo ao seu redor acaba desmoronando quando um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Se não bastasse, seu diretor resolve dar bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada foi convocada pra tocar. Mas suas letras dizem tanto sobre ela… Afinal, quem são esses mascarados de Sábado à Noite?

Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. É o primeiro livro de uma trilogia cheia de amor - e música.




Resenha:

Olá, pessoas! Na resenha de hoje, cumprindo minhas obrigações com a Semana Temática, vou ter a resenha de um livro muito, mas muito legal (e brasileiro!) que tem como centro a música.

Amanda é aquela it girl popular de cidade pequena que, no passado, fora apaixonada pelo hoje renegado Daniel Marques. Ele é o melhor amigo de seu melhor amigo, Bruno, de quem anda meio afastada devido ao seu status social. Quando o diretor de seu colégio decide dar bailes nos sábados à noite, e uma misteriosa banda mascarada começa a cantar canções que tocam no fundo da alma de Amanda, a garota percebe que terá que encarar seu passado de frente se quiser encontrar o amor - e quem sabe, a si mesma.

Amo esses livros por diversas razões, seja pelas referências nerds que a autora insiste em colocar (e que são por sinal brilhantes) ou pelo fato de ser uma história realista, que realmente te convence do que está acontecendo, mesmo sendo em um livro.

Sem falar dos incríveis personagens, sejam eles hilários (Kevin é um dos personagens mais ácidos da literatura YA, sem mais) como Rafael, ou muitas vezes "tapa-na-cara" (a relação de Daniel com seus pais é emocionalmente dolorosa), como Carol e suas atitudes.

Daniel é um personagem também muito bem construído, e o modo como a narrativa se foca, não exclusivamente (ainda bem), mas principalmente, nele e em Amanda, é de dar parabéns a autora. E olha que "Sábado à Noite" era uma fanfic da banda McFly, provando que nem toda fanfic precisa apelar ou plagiar descaradamente outra saga para ser um sucesso (*cof cof* Cinquenta Tons *cof cof*).

Já Amanda, bem... ela é a personagem que eu menos gosto, mesmo ela sendo "a principal" (isso muda de figura no terceiro e último livro da série), porque eu achei ela, com o perdão da palavra, burra. Sim, ela fica fazendo "Hã?" praticamente o livro inteiro e isso me irritou um pouco, especialmente por ela ter potencial de ser alguém tão independente quando Katniss Everdeen. Porém, como esse é o primeiro livro de uma trilogia, muitas águas rolam depois do fim da história.

O final do livro é particularmente uma ousada mistura de previsível com surpreendente. Se por um lado ele termina de um jeito que estava na cara que ia terminar desde o primeiro capítulo, por outro lado ele também mostra que não é bem assim e que a história está longe de terminar. Não espere um romance ao estilo Nicholas Sparks: aqui, o Troy não fica necessariamente com a Gabriella.

As músicas do livro são bem escritas, e muitas delas podem ser ouvidas no site da autora. Elas são basicamente os sentimentos dos personagens definidos. Uma em particular, "A menina", pode muito bem ser usada para os românticos de plantão.

Enfim, não perca uma das melhores literaturas YA brasileiras que tive o prazer de ler. Garanto que não irá se arrepender.

Séries de TV #08: Glee, uma voz para sua geração


Nome Original: Glee
Ano: 2009-2015
Duração de cada episódio: entre 40 e 50 minutos
Criadores da série: Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan
Emissora: FOX
Frase que resume a série: "Ser parte de uma coisa especial não faz de você especial, mas uma coisa é especial por que você faz parte dela." - BERRY, Rachel

Na Coluna de Séries dessa semana, vou lançar para vocês uma luz particular dos episódios finais de Glee, "2009" e "Dreams Come True" e falar um pouco do porque essa série revolucionou a televisão como a conhecemos.

A SÉRIE

Na época de seu lançamento, não haviam praticamente produções musicais no mundo da TV, que dirá produções que resolvessem, sem medo, abordar temas ditos "polêmicos" como: gravidez na adolescência, homossexualidade, bullying, deficiência física, agressões contra a mulher, traumas de infância. Tudo isso, e mais, com música. O sucesso improvável se transformou em um fenômeno mundial. Não se pode se negar que a série começou a se perder em 2012, na quarta temporada, tendo uma queda ainda maior com a morte de um de seus protagonistas, Cory Monteith (o eterno Finn Hudson), que fez os roteiristas (e por consequência, o elenco inteiro, especialmente Lea Michelle, que era noiva de Cory) repensarem o futuro da série, o que gerou esta sexta e última temporada final.

