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Séries de TV #08: Glee, uma voz para sua geração


Nome Original: Glee
Ano: 2009-2015
Duração de cada episódio: entre 40 e 50 minutos
Criadores da série: Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan
Emissora: FOX
Frase que resume a série: "Ser parte de uma coisa especial não faz de você especial, mas uma coisa é especial por que você faz parte dela." - BERRY, Rachel

Na Coluna de Séries dessa semana, vou lançar para vocês uma luz particular dos episódios finais de Glee, "2009" e "Dreams Come True" e falar um pouco do porque essa série revolucionou a televisão como a conhecemos.

A SÉRIE

Na época de seu lançamento, não haviam praticamente produções musicais no mundo da TV, que dirá produções que resolvessem, sem medo, abordar temas ditos "polêmicos" como: gravidez na adolescência, homossexualidade, bullying, deficiência física, agressões contra a mulher, traumas de infância. Tudo isso, e mais, com música. O sucesso improvável se transformou em um fenômeno mundial. Não se pode se negar que a série começou a se perder em 2012, na quarta temporada, tendo uma queda ainda maior com a morte de um de seus protagonistas, Cory Monteith (o eterno Finn Hudson), que fez os roteiristas (e por consequência, o elenco inteiro, especialmente Lea Michelle, que era noiva de Cory) repensarem o futuro da série, o que gerou esta sexta e última temporada final.

A TEMPORADA FINAL

A missão era simples: retornar às origens. Rachel (Lea Michelle) e Kurt (Chris Colfer), após uma série de desilusões, voltam temporariamente para Lima, e decidem reabrir o Clube Glee do McKinley High, mesmo com os protestos ferozes da Diretora Sue Sylvester (Jane Lynch). Porém, a nova formação do New Directions não é exatamente a melhor. Além disso, Rachel precisa se encontrar mais uma vez, se quiser seu sonho de voltar à Broadway realizado.

OS EPISÓDIOS FINAIS

"2009" foi um incrível retorno aos primórdios da série, literalmente. O piloto (S01E01) foi recriado aqui de uma forma completamente nova, através de outros olhares. Sem falar que foi hilário ver os atores com seus figurinos de seis anos atrás. Além disso, a série mostrou o quanto cada um evoluiu, especialmente Rachel, que de garota prepotente e egocêntrica se transformou em uma mulher centrada e madura. Sem falar que a cena final cortou meu coração de uma forma inimaginável.

Mas nada me preparou para "Dreams Come True".

O series finale não foi perfeito, mas fechou incrivelmente uma jornada que já dura anos. Em suma, todos os personagens que conhecemos no piloto (menos o Blaine, mas se temos Kurt, o Blaine vem junto, então... Pois é) ganham um final satisfatório e feliz - o de Sue ainda me faz rir. Foi algo bem correto para uma série que marcava picos de audiência e terminou infelizmente nada próximo disso.

O último solo de Rachel, "This Time", uma canção escrita por Darren Criss (o Blaine), resumiu bem tudo o que a série representou para a quem assistiu. Seja pelos corredores do McKinley High, pelas ruas de Nova York ou nos palcos da Broadway, o New Directions mostrou que vale a pena lutar pelos sonhos, por mais impossível que pareçam. A canção final, "I Lived", manda a mensagem: "passamos por tudo que se pode imaginar, mas estamos aqui. Conseguimos. Nós vivemos."

A verdade é que Glee deixará marcas no coração de quem decidiu se render à ela. De quem aceitou pensar de outro modo. De quem questionou suas atitudes que pareciam certas. E, acima de tudo, de quem nunca parou de acreditar.

"Glee significa, em sua essência, se abrir para a felicidade."

Top 10: Séries Para Se Viciar

Oi, pessoal. Hoje o Top 10 é especialíssimo. Alguns Top 10 atrás, no Top 10 das músicas do álbum FOUR (confira aqui), mais especificamente, um leitor anônimo pediu o tema "Séries para se viciar". Demorou um pouco, mas finalmente saiu. E, como o tema é sobre séries, eu não poderia deixar a pessoa mais viciada em séries que eu conheço de fora deste Top 10. Nosso colunista de séries: Lucas PP Mendes!

E, apesar de ser um Top 10 conjunto, vamos fazer 2 Top 5, tal como feito no Top 10 Casais de Once Upon a Time (esse aqui), para evitar problemas na hora de ordenar as séries. Sem mais enrolação...

