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Resenha #134; Cinder, da autora Marissa Meyer

Nome: The Lunar Chronicles: Cinder
Autor: Marissa Meyer
Editora: Macmillan
Nota: 4,5 Estrelas

Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica. Primeiro volume da série As Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.




Resenha

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é do livro Cinder, primeiro volume da série The Lunar Chronicles, da autora Marissa Meyer.

Cinder era uma garota normal, mas depois de um acidente de aerodeslizador, passou por diversas cirurgias que a transformaram em um Ciborgue, metade humana, metade robô. A “garota” trabalha como mecânica e tem que sustentar a sua madrasta e irmãs. No meio desse contexto, Cinder conhece o príncipe Kai que luta para enfrentar uma terrível praga que assola Nova Pequim, matando a cada dia milhares de pessoas.


Além disso, existem os lunares. Eles são os povos moradores da lua que detêm um grande poder tecnológico e, principalmente, bélico. A rainha lunar Levana está em negociação com a terra para afirmar um acordo de casamento com o príncipe Kai, podendo, assim, controlar tanto o planeta como o seu satélite natural.

Gostei bastante do livro. Ele envolve muito da história clássica da Cinderela, como a madrasta, o baile, mas com inúmeros elementos da modernidade como veículos voadores e circuitos altamente tecnológicos. Me surpreendi, pois esperava algo muito parecido com a série Once Upon a Time, porém foi algo totalmente novo e fantástico.


Os segundo e terceiro volume já foram lançados e o quarto livro te previsão de lançamento, nos Estados Unidos, para novembro. Os direitos para adaptação cinematográfica já foram comprados e o roteiro já foi finalizado. Espero ansioso para o filme e a continuação. 

Resenha #133: A Torre Acima do Véu, da autora Roberta Spindler

Nome: A Torre Acima do Véu
Autor: Roberta Spindler
Editora: Giz Editorial
Nota: 5 Estrelas

Quando uma densa e venenosa névoa surge misteriosamente, pânico e morte tomam conta do planeta. Os poucos sobreviventes se refugiam no topo dos megaedifícios e arranha-céus das megalópoles.
Acuados, vivem uma nova era de privações e sob o ataque constante de seres assustadores, chamados apenas de sombras.
Suas vidas logo passaram a depender da proteção da Torre, aquela que controla os armamentos e a tecnologia que restaram.
Cinquenta anos se passam, na megacidade Rio-Aires, Beca vive do resgate de recursos há muito abandonados nos andares inferiores, junto com seu pai e seu irmão. A profissão, perigosa por natureza, torna-se ainda mais letal quando ela participa de uma negociação traiçoeira e se vê cada vez mais envolvida em perigos e segredos que ameaçam muito mais do que sua vida ou a de sua família.



Resenha

Oi Pessoal, tudo bem com vocês?

A Resenha de hoje é do livro A Torre Acima do Véu, da autora Roberta Spindler (Contos de Meigan: A Fuga dos Cártaros).

A Torre Acima do Véu é uma distopia que narra a vida da humanidade depois que uma misteriosa névoa assolou o mundo, obrigando as pessoas a se mudarem para os maiores prédios das megacidades, como Rio-Aires.

A protagonista da história é Beca, uma jovem que trabalha com seu pai adotivo e seu irmão fazendo entregas de diversas mercadorias. Quando recebe a missão de transportar um cubo de energia, ela se envolve em algo muito maior. A garota começa a ter acesso a informações do que realmente há dentro da névoa, os temidos Sombras, além de perceber que o maior centro político da Nova Superfície, A Torre, esconde muita coisa que poderia desestabilizar tudo e todos.

"Por você, Nikolai poderia voltar a viver"

Além disso, devido a presença da névoa, algumas crianças nasceram com poderes especiais, como ter grande agilidade, no qual é o caso de Beca, ou ter a capacidade de se teletransportar. Achei bem interessante esse toque meio X-Men e confesso que logo no inicio fiquei me perguntando quais seriam os efeitos nessa sociedade.

Com um ritmo frenético, revelações bombásticas em cada capítulo, vários elementos da cultura geek e um toque de portunhol muito interessante, A Torre Acima do Véu prende e tem um final com MUITO gosto de quero mais.

Resenha #132: Geek Love: O Manual do Amor Nerd, do autor Eric Smith

Nome: Geek Love: O Manual do Amor Nerd
Autor: Eric Smith
Editora: Gente
Nota: 4 Estrelas
Onde comprar: Editora Gente

Atenção, Player 1: você está prestes a embarcar na quest da sua vida.
Este livro é para quem está cansado de viver a vida no single player mode.
Este livro é para quem percebeu que todas as temporadas de Doctor Who não conseguem abafar aquele insistente sentimento de falta.
Eric Smith sabe mais do que ninguém que existem prazeres imensos na vida geek. Amigos incríveis, conversas até de madrugada sobre realidades alternativas ou até mesmo o simples prazer de ler aquele lançamento de quadrinhos. No entanto, chega um momento na vida de todo nerd em que o amor bate à porta e daí vem a hora de jogar o xadrez tridimensional que é o mundo dos solteiros.
Não se desespere, jovem Padawan! Deixe Smith guiá-lo por esse caminho e descubra que amar é muito mais do que flores e bombons. Afinal, nada é normal na vida do nerd, e o amor não é senão o mais extraordinário dos fenômenos humanos.
Resenha

Olá pessoas! Lucas aqui. Hoje a resenha é de um livro da nossa Editora parceira, a Editora Gente. Ele é bem legal e um pouco diferente do que eu costumo ler.

"Este livro é para quem está cansado de viver a vida no single player mode. É para quem percebeu que todas as temporadas de Doctor Who não conseguem abafar aquele insistente sentimento de falta.

Eric Smith sabe mais do que ninguém que existem prazeres imensos na vida geek. Amigos incríveis, conversas até de madrugada sobre realidades alternativas ou até mesmo o simples prazer de ler aquele lançamento de quadrinhos. No entanto, chega um momento na vida de todo nerd em que o amor bate à porta e daí vem a hora de jogar o xadrez tridimensional que é o mundo dos solteiros.

Não se desespere, jovem Padawan! Deixe Smith guiá-lo por esse caminho e descubra que amar é muito mais do que flores e bombons. Afinal, nada é normal na vida do nerd, e o amor não é senão o mais extraordinário dos fenômenos humanos."