A TEMPORADA FINAL

A missão era simples: retornar às origens. Rachel (Lea Michelle) e Kurt (Chris Colfer), após uma série de desilusões, voltam temporariamente para Lima, e decidem reabrir o Clube Glee do McKinley High, mesmo com os protestos ferozes da Diretora Sue Sylvester (Jane Lynch). Porém, a nova formação do New Directions não é exatamente a melhor. Além disso, Rachel precisa se encontrar mais uma vez, se quiser seu sonho de voltar à Broadway realizado.

OS EPISÓDIOS FINAIS

"2009" foi um incrível retorno aos primórdios da série, literalmente. O piloto (S01E01) foi recriado aqui de uma forma completamente nova, através de outros olhares. Sem falar que foi hilário ver os atores com seus figurinos de seis anos atrás. Além disso, a série mostrou o quanto cada um evoluiu, especialmente Rachel, que de garota prepotente e egocêntrica se transformou em uma mulher centrada e madura. Sem falar que a cena final cortou meu coração de uma forma inimaginável.

Mas nada me preparou para "Dreams Come True".

O series finale não foi perfeito, mas fechou incrivelmente uma jornada que já dura anos. Em suma, todos os personagens que conhecemos no piloto (menos o Blaine, mas se temos Kurt, o Blaine vem junto, então... Pois é) ganham um final satisfatório e feliz - o de Sue ainda me faz rir. Foi algo bem correto para uma série que marcava picos de audiência e terminou infelizmente nada próximo disso.

O último solo de Rachel, "This Time", uma canção escrita por Darren Criss (o Blaine), resumiu bem tudo o que a série representou para a quem assistiu. Seja pelos corredores do McKinley High, pelas ruas de Nova York ou nos palcos da Broadway, o New Directions mostrou que vale a pena lutar pelos sonhos, por mais impossível que pareçam. A canção final, "I Lived", manda a mensagem: "passamos por tudo que se pode imaginar, mas estamos aqui. Conseguimos. Nós vivemos."

A verdade é que Glee deixará marcas no coração de quem decidiu se render à ela. De quem aceitou pensar de outro modo. De quem questionou suas atitudes que pareciam certas. E, acima de tudo, de quem nunca parou de acreditar.

"Glee significa, em sua essência, se abrir para a felicidade."

[Dica de anime]: K-on!


Nome Original: Keion! - けいおん!
Diretor: Naoko Yamada
Estúdio: Kyoto Animation
Ano de lançamento: 1ªtemporada - 2009 / 2ª temporada - 2010

Oi pessoal, Lidia aqui. E como o tema da semana temática é música eu decidi trazer para vocês o único anime de música que eu conheço. K-on! é um anime do gênero slice of life que tem como tema principal a música do clube de música leve de uma escola.  O anime é composto por duas temporadas, a primeira de treze episódios e a segunda de 26 episódios, e eu acredito que acabou por ai pois já faz muito tempo desde o lançamento da segunda temporada (nunca vi a segunda temporada). O mangá já fui publicado no Brasil pela newPop e foi finalizado em quatro volumes.

A história se resume em colégio que está prestes a fechar o seu clube de música por falta de integrantes, até que aparece uma garota que não sabe tocar nenhum instrumento e pede para entrar, e como única opção para não fechar o clube, ela é aceita. E como todo slice of life, não tem uma história central muito longa, e sim diversas desventuras em que os provas, se preparar para shows, arrumar shows, cuidar da papelada do clube, arrumar dinheiro para os instrumentos, entre outros.



No clube de música leve encontramos Yui Hirasawa (guitarra) que é muito atrapalhada, animada e se distrai facilmente com coisas kawaii, ela é bem infantil, mas também é muito esforçada por ter entrado pro clube mesmo sem saber tocar nenhum instrumento (e aprender a tocar guitarra) só para ajudá-los. Mio Akiyama (Baixo) é uma garota super tímida e queria entrar para o clube de literatura, mas Ritsu a convenceu a entrar para o clube de música, já que ela sabe tocar baixo, e ela também sabe ser bem séria quando necessário. Ritsu Tainaka (bateria) é bem animada, mas tem uma memória fraquíssima (como a minha :3), vive fazendo piadas e sendo sarcástica, além de todas as idéias de arrecadação de dinheiro para o clube saírem dela. Tsumigi Kotobuki (teclado) tem muito dinheiro e é super gentil, além de adorar presentear as amigas com doces e outros mimos (não estranhe, sempre que elas estão no clube tão tomando chá com bolo).