Top 5 Séries para se viciar - Marcella 

5º Lugar: New Girl



Se você gosta de séries de comédia, essa é uma ótima opção, apesar de possuir um humor meio bipolar, sendo pesado em alguns momentos e extremamente bobinho em outros. Mas, no geral, a série é muito legal. E segue o mesmo estilo de outras séries de humor consagradas, como How I Met Your Mother e Friends - porém, não ouso comparar com Friends, porque Friends é FRIENDS, por favor né. Apenas o estilo.

Motivos para se viciar: 

1- Nick e Jess <3
2- Zooey Deschanel, a fofura em forma de gente (sem recalque, Lidia).


4º Lugar: Reign



Fiquei muito em dúvida na hora de escolher entre colocar essa série em 3º ou em 4º lugar. Mas coloquei em 4º porque os escritores perderam um pouco do fio da meada. Mas, mesmo assim, me apeguei tanto que não consigo largar. E uma boa notícia: a série foi renovada pra terceira temporada!!! Só eu sei o quanto eu sofri achando que ia ser cancelada. E resta esperar que eles achem o foco novamente na próxima temporada e nos episódios que ainda restam nessa.

Motivos para se viciar:

1- Frary <3
2- Torrance Coombs lindo e maravilhoso
3- As selfies lindas e maravilhosas que o Torrance volta e meia posta em seu Instagram
4- Melhor Trilha Sonora entre todas as séries às quais eu já assisti, sem brincadeira!
5- Baseada (apenas baseada) em fatos reais


3º Lugar: Arrow





Amor profundo por essa série. Apesar de na primeira temporada ter demorado a engrenar (só começou a ficar mais empolgante no episódio 17, eu acho), quando engrenou foi >A< engrenada! A ponto de eu, que tinha demorado horrores para assistir aos 16 primeiros episódios, não conseguir mais parar até ver a season finale. E por falar em season finale, eu só recomendo que você assista a essa série se você não possuir nenhum problema cardio-respiratório, porque as season finale são daquelas de não te deixam respirar mesmo alguns minutos após o término do episódio, de tanta coisa que tem para ser absorvida, e que podem causar ataques cardíacos por causa de... Bem, também pela quantidade de coisas a serem absorvidas.

Motivos para se viciar:

1- 

#FelicityNosRepresenta

2- 


3- Casais lindos e com muita química
4- Mistura romance e ação de forma equilibrada



2º Lugar: Friends



Obviamente que eu não poderia deixar essa série de fora, né. Quem já acompanha o Top 10 a um certo tempo já pôde perceber que eu sou um pouco viciada em Friends. E não coloquei em primeiro simplesmente porque a série já foi finalizada, e um dos grandes prazeres da vida (SQN) é esperar pacientemente (Só que não MESMO) hiatus após hiatus para ver a continuação daquele episódio que terminou com um cliffhanger de dar nos nervos. E esse é um dos motivos pelos quais a série que eu escolhi para o primeiro lugar ser...


1° Lugar: Once Upon A Time



Também sou apaixonada e MUITO viciada por essa série (pois é, a situação é tão grave que não vou nem riscar o "muito"). E se você procura séries com hiatus gigantescos após episódios que terminam de forma desesperadora, assista OUAT (provavelmente ninguém procura, mas assista do mesmo jeito). A história pode até parecer bobinha, mas dê uma chance, porque eu juro que vale a pena. E, sério, sem exagero algum, tanto as midseason finale (hiatus de meio de temporada) quanto as season finale propriamente ditas terminam de forma chocante. Além disso, é uma série boa para espairecer após uma semana estressante, pois apesar de também ter suas cenas de ação, morte (mortes TOTALMENTE inesperadas, aliás) e suspense, pelo fato de apresentar uma visão moderna sobre os contos de fadas, nos traz uma sensação de familiaridade, por razão de os personagens serem velhos conhecidos da nossa infância. Porém, algo interessante também é que esses mesmos personagens não são abordados exatamente como nos contos de fadas originalmente conhecidos. Quem imaginaria que a Branca de Neve também teria um lado mais dark? Ou que a Rainha Má da Branca de Neve teria um lado bom? Mais inimaginável ainda: que a filha da Branca de Neve (pois é, ela tem uma filha) e o Capitão Gancho se apaixonariam (e formariam um dos casais mais lindos da atualidade das séries de TV)? Bem, no universo de Once Upon A Time tudo isso é possível.