O fato da minha fraqueza em relacionamentos do tipo amoroso (insira aqui 'carinha triste') e também por ser um nerd de alto nível da escala da nerdice cósmica fez com que eu ficasse bem interessado em ler esse livro. Por um momento, eu pensei que ele fosse mais 'da zuera' ou talvez um romance, mas como o próprio título diz, ele realmente é um manual para que nerds possam se relacionar com garotas de uma forma sincera e bem humorada. Ele é cheio de bilhões de referências que vão a animes como Gurren Lagann aos Capacitores de Fluxo, de hilárias críticas ácidas à Cinquenta Tons de Cinza e Nicholas Sparks à instruções de maratonas de Star Trek e Battlestar Galactica. Tudo isso regado com ilustrações em 8-bits sensacionais, muito bom humor e positivismo. Sem falar das comparações com situações da vida cotidiana com séries e filmes, que são, sem dúvida alguma, geniais.

O livro segue praticamente um sistema de fases, que vão do Namoro Iniciante ao Namoro Avançado. As instrução variam de como iniciar uma conversa e ter o primeiro encontro e chegam até mesmo a como lidar com términos - ou pedir em casamento.

Talvez o único revés do livro seja se ele realmente funciona. Eu mesmo ainda não tive a coragem de tentar nada. Mas ele é uma ótima leitura para uma tarde chuvosa, ou uma viagem de avião. Depende se você encara-o como uma ótima leitura despretensiosa ou talvez, a chave para entrar em um relacionamento.

PS: O livro é indicado a homens pelo próprio autor do livro, embora você, garota nerd (ou não), não se sinta privada de ler. Afinal, o homem deve conhecer a mulher, então, acho que o vice-versa pode ser aplicado.

Resenha #131: Eleanor e Park, da autora Rainbow Rowell

Nome: Eleanor e Park
Autor: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Nota: 4 Estrelas

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Resenha
Oi pessoal, tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é de um livro muito comentado no meio literário, mesmo antes do seu lançamento aqui no Brasil e por curiosidade resolvi pegar para ler. Estou falando de Eleanor e Park, da autora Rainbow Rowell.

A obra em questão se passar durante os anos 1980, nos Estados Unidos, no auge do surgimento de várias bandas de Rock e quando o mundo das HQs explodiu. A narração é intercalada entre Eleanor e Park. A garota é uma menina excêntrica com seus cabelos vermelhos bagunçados, um pouco gordinha para o padrão e com um visual muito estranho, cheio de listras e gravatas. Park é um garoto mestiço, calmo, com poucos amigos, que gosta de heróis e músicas.

Ao se conhecerem no ônibus escolar, os dois jovens começam um relacionamento muito bonito que ao decorrer da história, vai se tornando algo avassalador. Nesse ponto, a autora soube desenvolver muito bem o relacionamento deles e não colocar como se fosse um amor à primeira vista, sem pé nem cabeça.

" Ela lhe pedira que explicasse algo que ele mal podia explicar a si mesmo.
- Eu não gosto de você - ele disse - Preciso de você."


Além disso, temos o debate de várias questões importantes no livro, principalmente envolvendo a personagem Eleanor. Na escola, a garota precisa enfrentar as outras meninas que fazem bullying devido à sua excentricidade. No núcleo familiar, ela precisa enfrentar os maus tratos que o padrasto comete com a mãe, a violência verbal, a falta de comida e de se suprimentos básicos. No caso de Park, aparentemente a sua família é perfeita, mas logo percebemos que o garoto precisa bater de frente com seu pai que é muito machista e não tolera algumas atitudes do filho.


Entretanto, acredito que Rainbow pecou um pouco no final. Deu a impressão que a conclusão estava extensa demais e a editora pediu para cortar algumas cenas, deixando o romance muito corrido e sem um final propriamente dito. Para quem leu, não estou reclamando do acontecimento da última página, mas como a história chegou até lá.

Embalado por muito rock, Histórias em Quadrinho e mundo Geek, Eleanor e Park é bonito, cativante e engraçado, porém é mais um romance água com açúcar como outros que existem por aí.

PS: Já foi confirmada a adaptação cinematográfica do livro e a própria autora vai fazer o roteiro. As gravações estão previstas para começar ainda este ano.

Resenha #130: Para Todos os Garotos que Já Amei, da autora Jenny Han

Nome: Para Todos os Garotos que Já Amei
Autor: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Nota: 563728 Estrelas


Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.



Resenha

Oi, gente. Hoje estou aqui para falar sobre esse livro que eu ganhei de aniversário do meu querido amigo (e dono do blog) Bruno. Obrigada, Bruno! 

Lara Jean é a filha do meio entre 3 irmãs, Margot, a mais velha, e Katherine (Kitty), a mais nova. Elas foram criadas apenas pelo pai, praticamente, pois a mãe delas morreu quando ainda eram crianças. Com a falta da mãe, tanto Lara Jean quanto Kitty começam a se espelhar na irmã mais velha e, inclusive, vê-la como a figura materna que lhes faltava. Porém, tudo muda quando Margot muda-se para a Escócia para cursar a faculdade. Lara Jean, então, assume o papel de irmã mais velha e tenta ser para Kitty a irmã-modelo, papel antes desempenhado por Margot. 

No entanto, justamente nesse momento, em que ela deve ser um exemplo, acontece um acidente que vira a vida de Lara Jean de cabeça para baixo. Ela, há anos, escreve cartas para cada um de seus amores, sem ter o objetivo de enviá-las, e sim por esse ser o modo encontrado por ela de esquecê-los e seguir em frente com a sua vida. Porém, em cada uma delas ela assina e coloca os dados e o endereço do destinatário. Ao todo, ela escreveu para 5 garotos: Lucas Krapf, Kenny do acampamento da igreja, John Ambrose McClaren, Peter Kavinsky e Josh Sanderson. E a história começa a ficar interessante a partir do momento em que as cartas são misteriosamente enviados por alguém para cada um dos 5 garotos. Peter Kavinsky, o garoto mais popular da escola, é o primeiro a falar com ela e questionar acerca da carta. 

Nesse momento, então, ela passa a ficar com medo de que os outros garotos tenham recebido as cartas também, mas fica mais receosa de que Josh - seu vizinho, melhor amigo e ex-namorado de Margot, que terminou com ele poucos dias antes de se mudar para a Escócia - tivesse recebido a carta destinada a ele. Porém, após Margot ir embora, Lara Jean percebe que ainda gosta de Josh. E, quando ele vem falar com ela sobre a carta - sim, ele recebeu a carta -, Lara Jean inventa que está namorando para que ele não perceba que ela ainda gosta dele. Quem ela escolhe para fingir ser seu namorado? Peter Kavinsky, a quem ela agarra do nada no meio do corredor, de forma que todos da escola vêem. Incluindo Josh. E Genevieve, ex-namorada de Kavinsky, com quem ele namorou por anos. 