Obs: As personagens são engraçadas, mas não o suficiente para te prender na história, então o único jeito de voce agüentar até o final é se identificando com algumas delas. Se conseguir terminar a primeira será recomensado com a segunda onde possui um conteúdo musical melhor e um público alvo mais amplo.

E agora, como é semana temática de música, vou deixar um vídeo com algumas músicas de K-on!

Top 10 Músicas de Filmes

Oi, gente! Para dar continuidade à Semana Temática, o Top 10 também é musical! Pensei em diversos temas para esse Top 10, e resolvi ficar com o "Top 10 Músicas de Filmes". O único problema é que as opções são infinitas e que eu tive que cortar várias músicas de filmes que eu gosto para concluir esse Top 10.


Não coloquei HSM no Top 10 (spoiler) mas pelo menos em gif eu tinha que colocar para diminuir meus sentimento de culpa por isso.

Cortei, inclusive, filmes que eu aaaaaamo (alô HSM) e ainda estou inconformada comigo mesma por ter feito isso. Sem mais delongas, eis o Top 10:


10° Lugar: The Hanging Tree - Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1




Não poderia deixar essa música completamente viciante de fora do Top 10. Além de que foi incrível ver a adaptação de uma música presente no livro "A Esperança" se tornar essa música incrível (já falei que é viciante?).

9° Lugar: Lost Stars - Mesmo Se Nada Der Certo








Confesso que não gostei tanto desse filme, mas a trilha sonora é incrível. E não podendo escolher entre uma das versões de Lost Stars, coloquei as duas.

8° Lugar: Can't Take My Eyes Off You - 10 Coisas Que Eu Odeio Em Você



Essa cena ocupa um lugar todo especial no meu coração!


7° Lugar: Way Back Into Love - Letra e Música



<3

6° Lugar: Glory - Selma



Não, ainda não assisti a Selma, mas assisti a essa performance maravilhosa durante o Oscar e não poderia deixar de fora.

5° Lugar: The Sound Of Music - A Noviça Rebelde



Por falar em Oscar, como deixar de fora essa apresentação magnífica da Lady Gaga? Não sou fã dela, mas essa apresentação realmente "mitou" e essa música é um amorzinho <3


4° Lugar: Bella's Final - Pitch Perfect




Pitch Perfect não poderia ficar de fora do Top 10 de jeito nenhum! Vocês não entendem o quanto nós (todos os membros do blog) estávamos viciados nesse filme em 2013. Ok, 2014 também. Ooook, 2015 também. Porém, infelizmente o tempo para assisti-lo novamente está um pouco escasso. Então ouvir pelo menos as músicas já é uma boa forma de alimentar o vício.


3° Lugar: Beauty and The Beast - A Bela e a Fera



Sim, temos uma animação no Top 10! Não, não é nenhuma música de Frozen, e sim esse clássico da Disney <3


2° Lugar: Somewhere Over The Rainbow - O Mágico de Oz



Sou apaixonada por essa música. Existem muitas versões dela cantada por muitos cantores famosos, como a Beyoncé. Porém, decidi colocar aqui a minha versão favorita de todas, e que é, em minha opinião, uma das melhores (se não a melhor) versões já feitas. A Luiza deu uma doçura à música que nem a Judy Garland conseguiu dar na versão original do filme. Apenas ouçam e apreciem.


1° Lugar: Only Hope - Um Amor Pra Recordar




Antes de mais nada, preciso confessar algo. Na minha lista original, essa música estava em segundo lugar. Porém, fui procurar o vídeo para colocar aqui e lembrei o quanto eu amo essa música. Enquanto estou escrevendo esse texto, estou ouvindo-a pela 5ª vez seguida e só de lembrar do filme já fico emocionada. Esse filme <3 Essa música <3 Esses atores <3 A voz da Mandy Moore (como faço pra roubar pra mim?) <3 E a carinha do Landon enquanto ela canta??? Ok, vou parando por aqui. Caso ainda não tenha dado para perceber, amo essa música e esse filme e não poderia, de forma alguma, colocar outra música para ocupar o primeiro lugar.


Menção Honrosa: A Thousand Years - Saga Crepúsculo: Amanhecer



Gente do céu! Estou editando o Top 10 às 23:44 de Quarta-Feira, 25/03, simplesmente porque NÃO ACREDITO QUE ESQUECI DE INCLUIR ESSA MÚSICA NO TOP 10 ORIGINAL!!! Portanto, antes tarde do que nunca, e Christina Perri, a menção honrosa é toda sua, querida!

Música da Semana #29: Cool Kids, da banda Echosmith (na versão da série "Glee")



She says they're walking in a straight line
But that's not really her style
They all got the same heartbeat
But hers is falling behind

Nothing in this world could
Ever bring them down
Yeah, they're invincible
And she's just in the background

And she says

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

He says I'm talking with a big smile
But they haven't got a clue
Yeah, they're living the good life
Can't see what he is going through

They're driving fast cars
But they don't know where they're going
In the fast lane
Living life without knowing

And he says

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to get it
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

And they said

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to get it
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to fit in
I wish that I could be like the cool kids
Like the cool kids

I wish that I could be like the cool kids
'Cause all the cool kids
They seem to get it
I wish that I could be like the cool kids

Like the cool kids

Semana Temática #02: Musicais!

Olá, pessoas! Nesse mês eu, Lucas, vou apresentar a Semana Temática para vocês. Vai ser sobre algo que eu admito possuir uma paixão meio descontrolada. Sem mais delongas, o tema dela é...

MUSICAIS!

(ou simplesmente... MÚSICA!)


Blaine aprova! (apesar de eu não aprová-lo...)
 A Marcella sugeriu o tema, já que hoje vai ao ar na TV dos EUA o series finale da série "Glee", uma precursora das séries musicais e que, com muitos fãs (e muitos haters), foi um marco da televisão mundial.

Minha conta cheia de milhões realmente se importa com sua opinião.

Ou seja: vamos sim falar de séries, animes, jogos e, acreditem se quiser, livros que abordem o tema "Música". Obviamente, também vai rolar um Top 10 especial e uma homenagem à "Glee" no final disso tudo. Desde já, esperando seus comentários!



Séries de TV #06: A to Z - um retrato delicioso do amor nos tempos modernos


Título Original: A to Z
Ano: 2014-2015
Duração de cada episódio: entre 21 e 25 minutos
Criador da série: Ben Queen
Emissora: NBC-EUA
Frase que resume a série: um pouco de destino não faz mal a ninguém.

Olá, pessoas! Lucas de volta. Aproveitando a Semana Temática, trago uma série bem romântica, que lembra uma mistura de 500 Dias com Ela com a finada How I Met Your Mother, chamada A to Z.

Na trama, Andrew Lofland (Ben Feldman) é um homem macho, que gosta de esportes e filmes do Liam Neeson. Porém, ele possui um lado romântico, que vem de sua infância desde a morte da mãe. Ele trabalha em uma empresa de namoro online, a Wallflower, e gosta de juntar casais e fazê-los felizes. Porém ele ainda está sozinho. Já Zelda Vasco (Cristin Milioti) é uma garota bem feminina, que gosta de festas com temas e pedicure. Ela é uma respeitada advogada na empresa onde trabalha, e por não ter exemplos de relacionamento quando crescia, ela não é muito chegada a namoros, e então, ela também está sozinha.

Quando os dois se conhecem, a narradora já avisa: o namoro já tem data para acabar. Porém, esse é o grande mistério da série: o que isso significa? Que eles vão terminar? Que vão iniciar o noivado? A partir de uma contagem regressiva, que aparece em todo episódio, o mistério do relacionamento de Andrew e Zelda vai sendo desvendado, à medida que ambos vão evoluindo em sua relação de forma cada vez mais madura.

Para começar, é uma crueldade minha indicar essa série para ser assistida, pelo simples fato de ela ter sido cancelada. Isso mesmo, tecnicamente, ela não tem um final. Pode até ser sacanagem minha fazer isso com quem lê, mas a verdade é que A to Z merece ser conferida. Seus 13 episódios conseguem ser engraçados, emocionantes e em certos pontos até mesmo reflexivos. Temas como amizade, família, morte e até mesmo ética no trabalho são discutidos da forma mais hilariante possível, graças tanto ao casal principal quanto ao grupo de coadjuvantes mais engraçado desde Marshall e Lily: o nerd tresloucado, melhor amigo de Andrew e quase um mentiroso compulsivo, Stu (Henry Zebrowski) e Stephie (Lenora Crichlow), a melhor amiga britânica de Zelda, que vive à caça de um homem para chamar de seu.

Outros também merecem atenção, como a chefe maníaca de Andrew, Lydia "Garibalda" (Christina Kirk) e o casal-que-não-é-mais-casal-mas-na-verdade-é, Dinesh (Parvesh Cheena) e Lora (Hong Chau), mas são os quatro principais que ficam com os holofotes. Mas, o brilho pertence ao casal principal: Zeldrew.