A princípio, Peter não aceita fingir ser namorado dela, mas então sugere que eles prossigam por um certo tempo com esse namoro de mentira. Ela, para convencer Josh de que o esqueceu, e ele, para convencer Genevieve que a esqueceu. Acontece que, obviamente, os sentimentos começam a se confundir, confundindo também o "casal" e a relação existente entre eles até então.

Esse livro é muito gostoso de ler e é daqueles que te prende até a última página. O grande problema é: a última página não é exatamente a última página, pois o livro é parte de uma série de sabe Deus quantos livros. E o segundo livro, por sua vez, ainda não foi lançado aqui no Brasil, porém, foi lançado mês passado nos EUA, com o nome "Ps. I still love you", que no Brasil será "Ps. ainda amo você". O fato de ser continuação me deixou igualmente feliz e triste. Feliz porque eu comecei a sofrer desde o meio do livro porque a história estava acabando. E triste porque eu estava tentando evitar ler livros que são partes de série antes que essa série esteja finalizada e com todos os livros devidamente publicados no Brasil, pelo simples fato de estar cansada de sofrer esperando continuações. Então vou fazer o possível para ler o livro em inglês mesmo, e se conseguir trago a resenha para vocês o mais rápido possível. Porém, isso só será possível se o Lucas me ajudar a conseguir o e-Book. Campanha: #LucasAjudaAMarcella. 

Por fim, a leitura é realmente muito viciante, e para comprovar o que eu estou dizendo, gostaria de contar que ontem à noite, enquanto eu lia o livro, faltou energia por cerca de 1 hora aqui onde eu moro, e eu continuei a leitura  com a luz de emergência porque eu P R E C I S A V A saber o que aconteceria em seguida. A escrita da Jenny Han, por sua vez, é muito gostosa, e os personagens são muito bem construídos e palpáveis (eu me identifiquei especialmente com a mania da Lara Jean de idealizar as situações e as pessoas), e o livro já entrou para a minha lista de favoritos.

Espero que vocês gostem da leitura e dos personagens tanto quanto eu, e se vocês puderem me ajudar com a campanha "#LucasAjudaAMarcella" eu serei eternamente grata! Hahahah

Beijinhos e até a próxima! 

Resenha #129: O Teste, da autora Joelle Charbonneau

O TesteNome: O Teste
Autor: Joelle Charbonneau
Editora: Única
Nota: 4 Estrelas

No dia de formatura de Malencia ‘Cia’ Vale e dos jovens da Colônia Cinco Lagos, tudo o que ela consegue imaginar – e esperar – é ser escolhida para O Teste, um programa elaborado pela Comunidade das Nações Unificadas, que seleciona os melhores e mais brilhantes recém-formados para que se tornem líderes na demorada reconstrução do mundo pós-guerra. Ela sabe que é um caminho árduo, mas existe pouca informação a respeito dessa seleção. Então, ela é finalmente escolhida e seu pai, que também havia participado da seleção, se mostra preocupado. Desconfiada de seu futuro, ela corajosamente segue para longe dos amigos e da família, talvez para sempre. O perigo e o terror a aguardam. Será que uma jovem é capaz de enfrentar um governo que a escolheu para se defender? Oi pessoal, tudo bem com vocês?



Resenha

A resenha de hoje é do livro O Teste, primeiro livro de uma trilogia, da autora Joelle Charbonneau. Com um enredo bem interessante, mas com uma forte sensação de Déjà Vu de outras historias, o livro de prende, te solta e te prende de novo com gostinho de quero mais.

Malencia Vale, mais conhecida como Cia, é uma jovem que está se formando na escola e sonha em entrar na universidade. Como muitos estudantes da Comunidade das Nações Unidas, o novo EUA depois dos sete estágios de guerra, ela precisa se submeter a inúmeras baterias de provas para ser escolhida para O Teste. Junto com mais três amigos de sua colônia, Cia viaja para Tosu City, tipo uma capital, para disputar 20 vagas na universidade com 108 pessoas.

O Teste se divide em quatro estágios. Cada estágio analisa o potencial dos participantes, envolvendo coragem, habilidade em solucionar problemas, sobrevivência e, principalmente, se a pessoa pode ser um verdadeiro líder. Isso foi uma coisa muito legal da história, pois a personagem principal fica se perguntando “Isso é o que um líder faria?” em cada ação sua. Porém, na pense que esses estágios são simples. Muitos candidatos morrem pelo meio do caminho por não terem desenvolvido habilidade suficiente para a resolução do problema.

Mas é claro que não poderia faltar o romance juvenil. Cia se envolve com o seu amigo da colônia, Tomas (Que não é nem um pouco parecido com o Peeta, #SQN). Os dois descobrem o amor quando a maior necessidade surge, aquela coisa bem cliché. MAS, Tomas consegue ser bem diferente, pois suas atitudes durante o livro mostram que ele passa muito longe de ser um príncipe dos sonhos de Malencia.

Como falei no inicio, o livro possui mais duas continuações. O volume dois se chama Estudo Independente e o terceiro se chama A Formatura. Não sei o que esperar, mas já esperando, sabe? Espero que melhore um pouco para ficar ótimo.

Resenha #128: Objetos Cortantes, da autora Gillian Flynn

Objetos Cortantes Nome: Objetos Cortantes
Autor: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Nota: 5 estrelas

Objetos Cortantes - Uma narrativa tensa e cheia de reviravoltas. Um livro viciante, assombroso e inesquecível. Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida.

Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.


Resenha

Oi pessoal, tudo bem com vocês?


A resenha de hoje é do livro Objetos Cortantes, da autora Gillian Flynn, a mesma de Garota Exemplar. Esse foi o primeiro livro dela, mas é tão bom que da até pra desconfiar que seja.
A história gira em torno de Camille Preaker, uma jornalista de Chicago que precisa fazer uma matéria sobre dois assassinatos que ocorreram na sua (temida) cidade natal, Wind Gap. Porém, quando mais nova, Camille sofria de alguns transtornos psicológicos, como se cortar, principalmente depois que sua irmã mais nova morreu.