Não sei o que disser sobre Cristin Milioti, a não ser muito amor. Eu já a conhecia desde seu ano em How I Met Your Mother, e também de seus musicais na Broadway (sim, ela fazia BROADWAY!). Ela é simplesmente incrível. Por mais que sua atuação tenha sido marcante em HIMYM, nunca mais a verei senão como Zelda. Ela incorporou a personagem e é uma pena que o público americano também não tenha se apaixonado por ela como eu.

Ben Feldman é o cara, em muitos aspectos. Ele representa tudo aquilo que todo homem pensa em um relacionamento. Ainda que pareça muito sonhador ao acreditar na "Mulher Certa", ele mostra toda a insegurança e as necessidades de um homem dentro de uma relação. Um retrato que consegue ser realista e ao mesmo tempo que funciona no mundo da ficção.

Não poderia deixar de citar a narradora, cuja voz pertence à atriz Katey Segal. Sua narração é adorável e contida, aparecendo somente em momentos chave da história. É um recurso que, por não ser tão utilizado, acaba sendo delicioso de ver (e ouvir).

A série começa com um A, "A is for Acquaintances", porém termina no M, no episódio 13, "M is for Meant to Be". Ao longo da curta jornada de Andrew e Zelda, eu realmente me peguei refletindo: existe destino? A pergunta cabe a quem assiste responder. Eu só posso dizer que a jornada vai valer a pena. Muito.

[Dica de anime]: Tonari no Kaibutsu-Kun

                  
    

  Nome original: Tonari no Kaibutsu-kun (となりの怪物くん)
Diretor: Hiro Kaburaki
Estúdio: Brain's Base
Ano de lançamento: 2012

                  Oi pessoal, Lidia aqui de novo. Para essa semana de Valentine’s day decidi falar sobre Tonari no Kaibutsu-sun. Um anime shoujo, que também é uma comedia romântica e de certa forma um slice of life também. Esse anime foi muito falado em sua época de lançamento, mas hoje em dia ele já quase sumiu daqueles animes que são os mais falados, mas se procurar bem, ainda encontra alguns lugares que comentam bastante sobre ele, por seu grande sucesso em 2012.

                  Normalmente, os casais em series e animes são como um imã (os opostos se atraem) ou duas pessoas muito parecidas se gostam. No entanto, esse anime llhe mostrará algo totalmente inovador. Haru é um “delinqüente” que foi expulso da escola e que tem alguns problemas psicológicos, que parece ser ingênuo e bruto, mas que ao decorrer do anime se mostra ser bastante carinhoso e Shizuku é uma garota que não quer nada com ninguém (independente se for para ser amigo ou namorado), ela só quer saber de estudar e se profissionalizar, e trata todas as pessoas indiferentemente, como se não ligasse para elas, mas mesmo assim ainda encontra algumas pessoas que são suas amigas mesmo com esse comportamento indiferente dela.

                  

                 A história do anime é basicamente: Haru foi suspenso por bater em alguns garotos na escola e nunca mais voltou depois disso, por ter perdido a confiança na escola. Em um dia Shizuku é encarregada de levar o dever de casa para ele e tentar convencê-lo a voltar para escola. Porém após alguns devaneios, ele acaba se confundido e pensa que eles são amigos. Depois de algumas aventuras Haru acaba se apaixonando por ela, mas a personalidade fria e anti-social dela a relação deles (que só acontece na cabeça de Haru) vai ficando mais difícil de continuar.

                O anime é incrível, pois ao decorrer da historia podemos ver o crescimento emocional e mental dos personagens. Shizuku de uma garota que não se importava com nada além dos estudos começa a se importar com as pessoas a sua volta e até a reconhecê-las como amigos, ela consegue até mesmo se declarar para Haru. E Haru passa de um garoto agressivo, sem futuro escolar, sem amigos para um cara sensível e super fofo, com amigos e que freqüenta as aulas (e tira boas notas), e de acordo que esteja com Shizuku seus problemas psicológicos são, praticamente, nulos.

                 Obs. Um fato é que independente da evolução mental e emocional de Haru, ele ficou perdidamente apaixonado por Shizuku e perto dela ele é o namorado ideal (sempre carinhoso e super amoroso, e bastante ciumento rs) e não deixa ninguém fazer mal a ela. Tudo o que ele fez por ela foi por amor, incluse um caso que ele diz que vai bater nela, pois em japonês seria vou te estuprar, e isso é explicável já que ele estava loucamente apaixonado e com problemas emocionais, no momento só pensava nela, fora isso ele foi como um servo loucamente apaixonado por ela.

                 Como todo slice of life não se tem muito do que se falar sem dar spoilers, pois os personagens passam por diversas aventuras. Esse anime foi um dos melhores da temporada de outubro de 2012 e merece muito ser visto, principalmente, nessa semana de valentine’s Day. A única coisa que tenho a criticar desse anime é que deixou muitas coisas vagas na história deixando os fãs a desejar uma nova temporada que não chega.

                  Obs. Para complementar a história que foi deixada cheia de buracas pode se ver o OVA ou ler o mangá, de mesmo nome, que possui 11 volumes (termina após de onde parou o anime) para tentar deixar sua história mais completa.

                  Obs. O anime está sendo exibido pela Netflix pelo nome de “my little monster”.

Top 10: Melhores Casais das Séries de TV


Ooooooi, gente! Marcella aqui mais uma vez. E dessa vez vim para anunciar que o Top 10 está de volta! Algum leitor anônimo lindo comentou no meu último Top 10, e me deu inspiração pra continuar escrevendo. Mas eu gostaria de pedir mais uma vez para que vocês continuem comentando, porque eu acabei de começar a faculdade, e o meu tempo está ainda mais apertado do que era durante o período de vestibular, algo que eu achei que fosse impossível. E o Top 10 demanda bastante tempo para ser feito também, então um pouco de reconhecimento sempre é bem-vindo. Então, o Anônimo sugeriu um Top 10 de séries para se viciar, mas como eu visualizei o comentário um dia desses, não tive tempo de fazer para essa terça, mas para o meu próximo Top 10, o tema será esse. Sem mais delongas... o Top 10 de hoje também é relacionado a séries (e à Semana Temática): Top 10 casais de séries!

10 ° Lugar: SnowBarry – Caitlin Snow & Barry Allen (The Flash)



Esses dois nem são um casal em The Flash (por enquanto, espero!), mas já possuem um fandom maior do que o de Barry e Iris, que, supostamente, deveria ser o casal com a maior torcida. A química desses dois é inegável, ainda mais após o episódio 12 da 1ª temporada, “Crazy for you”.

9° Lugar: Creddie – Carly Shay & Freddie Benson (iCarly)



Ok, me julguem o quanto quiserem, mas eu TINHA que colocar a Carly e o Freddie aqui. O motivo? Foi o primeiro casal de séries que eu shippei, antes mesmo de existir o termo “shippar”. Own. E não vou nem comentar o quanto eu fiquei revoltada com o final ambíguo da série. O Freddie e a Carly se beijam, mas o Freddie também dá a entender que gostaria de voltar com a Sam. E no final das contas não fica com ninguém. 


8° Lugar: Ness – Nick Miller & Jessica Day (New Girl)



Comecei a assistir New Girl há pouco tempo, mas não poderia deixar esse casal de fora. Estou na primeira temporada ainda, mas graças a spoilers (obrigada, instagram ¬¬) já sei que eles ficam juntos na próxima temporada. Mas, antes mesmo disso, já os achava super fofos e mal posso esperar a hora de ver a fofura da Jess e o jeito mais rude do Nick combinados <3 

7° Lugar: OutlawQueen – Robin Hood & Evil Queen Regina Mills (Once Upon a Time)




A Rainha Má da Branca de Neve e o Robin Hood. Esse casal é ao menos possível? No mundo de Once Upon a Time sim. E ele não apenas é possível quanto um dos mais populares (e fofos) da série. Por favor, né. Eles são almas-gêmeas que deveriam ter ficado juntas desde antes de ela se tornar a Rainha Má, mas como que por ironia do destino (mentira, ela ficou com medo de agir mesmo), não ficaram, e muita história se desenrolou até que eles finalmente ficassem juntos. E então, um belo dia (muito tempo depois), se apaixonaram e viveram felizes para sempre... só que não! Foram afastados de novo, por ironia do destino (dessa vez é verdade), mas com certeza voltarão a ficar juntos, então tenham paciência.  

6° Lugar: Lily Aldrin & Marshall Eriksen (How I Met Your Mother)



Vou resumir este casal do Top 10 com apenas uma palavra: cumplicidade. Não acho que seja necessário falar mais nada, pois o Marshall e a Lily realmente se encaixam nessa palavra, nos mais diversos sentidos. 