Ao chegar em Wind Gap, a jornalista precisa enfrentar os fantasmas do passado e o pior: a sua mãe. Adora é uma das mulheres mais ricas de Wind Gap, além de ser meio neurótica e extremamente preocupada com doenças. Na casa, moram Alan, praticamente um alcoólatra mosca morta, e Amma, a nova filha mais nova de Adora. Amma é daquelas personagens duas caras. Na frente da família, ela é a bonequinha da mãe, morando em um castelo de princesas. Na cidade, é uma menina de 13 anos que usa drogas, faz sexo e não teme nada para conseguir o que quer. Ao conheça-la, Camille fica abismada com o comportamento e receosa com as ideias de morte da garota.

Além de enfrentar essa família linda, Camille precisa investigar os misteriosos assassinatos. As duas meninas foram, incialmente, sequestradas. Depois de alguns dias, foram encontradas, uma no rio e a outra num beco. Entretanto, sem os dentes. Intrigada, ela irá investigar cada canto da cidade e descobrir que nem sempre uma cidade pequena é um lugar calmo.

Como conseguir viver depois de acabar de ler esse livro? Como conseguir pensar depois de uma explosão mental? A autora mais uma vez conseguir mostrar quem manja dos paranauê bem como se fixar no mundo literário como uma ótima escritora de suspense.


PS: Foi lançado mais um livro da autora chamado Lugares Escuros, mas com a capa do filme. No segundo semestre, será lançado com a capa original dos Estados Unidos. 

Resenha #127: 365 Dias de Inspirações Filosóficas, do autor Gabriel Chalita

Nome: 365 Dias de Inspirações Filosóficas
Autor: Gabriel Chalita
Editora: Gente
Nota: 5 Estrelas
Onde Comprar: Editora Gente

365 dias de inspirações filosóficas é um calendário definitivo com mensagens motivacionais para cada dia do ano, o autor o levará a refletir sobre os mais diversos aspectos da vida, da felicidade e do amor. Uma breve frase por dia fará você se sentir disposto a ir em busca de seus sonhos e realizá-los!








Resenha

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é um pouco diferente. O livro que vou falar um pouco é mais um calendário do que um livro próprio. Em cada página você encontra uma frase diferente, que farão você pensar melhor na vida.

















O acabamento está impecável e é muito bem feito. Será que você teria tempo para ler apenas um frase por dia?

















Gostou? Então concorra a um exemplar.

Regras

  • Seguir o Blog
  • Ter endereço de entrega no Brasil
  • Comentar com o e-mail de contato

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Resenha #126: A Herdeira, da autora Kiera Cass

Nome: A Herdeira
Autor: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Nota: 24618285 Estrelas
Onde Comprar: Saraiva - Submarino - Americanas

No quarto volume da série que já vendeu mais de 500 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do “felizes para sempre”. Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.




Resenha

Olá para todos. Marcella aqui depois de tanto tempo para fazer a resenha desse livro que eu literalmente acabei de ler e que me deixou sem palavras. Em primeiro lugar, gostaria de dizer que estou emocionalmente instável no momento e com raiva da Kiera por me fazer esperar mais um ano para ler a continuação após esse final desesperador do livro. Obrigada, Kiera. Achei que minha aflição por causa dessa série já tinha terminado em 2014, após o fim de "A Escolha". Muito obrigada

Em segundo lugar, gostaria de dizer que esse livro me surpreendeu positivamente, porque após me apaixonar loucamente pela história de Maxon e America, não achei que gostaria tanto assim da continuação inesperada que narraria a história dos filhos - especialmente da Eadlyn, obviamente - deles. O que falar da Eadlyn? Primeiramente, gostaria de dizer que ela é uma daquelas garotas chatas que você admiraria e ao mesmo tempo detestaria, caso estudasse na sua escola. Como o Maxon e a America, tão amorosos, tiveram a capacidade de gerar uma filha tão insuportável assim? Genes do Clarkson. Já o Ahren, irmão gêmeo da Eadlyn, por sua vez, é o oposto, doce e centrado... durante quase todo o livro. Melhor ainda: ele é praticamente idêntico ao Maxon fisicamente durante o período da seleção que nós acompanhamos originalmente. Porém, como nem tudo pode ser perfeito, o Ahren foi o responsável pela maior burrada de todas as burradas do livro, e por causar o final do livro, que como eu já disse acima, foi desesperador. Os outros dois filhos do Maxon e da America se chamam Kaden, que é um prodígio em tudo o que faz, e Osten, o caçulinha peste que aprontou com tudo e todos durante o livro. Osten melhor pessoa. 

Gostaria também de compartilhar aqui a minha frustração pelo fato de pela primeira vez eu shippar mais de uma pessoa com a personagem principal. Sim, apesar de a Eadlyn ser insuportável, tenho esperanças de que daqui para o próximo livro ela entre nos eixos, afinal, não acho que uma menina mimada e o controle de um país sejam uma boa combinação.  Apesar de eu shippar a Eadlyn com pelo menos 3 dos selecionados, no final das contas sou #TeamKile acima de tudo (desde que o epílogo extra foi lançado, para ser mais exata). 

Outro ponto que merece destaque aqui é o fato de que mesmo sem o livro ser narrado pela America, a Kiera ainda nos proporcionar alguns momentos fofos entre o Maxon e a America. Kiera, sua linda! E ver que mesmo após 20 anos de casamento eles ainda se amam e se tratam da mesma forma que no início (sem a parte das brigas, graças!) me fez soltar diversos "owns" durante o livro hahaha. Por falar em Maxon e America, lembram da Daphne? Sim, aquela Daphne mesmo que era apaixonada pelo Maxon. Pois é. A filha dela namora com o Ahren e, mesmo após 20 anos, ela e a America ainda não se bicam muito. 

Tenho muita coisa para falar sobre esse livro ainda, mas em respeito a quem ainda não leu e devido à resenha já estar muito grande, vou fazer agora os comentários finais (SPOILERS) e que eu não poderia deixar de mencionar.


~~~~~ ALERTA DE SPOILERS ~~~~~

1- O Aspen agora é general e ele e a Lucy não conseguem ter filhos.
2- O Maxon e o Aspen estão mais BFF's do que nunca.
3- A America agora tem modos, se comporta como uma rainha (Oi??? Cadê a America incontrolável que nós conhecemos e amamos???) e o povo possui por ela uma adoração maior do que possuía pela rainha Amberly.
4- A Kenna, irmã mais velha da America morreu devido a um ataque cardíaco, que nem o pai delas
5- Só eu que não gosto desse Erik? Será que ele é a nova Kriss? (Entendedores entenderão). 

~~~~~ FIM DOS SPOILERS ~~~~~

Antes de terminar a resenha, gostaria de dar uma dica amiga: leia o último capítulo acompanhado de lencinhos, chocolate, sorvete ou qualquer outra coisa que ajude a afogar suas mágoas.

E, por fim, não sei se vocês souberam, mas a comunidade de livros Epic Reads fez um concurso no qual os participantes deveriam montar o seu elenco dos sonhos para os Selecionados da Eadlyn. Nós aqui do blog participamos do concurso, porém, infelizmente, não ganhamos. Mas, de qualquer forma, aí abaixo está o nosso Dream Cast e nossas apostas para a competição:



 

                                     







   







Resenha #125: Struck By Lightning, do autor Chris Colfer

Nome: Struck By Lightning
Autor: Chris Colfer
Editora: Little Brown
Nota: 4 Estrelas

Desde muito cedo, quando alguem perguntava a Carson Phillips o que ele queria ser quando crescesse, ele respondia: jornalista. Mas nao um jornalista qualquer, ele queria ser editor da revista New Yorker. Por tras desse desejo incomum tambem estava a vontade de sair correndo de Clover, uma cidadezinha onde nada acontecia, e deixar para tras aquela familia que, digamos, nao era bem um modelo... Agora, aos dezessete anos, Carson esta mais proximo desse sonho. So que, para conseguir o que quer, vai precisar da colaboracao das pessoas que menosprezou durante toda sua vida: seus colegas de escola. Como esta longe de ser um sujeito popular e querido, ele so tem uma alternativa: chantagea-los. E se ha uma coisa que Carson sabe fazer bem e usar as informacoes a seu favor!




Resenha


Oi pessoal, tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é de um livro que há muito tempo eu queria ler, mas ficava esperando aquela promoção que nunca aparecia, mas finalmente achei num preço ótimo. Vamos falar um pouco sobre o livro Struck By Lightning.

A trama gira em torno de Carson Phillips, um jovem ambicioso que sonha em trabalhar como jornalista nos maiores jornais do mundo, como o The New York Times. Entretanto, para realizar o seu sonho, precisa terminar o temível Ensino Médio, no qual todas as pessoas da sua escola acreditam que ele é um fracassado por sonhar tão alto.

Carson é o presidente do clube de jornalismo e praticamente o único participante, tirando sua amiga sem noção Malerie que jura que todas as suas ideias de histórias foram plagiadas por J.K Rowling e Suzanne Collins.

Um grande empecilho aparece no seu caminho quando descobre que, para entrar na faculdade dos seus sonhos, terá que criar uma revista de literatura feita por ele e outros alunos. Depois de várias tentativas para conseguir ajuda e apenas sendo ignorado, Carson precisa fazer algo mais drástico: chantagear. Junto com Malerie, os dois irão chantagear as principais personalidades da escola para conseguir matérias, e em troca, prometem que não irá espalhar para a população da cidade os grandes escândalos.


Apesar de seu conteúdo politicamente incorreto, Struck By Lightning reúne um teor, com personagens bem construídos e um final surpreende. Chris Colfer mais uma vez me surpreendeu com seus livros. Anteriormente, só tinha lido seu livro infantil e mesmo abordando temas completamente diferentes, o autor mostrou que além de ator, sabe escrever muito bem.

PS: O livro já ganhou adaptação e tem o próprio autor como protagonista no filme.

PS: O livro tem a sua versão em português e ganhou o titulo de “O Diário de Carson Phillips”

Trailer do Filme

Resenha #124: Batman - A Corte das Corujas, por Scott Snyder e Greg Capullo

Nome: Batman - A Corte das Corujas
Autor: Scott Snyder
Arte por: Greg Capullo
Editora: DC Comics/Panini
Nota: 4,5 Estrelas

Batman já ouviu falar sobre o conto da Corte das Corujas. Há séculos reunindo-se nas sombras e usando a ave de rapina noturna como seu cartão de visita, é dito que os membros dessa temível e poderosa cabala são os verdadeiros donos de Gotham City. Mas o Cavaleiro das Trevas nunca acreditou em tais lendas. Para o herói, Gotham é sua cidade. 

Até agora. 

Um assassino brutal, munido de afiadas lâminas-garra, vem vitimando algumas das maiores (e algumas das mais perigosas) personalidades de Gotham. Se a antiga lenda for verdadeira, os mestres desse guerreiro das sombras podem se provar predadores mais poderosos que o Batman jamais imaginou – e seus ninhos estão em todos os lugares…

A elogiada equipe criativa formada por Scott Snyder (Vampiro Americano) e Greg Capullo (Spawn) orgulhosamente apresentam BATMAN - A CORTE DAS CORUJAS, iniciando a saga do Homem-Morcego nos Novos 52 com um conto de mistério e terror!

Resenha:

Olá, pessoas! Lucas aqui. Hoje a resenha é de quadrinhos (se não me engano, a segunda do blog), e logo inicio com a primeira parte de um dos arcos eleitos por muitos um dos melhores desta década, "Batman - A Corte das Corujas".

A trama começa com Bruce Wayne lançando seu plano público de tornar revitalizar Gotham City, tornando-a uma cidade melhor, usando sua imensa fortuna e um pouco de sonhos. Ele já faz isso há no mínimo 5 anos como o Batman, mas agora, decide trazer a salvação da cidade também sem sua máscara. Porém, um misterioso assassinato lança o Cavaleiro das Trevas em confronto com uma antiga lenda, a Corte das Corujas, uma sociedade secreta dos mais ricos de Gotham, que usa um assassino chamado Garra para cumprir seus objetivos. A princípio, ele se recusa a acreditar que a Corte possa existir. Mas logo, o Batman vai perceber que não é mais a única lenda a se esconder nas sombras...

Essa história faz parte do último reboot da DC, os Novos 52, ou seja, ela é bem recente. Ela tem muitos elementos modernos, como acesso remoto à computadores via lentes de contato, máscaras holográficas, mas também possui todo o clima de investigação característico das histórias do Batman. Mas ela possui dois grandes diferenciais: o roteiro e a arte.

Scott Snyder aqui lança-se em um trabalho profundo. Seu Batman é mais bem humorado do que de costume, o que o aproxima mais do leitor. Sem falar que ao lidar com um inimigo original, o primeiro em muitos anos, não se cria uma sensação de repetição. A Corte representa um perigo genuíno, quase claustrofóbico. Snyder aqui demonstra logo de primeira que dominar e criar justamente aquilo que sabe que o Batman possui de melhor: seus vilões. Sem falar dos incríveis e curtos flashbacks, que lançam uma pequena luz sobre a trama em momentos-chave, e das ligações com a família Wayne e até mesmo com a família do primeiro Robin, Dick Grayson.