5° Lugar: Ted Mosby & Robin Scherbatsky (How I Met Your Mother)





Eu sei, é uma escolha meio polêmica. “Mas Marcella, como assim você não shippa a Robin com o Barney???” Pois é, simplesmente não shippo. Para não dizer que nunca shippei, shippei apenas uma vez, durante a dança deles em um casamento na 7ª temporada. Só. Simplesmente me apeguei à Robin e ao Ted como casal, e acho linda a devoção do Ted a ela, mesmo que exagerada algumas vezes e que ela não o mereça. Nem preciso comentar o quanto fiquei feliz com o final, não é? Não pelo fato de a Mother morrer, pois eu gostava muito, muito, muito dela e achava ela e o Ted um casal maravilhoso também, além do fato de que ela soube valorizar o que a Robin não soube. Mas achei bonito o fato de o Ted não desistir da Robin mesmo após tanto tempo e tantas rejeições. Falta de amor próprio da parte dele? Não, apenas amor. 


4° Lugar:  Olicity/Lauriver – Oliver Queen & Felicity Smoak/ Oliver Queen & Laurel Lance (Arrow)



Não tive como escolher apenas um desses casais também, e não tenho um preferido. Se o Oliver terminar a série com qualquer uma delas duas, por mim já está ótimo. Vibro com as cenas Olicity tanto quanto com as cenas Lauriver. Meio estranho, eu sei.

3° Lugar: Frary – Príncipe Francis & Rainha Mary (Reign)



Amo, amo, AMO esse casal! E essa série também, apesar de os escritores terem perdido um pouco do fio da meada e a história estar meio viajada nos últimos episódios. Mas não largo a série simplesmente por apego a esse casal. A série é baseada na história real da Rainha Mary da Escócia, que é noiva do Príncipe Francis da França desde a infância. Até atingir a idade para se casar, Mary é mantida em um convento dentro do território francês, protegida da Inglaterra, principal rival da Escócia no período. Quando chega o tempo certo, ela é levada de volta para a Corte Francesa, para se casar com Francis. O que eles não esperavam era que um casamento arranjado pudesse realmente virar amor (na série, minha gente. Não sei como realmente aconteceu na história).

2° Lugar: Mondler – Mônica Geller & Chandler Bing (Friends)



O casal que foi amigo por anos e conseguiu levar a amizade para um outro nível sem arruinar tudo. Muito pelo contrário, estiveram em sua melhor forma durante a série enquanto casal. O casal que inspira vários amigos a deixarem a Friendzone. Ok, nem tanto assim, sair da Friendzone continua sendo algo muito temido. Mas eles são a prova de que às vezes arriscar vale à pena. 


1° Lugar: CaptainSwan + Rosschel – Captain “Hook” Killian Jones Emma Swan (Once Upon a Time) + Ross Geller & Rachel Green (Friends)




Não tive condições de escolher apenas um desses dois casais para ficarem em primeiro lugar, pois sou extremamente apegada a ambos. Rosschel é O Casal Modelo para todos os outros casais modelos criados desde então. E eu já expressei grande parte do meu amor por eles em outro Top 10 (Confira aqui). Lobsters <3

Para finalizar o Top 10 da Semana Temática de Valentine’s Day, falarei um pouco do meu casal vício atual e principal ship. CaptainSwan é aquele tipo de casal que tem química desde as primeiras cenas juntos (aka ameaçar de morte, colocar uma faca no pescoço do outro e algemar um dos dois em um pé de feijão junto com um gigante raivoso), e que mesmo com as probabilidades ínfimas de ficarem juntos, seja por causa de um encosto ex-namorado que ressurge depois de 10 anos, por um dos dois ser um vilão ou por um dos dois demorar séculos para aceitar os sentimentos (40 episódios!!!!!) pelo outro,  é impossível não shippar (Lidia discorda), pelo simples fato de serem lindos juntos e combinarem em diversos aspectos. CaptainSwan é vida, sem mas!


Resenha #119: Simplesmente Acontece, da autora Cecelia Ahern

Nome: Simplesmente Acontece
Autor: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Nota: 4,5 estrelas
Onde Comprar: Saraiva - Submarino - Americanas

O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails e cartas. Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.

Resenha

Oi, pessoal. Marcella aqui de novo, depois de tanto tempo. E hoje eu estou aqui para fazer a resenha do livro "Simplesmente Acontece", da autora Cecelia Ahern. E a minha primeira resenha literária aqui no blog também.