A arte de Capullo é fenomenal. Me peguei parando de ler e admirando, sério. As splash pages são lindas, as cenas de ação são concisas, e nem um pouco caóticas. Greg e Scott se complementam, e uma cena estendida do roteiro, que vem ao final dessa edição, comprova isso. Aliás, só posso agradecer à Panini pelo trabalho extraordinário. Não encontrei praticamente nenhum erro de tradução, e o preço altamente acessível fazem dessa edição imperdível.

Esse, porém, é apenas o início. Depois se inicia um arco maior, "A Noite das Corujas", em que a Corte lança todas as suas Garras para dominar Gotham. Espero ansiosamente o lançamento encadernado da Panini. Sei que não serei decepcionado.

"A Corte das Corujas vigia, vigia o tempo inteiro. Controlando Gotham de seu poleiro, por trás da rocha e do mau cheiro. Ela conhece teu coração, e sabe onde faz tua dormida. Sobre ela nem sussurres, nada digas... Ou o Garra é enviado para tomar a tua vida."

Resenha #123: The Last Time We Say Goodbye, da autora Cynthia Hand

Nome: The Last Time We Say Goodbye
Autor: Cynthia Hand
Editora: Harper Teen
Nota: 5 Estrelas

A última vez que Lex estava feliz, foi antes. Quando ela tinha família que era completa. Um namorado que ela amava. Amigos que não a olham como se ela pudesse entrar em colapso a qualquer momento. Agora ela só é a garota que o irmão se matou. E parece que isso vai ser tudo o que ela será. Enquanto Lex começa a retomar sua vida, ela tenta bloquear o que aconteceu na noite que Tyler morreu. Mas existe um segredo que ela não contou a ninguém - uma mensagem que Tyler mandou e que poderia ter mudado tudo. O irmão de Lex está morto. Mas Lex está para descobrir que uma fantasma não precisa ser real para impedi-la de seguir em frente.






Resenha


Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Hoje estou aqui para falar de um livro muito legal e que me surpreendeu bastante, principalmente por eu ter comprado sem nunca ter ouvido falar. A resenha é do livro The Last Time We Say Goodbye.

A trama começa quando Tyler, irmão mais novo de Lex, se mata na garagem da casa. A garota ainda transtornada pela forma tão cruel que o seu irmão partiu, precisa agora voltar para a escola, no qual todos os seus amigos e professores não sabem como trata-las corretamente, ainda mais Steven que era seu ex namorado e, apesar de todas as tentativas de ajuda-la, Lex o ignora para não sofrer mais.

A sua mãe encontra-se em uma situação delicadíssima. Ty deixou a ela um bilhete suicida e com isso, ela acredita que tudo é culpa dela, principalmente por ter deixado a separação com o ex marido ocorrer. O garoto, no passado, logo depois da separação, tinha tentado se matar pela primeira vez, entretanto o máximo que conseguiu foram sessões de terapia.

Além disso, Lex começa não só a sentir a presença do irmão como também vê-lo pela casa. Essas aparições momentâneas destroem a garota, pois ela não consegue saber se Ty está tentando manter contato ou está enlouquecendo.

O livro é dividido em dois tempos. O presente narra a vida da família desestruturada depois do incidente, mostrando todas as dificuldades que precisam enfrentar. No passado, é contado em forma de anotações do diário de Lex, mostrando como era o irmão e todos os momentos felizes que os dois passaram juntos, além de ser um exercício mental para ela que não consegue se relembrar do dia D.

A grande questão do livro é: por que um jovem se mataria sem justificativa, mesmo tendo amigos, namorada e uma família que o apoia? Será que ele realmente pensou por um momento dos efeitos que isso causaria às pessoas ao seu redor?

"Sorry Mom. But i was below empty"

Ps: O livro ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

Resenha #122: A Teoria de Tudo, da autora Jane Hawking

A Teoria de TudoNome: A Teoria de Tudo
Autor: Jane Hawking
Editora: Única
Nota: 4,5 Estrelas
Compre: Editora Gente - Saraiva - Submarino

Quando Jane conhece Stephen, percebe que está entrando para uma família que é pelo menos diferente. Com grande sede de conhecimento, os Hawking possuíam o hábito de levar material de leitura para o jantar, ir a óperas e concertos e estimular o brilhantismo em seus filhos - entre eles aquele que seria conhecido como um dos maiores gênios da humanidade, Stephen. Descubra a história por trás de Stephen Hawking, cientista e autor de sucessos como Uma breve história do tempo, que já vendeu mais de 25 milhões de exemplares. Diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos, enquanto conhecia a jovem tímida Jane, Hawking superou todas as expectativas dos médicos sobre suas chances de sobrevivência a partir da perseverança de sua mulher. Mesmo ao descobrir que a condição de Stephen apenas pioraria, Jane seguiu firme na decisão de compartilhar a vida com aquele que havia lhe encantado. Ao contar uma trajetória de 25 anos de casamento e três filhos, ela mostra uma história universal e tocante, narrada sob um ponto de vista único. Stephen Hawking chega o mais próximo que alguém já conseguiu de explicar o sentido da vida, enquanto Jane nos mostra que já o conhecia desde sempre: ele está na nossa capacidade de amar e de superar limites em nome daqueles que escolhemos para compartilhar a vida. O livro que inspirou o emocionante filme A Teoria de Tudo.

Resenha


Oi pessoal, tudo bem?

Hoje estou aqui para falar um pouco sobre o livro “A Teoria de Tudo”, da autora Jane Hawking, ex esposa do renomado físico Stephen Hawking, que deu origem ao filme do mesmo nome.

“A Teoria de Tudo” é uma autobiografia de Jane Hawking e que conta um pouco da vida do casal, passando por momentos importantes na carreira do físico e, principalmente, narra todas as dificuldades no desenvolvimento da Esclerose Lateral Amiotrófica.

Jane Hawking é uma professora de literatura que se apaixonou por Stephen Hawking em meados dos anos 1960. Juntos, os dois construíram uma reputação, um nome e, majoritariamente, uma família. Ela teve que cuidar, praticamente, sozinha os três filhos, pois devido a degeneração dos movimentos e complicações médicas, Stephen não conseguia praticar qualquer ajuda física.

Primeiramente, eu vi o filme e tinha gostado muito. Muito mesmo. Assisti duas vezes no mesmo dia de tão legal. E quando recebi o livro, fiquei doido pra ler, pois queria ter outro ponto de vista da história bem como tirar algumas dúvidas de certas cenas. Entretanto, tomei um susto pela quantidade de modificações e cortes da trama, fatos muito importantes como a criação dos filhos e tudo mais.


Espero que tenham gostado da resenha e vamos sortear um exemplar do livro no final do post.

Regras

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Resenha #121: Passarinho, da autora Crystal Chan

PassarinhoNome: Passarinho
Autor: Crystal Chan
Editora: Intrínseca
Nota: 3 Estrelas

O avô de Joia parou de falar no dia em que matou o irmão dela. O menino se chamava John, e achava que tinha asas. Subia e saltava do alto de qualquer coisa, até ganhar do avô o apelido de Passarinho. Joia não teve a chance de conhecê-lo, pois Passarinho se jogou do penhasco bem no dia em que ela nasceu. Ainda assim, por muito tempo ela viveu à sombra de suas asas. Agora, aos doze anos, Joia mora em uma casa tomada por silêncio e segredos. Os pais culpam o avô pela tragédia do passado, atribuem a ele a má sorte da família. Joia tem certeza de que nunca será tão amada quanto o irmão, até que ela conhece um garoto misterioso no alto de uma árvore. Um garoto que também se chama John. O avô está convencido de que esse novo amigo é um duppy — um espírito maldoso —, mas Joia sabe que isso não é verdade. E talvez em John esteja a chave para quebrar a maldição que recaiu sobre sua família desde que Passarinho morreu.

Resenha


Oi pessoal, tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é do livro Passarinho, primeiro livro da autora Crystal Chan que, felizmente , não é uma série.

A história do livro conta a vida de Joia, uma menina de 12 anos que nasceu no mesmo dia em que seu irmão de 5 anos, John, mas conhecido como Passarinho, morreu depois de se jogar de um penhasco. Ao passar dos anos, sua família ainda enfrenta os traumas da perda. Seus pais a ignoram na maior parte do tempo, seu avô parou de falar e ainda precisa enfrentar os olhares estranhos dos vizinhos. Porém tudo parece melhorar quando ela conhece um novo amigo, John, que estranhamente possui o mesmo nome de seu falecido irmão.

Esse livro tinha tudo para dar certo. Ela misturou morte, criança e mistério, a fórmula certa para um grande sucesso, mas a autora se enrolou a partir do meio, tornando o livro uma grande bola de neve de confusão. Primeiro a autora colocou inúmeras referencias a cultura Jamaicana, misturando com espiritismo, catolicismo e protestantismo. Depois insistiu em ocorrências de fenômenos sobrenaturais e para completar, crianças de apenas 12 anos extremamente inteligentes, com problemas existenciais, perdendo um pouco da realidade.

Nem tudo são espinhos, pois ela ganhou pontos comigo quando decidiu não investir em um romance. Apenas uma amizade sincera e normal. Existem muitas cenas extremamente tristes, principalmente pelo início quando o leitor vai descobrindo cada vez mais os problemas dos personagens, mas cenas engraçadas também. O livro de certa forma é leve e com uma gota de suspense.

“Se a alegria não vai embora, então por que não sobrou nem um pouquinho para mim?”

Crystal Chan não é a pior escritora do mundo. Claro que não. Ela só não soube desenvolver de forma adequada tantas ideias incríveis. Como disse no início, foi o primeiro livro dela, então muita coisa pode vim e acabar me surpreendendo.


“Não sabia o que era pior, apunhalar alguém com silencio ou com palavras.”

Resenha #120: Sábado à Noite, da autora Babi Dewet

Nome: Sábado à Noite
Autora: Babi Dewet
Editora: Generale
Nota: 4,5 Estrelas


Amanda é popular na escola e os amigos do seu amigo de infância são considerados os ‘marotos’ do pedaço por desrespeitarem as regras. Tudo ao seu redor acaba desmoronando quando um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Se não bastasse, seu diretor resolve dar bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada foi convocada pra tocar. Mas suas letras dizem tanto sobre ela… Afinal, quem são esses mascarados de Sábado à Noite?

Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. É o primeiro livro de uma trilogia cheia de amor - e música.




Resenha:

Olá, pessoas! Na resenha de hoje, cumprindo minhas obrigações com a Semana Temática, vou ter a resenha de um livro muito, mas muito legal (e brasileiro!) que tem como centro a música.

Amanda é aquela it girl popular de cidade pequena que, no passado, fora apaixonada pelo hoje renegado Daniel Marques. Ele é o melhor amigo de seu melhor amigo, Bruno, de quem anda meio afastada devido ao seu status social. Quando o diretor de seu colégio decide dar bailes nos sábados à noite, e uma misteriosa banda mascarada começa a cantar canções que tocam no fundo da alma de Amanda, a garota percebe que terá que encarar seu passado de frente se quiser encontrar o amor - e quem sabe, a si mesma.

Amo esses livros por diversas razões, seja pelas referências nerds que a autora insiste em colocar (e que são por sinal brilhantes) ou pelo fato de ser uma história realista, que realmente te convence do que está acontecendo, mesmo sendo em um livro.

Sem falar dos incríveis personagens, sejam eles hilários (Kevin é um dos personagens mais ácidos da literatura YA, sem mais) como Rafael, ou muitas vezes "tapa-na-cara" (a relação de Daniel com seus pais é emocionalmente dolorosa), como Carol e suas atitudes.

Daniel é um personagem também muito bem construído, e o modo como a narrativa se foca, não exclusivamente (ainda bem), mas principalmente, nele e em Amanda, é de dar parabéns a autora. E olha que "Sábado à Noite" era uma fanfic da banda McFly, provando que nem toda fanfic precisa apelar ou plagiar descaradamente outra saga para ser um sucesso (*cof cof* Cinquenta Tons *cof cof*).

Já Amanda, bem... ela é a personagem que eu menos gosto, mesmo ela sendo "a principal" (isso muda de figura no terceiro e último livro da série), porque eu achei ela, com o perdão da palavra, burra. Sim, ela fica fazendo "Hã?" praticamente o livro inteiro e isso me irritou um pouco, especialmente por ela ter potencial de ser alguém tão independente quando Katniss Everdeen. Porém, como esse é o primeiro livro de uma trilogia, muitas águas rolam depois do fim da história.

O final do livro é particularmente uma ousada mistura de previsível com surpreendente. Se por um lado ele termina de um jeito que estava na cara que ia terminar desde o primeiro capítulo, por outro lado ele também mostra que não é bem assim e que a história está longe de terminar. Não espere um romance ao estilo Nicholas Sparks: aqui, o Troy não fica necessariamente com a Gabriella.