Eu conheci esse livro por indicação da irmã de uma amiga minha, que me indicou pelo nome com o qual o livro foi publicado originalmente: "Onde terminam os arco-íris" (Editora Relume Dumará). Certo dia, durante uma viagem, achei em uma livraria e resolvi comprá-lo.

O livro conta a história de Alex Stewart e Rosie Dunne, melhores amigos desde os 7 anos de idade. E esse é exatamente o momento em que o livro começa, eles dois com 7 anos, trocando bilhetinhos durante a aula. Um fato interessante sobre o livro: ele é todo escrito por meio de bilhetes, emails, chats, cartas e sms, portanto, diálogos face a face são algo que você não vai encontrar em momento algum do livro.

Durante o livro, vemos os personagens principais passando por várias fases da vida: a infância, a adolescência, o primeiro amor, a primeira decepção, a separação física, a tão temida friendzone, filhos, casamentos conturbados e muito mais. Além de tudo isso tornar a história mais palpável, algo que também me fez gostar bastante dele foi o fato de que apesar de todas as dificuldades e de haverem momentos de crise na amizade, os personagens principais enfrentaram tudo juntos e conseguiram manter a amizade, mesmo após vários anos de separação, tanto física (Alex teve que se mudou de Dublin para os Estados Unidos, devido a uma promoção do seu pai no trabalho) quanto emocional. E isso me tocou especialmente por eu me identificar com isso no momento. Acabei de terminar o Ensino Médio, e todos os meus amigos escolheram cursos ou instituições diferentes de mim para cursarem a faculdade. E algo que eu sinceramente espero que aconteça é que nós consigamos manter contato durante o resto de nossas vidas, mesmo em meio às dificuldades, tal qual Alex e Rosie conseguiram.

Outra coisa muito legal do livro é que a história de Alex e Rosie se repete com a filha de Rosie, Katie, que também tem um melhor amigo do sexo masculino desde a mesma idade em que Rosie e Alex começaram a amizade. E é muito engraçado ver várias situações que aconteceram durante o crescimento de Alex e Rosie se repetindo com Katie e Toby. Porém, Katie consegue resolver sua vida muito mais jovem do que Rosie consegue, para a nossa sorte (ou não).

Gostei bastante desse livro, é uma leitura muito gostosa. Porém, confesso que em certo momento fiquei entediada, pois tive a sensação de que a autora estava enrolando, a ponto de eu me estressar com a história e tirar 3 dias de folga dela. Quando retomei a leitura, não consegui mais parar. Então, um conselho: se em algum momento você achar o livro entediante, não desista dele. Pare de ler por alguns dias, mas não desista. Ele vale muito à pena no final. Falo isso por experiência própria. Minha relação com esse livro foi de amor e ódio. Em certos momentos achava que já estava na hora de finalizar, e quando terminou eu quis desesperadamente que tivesse mais.

Revelei acima que o nome do livro foi alterado, e eis o motivo: em 2014, foi lançado (nos EUA) o filme baseado no livro, e para aumentar a divulgação tanto do livro quanto do filme, a Editora Novo Conceito republicou com nome igual ao nome do filme: "Simplesmente Acontece", em português, e "Love, Rosie" em inglês. Alex e Rosie são interpretados pelo Sam Finnick Claffin e pela Lily Clary Collins. Ainda não vi o filme, mas o trailer, sim. E preciso confessar que minhas expectativas não estão muito altas quanto ao filme, no que diz respeito à fidelidade ao livro, pois só de ver o trailer já encontrei vários erros. Mas, mesmo assim, confiram abaixo o trailer:




O filme estréia aqui no Brasil dia 5 de março de 2015. Caso eu crie coragem para assistir, comento aqui depois o que achei.

Semana Temática #1: Valentine's Day

Ooooi, pessoal. Tudo bem? Marcella aqui para apresentar um novo projeto do blog: as Semanas Temáticas.

Como vai funcionar?

Uma vez por mês, escolheremos um tema para tratar durante uma semana. E todos os posts do blog durante essa semana serão relacionados a esse tema, de alguma forma.

E, para dar início às Semanas Temáticas daqui do blog, e dada a proximidade com o Valentine's Day nos Estados Unidos, o tema não poderia ser outro se não... o Amor!



Mas calma aí, você que está solteiro! O Valentine's Day, nos Estados Unidos, diferentemente do Dia dos Namorados no Brasil, também é usado para comemorar amizades!




Porém, se mesmo após o meu discurso de comemorar amizades você ainda não foi convencido... bem, continue acompanhando o blog mesmo assim, porque eu garanto que vem muita coisa legal por aí durante essa semana!






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