As músicas do livro são bem escritas, e muitas delas podem ser ouvidas no site da autora. Elas são basicamente os sentimentos dos personagens definidos. Uma em particular, "A menina", pode muito bem ser usada para os românticos de plantão.

Enfim, não perca uma das melhores literaturas YA brasileiras que tive o prazer de ler. Garanto que não irá se arrepender.

Semana Temática #02: Musicais!

Olá, pessoas! Nesse mês eu, Lucas, vou apresentar a Semana Temática para vocês. Vai ser sobre algo que eu admito possuir uma paixão meio descontrolada. Sem mais delongas, o tema dela é...

MUSICAIS!

(ou simplesmente... MÚSICA!)


Blaine aprova! (apesar de eu não aprová-lo...)
 A Marcella sugeriu o tema, já que hoje vai ao ar na TV dos EUA o series finale da série "Glee", uma precursora das séries musicais e que, com muitos fãs (e muitos haters), foi um marco da televisão mundial.

Minha conta cheia de milhões realmente se importa com sua opinião.

Ou seja: vamos sim falar de séries, animes, jogos e, acreditem se quiser, livros que abordem o tema "Música". Obviamente, também vai rolar um Top 10 especial e uma homenagem à "Glee" no final disso tudo. Desde já, esperando seus comentários!



[Crítica] Simplesmente Acontece (2014): Mais uma lição de como NUNCA se fazer uma adaptação


Nome original: Love, Rosie.
Ano: 2014
Duração: 1 hora e 42 minutos
Direção: Christian Ditter
Frase que resume o filme: Se você beijar seu melhor amigo (a) enquanto vocês estiverem bêbados e ele (a) não se lembrar de nada no dia seguinte, conte para ele e evite anos de friendzone.

Oi, gente. Marcella aqui para falar sobre o filme "Simplesmente Acontece". Não sei se vocês lembram, mas mês passado eu fiz a resenha do livro que inspirou o filme (resenha aqui). E, finalmente, fim de semana passado, assisti ao filme. Gostaria de dizer que minhas expectativas sobre estar muito diferente do livro foram atendidas. Mas chegaremos a essa parte mais tarde.

O filme, tal como o livro, acompanha a vida dos amigos de infância Alex Stewart e Rosie Dunne, seus planos de vida e incidentes que interromperam esses planos, além de relacionamentos fracassados, decepções e momentos importantes da vida de ambos. E apesar de rolar um clima entre eles desde sempre (isso é perceptível no filme muito mais rápido do que é no livro), eles preferem continuar apenas na amizade por um looooongo (realmente loooongo) tempo, para o desespero da audiência.

Gostei bastante do elenco escalado para o filme. A Lily Collins interpretou uma Rosie ótima, a ponto de a minha implicância com ela (desde que ela fez o filme "Sem Saída", e, consequentemente, namorou o Taylor Lautner) sumir quase que por completo. E o que falar sobre o Sam Claflin lindo e maravilhoso? Bem... Ele estava lindo e maravilhoso! Menos no começo do filme, quando colocaram um cabelo horrível nele para parecer mais jovem (um dos problemas de contar uma história que acontece durante anos - 12, mais especificamente - com um elenco já adulto).

Analisando o filme como algo independente, ou seja, não inspirado em livro nenhum, eu o indico muuuito. Passei boa parte do tempo tentando ignorar as diferenças e apenas aproveitar. E deu certo! Passei quase todo o filme com um sorrisinho bobo no rosto e sofrendo com os desencontros e outros momentos tristes, apesar de já saber como terminaria. Então, se você gosta de filmes de romance, esse filme é muito indicado para você.


Nota final (para o filme isoladamente): 5 estrelas.

SELO Colin O'Donoghue de qualidade

Por outro lado... Se formos analisar a fidelidade com o livro... 

Que droga que fizeram com o livro, minha gente? 

Não vou me prolongar muito aqui e tentar não revelar muitos spoilers, mas não consigo deixar de comentar algumas diferenças básicas. Então, cuidado: se você ainda não leu o livro, eu recomendo que não desça a página, pois eu posso acabar revelando alguma coisa importante, mesmo sem querer.

~ Possíveis spoilers ~

1- No livro, a Rosie tinha um irmão mais novo ausente e uma irmã mais velha, que era super gente boa. No filme, transformaram eles em dois irmãos mais novos e extremamente pentelhos. Provavelmente porque é mais barato contratar uma criança extra do que uma adulta. Mas enfim.

2- A Katie NÃO é filha do Greg e o Greg só aparece muitoooo tempo depois (no livro).

3- Transformaram a mãe da Rosie em uma desequilibrada (no filme).

4- O Alex se muda um ano antes do final do ensino médio, com a família toda - e não sozinho para estudar em Harvard, apesar de posteriormente ele realmente conseguir a bolsa de estudos em Harvard - como no filme, e não aparece para formatura, onde seria par de Rosie. Por consequência, ela fica sem par e acaba indo para a formatura com Brian Chorão (percebam o nível da criatura), um amigo de infância de Alex. O que significa que a Katie é filha do Brian Chorão, não do Greg.

5- No filme, Alex não tem nenhum filho, sendo que no livro ele tem um tanto com Sally quanto com Bethany (e foi por esse motivo que ele casou com a Bethany. Além de querer ser promovido no trabalho, mas isso já é outra história).

6- No filme, tudo se resolve na vida deles na casa dos 30 anos. No livro, as coisas se resolvem apenas AOS CINQUENTA. Ok, talvez essa seja a única parte que eu gostei que tenham mudado, porque realmente foi muito estressante esperar, até porque no livro a história começa quando eles estão com 7 anos. Portanto, 43 anos de enrolação em 448 páginas. No filme, 12 anos de enrolação em 1 hora e 42 minutos. Muito melhor.

7 (e última) - essa daqui não altera exatamente em nada, porém resolvi colocar do mesmo jeito. No livro, a história se passa na Irlanda, no filme, na Inglaterra.

Vou parando por aqui, senão daqui a pouco vira um Top 10 no dia errado.


~ Fim de possíveis spoilers ~ 

Nota final (para a adaptação do livro em filme): 1 estrela. Afinal, pelo menos os nomes eles mantiveram iguais, né? (Exceto da irmã que virou irmão, e do Greg/ Brian Chorão etc etc).


SELO Colin O'Donoghue de desaprovação

A boa notícia é que o filme estreou nos cinemas brasileiros na última quinta-feira, dia 5, então vocês já podem conferir por conta própria. Depois me digam o que acharam! Beijos


Mais um gif do Colin porque mais um pouco de Colin nunca é demais.


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