~ Alerta: o fandom de OUAT solta spoilers com a mesma frequência com que respira. Portanto, se você não curtir spoilers, se mantenha o mais longe possível de QUALQUER hashtag que possa ter QUALQUER relação com a série, especialmente aos domingos à noite e segundas. ~

Motivos para se viciar:

1- Colin O'Donoghue.
2- Não acho que após o motivo 1 qualquer outro motivo seja necessário.
3- Calma, era brincadeira!
4- Captain Swan <3 (de certa forma, continua incluindo o Colin. Eu bem que avisei que tudo se resumia ao Colin).
5- A Evil Queen mais diva, maravilhosa e amada de todas as Evil Queens já feitas em qualquer adaptação de Branca de Neve. E, óbvio, a atriz que dá vida a ela: nossa Mama Regal, Lana Parrilla.
6- O elenco é puro amor
♡ tanto entre eles quanto com os fãs.
7- Os efeitos especiais são ma-ra-vi-lho-sos!!! Não, esse item é mentira. Se você resolver assistir, não é pelos efeitos especiais. SÉRIO.
8- Dizem que é uma série de família. Essa frase não poderia estar mais certa. Talvez não no sentido que vocês estão pensando, e sim pelo fato de nessa série todo mundo ser parente de todo mundo.
9- O simples fato de eu praticamente ter feito um Top 10 dentro do Top 10 não foi suficiente para lhe convencer???


Menção honrosa: Finding Carter


O tema do Top 10 é "séries para se viciar". Portanto, de forma alguma eu poderia deixar essa série de fora, mesmo que não inclusa no meu Top 5. Pelo simples motivo de eu e a minha irmã termos terminado toda a primeira temporada em 2 tardes. E a boa notícia é que a série é de 2014 e a primeira temporada tem apenas 15 episódios. É bem rapidinho de assistir. E a segunda temporada começa dia 31 de março, então dá pra assistir tudo em 2 tardes também (ou em uma madrugada, se você for um maratonista de séries dedicado à causa) e acompanhar a nova temporada.

Sobre as séries que eu escolhi:



SELO Colin O'Donoghue de Qualidade



Top 5 Séries para se viciar - Lucas

E aí, pessoas? Atendendo ao irrecusável convite de minha cara amiga Marcella, aqui está meu top 5 de séries de TV para se viciar:

5º Lugar: Teen Wolf




Talvez a mais adolescente da lista (não só pelo “teen” no nome), essa série é aquela do tipo que ao ver um mero pôster já causa suspeita. Depois de uma saturação do tema sobrenatural tanto no cinema quanto na televisão, uma série sobre lobisomens adolescentes pode parecer bem ridícula. Mas ao assistir, se percebe um roteiro surpreendentemente coeso e emocionante, uma trama intrincada e complexa, um elenco cheio de energia e uma quantidade não muito grande de episódios pode viciar o mais esperto dos telespectadores. Por mais preconceito que se tenha, não há dúvidas: vale a pena assistir. 

(Todos os episódios estão disponíveis na Netflix, dublados e legendados.)

“Be a werewolf. Not a teen Wolf.”

4º Lugar: How I Met Your Mother



Tida por muitos a cópia de “Friends” (que ironicamente é tida por muitos uma cópia de “Seinfield”), disputas de fandoms à parte, a série sobre as aventuras e desventuras amorosas de Ted Mosby e seus amigos em Nova York conquistou público, crítica, e o meu coração. Nunca uma série conseguiu ser tão surtada e ao mesmo tempo tão próxima da realidade, pelo menos para mim, até agora. Personagens inesquecíveis como Marshall, Lily, Barney e Robin não serão esquecidos. Em meio a risadas e lágrimas, a jornada do homem que narra aos seus filhos como conheceu a mãe deles é hilária, incrível e sua conclusão, que gerou certa polêmica, é dolorosamente incrível. Mas é a vida.

 (Todos os episódios, até a oitava temporada, estão disponíveis na Netflix, dublados e legendados.)

“Kids, I’m going to tell you an amazing story. The story of how I met your mother.”

3 º Lugar: The Flash




Sou um nerd, desculpa. Por ser um, é inevitável que eu goste de super-heróis. Eles andam muito em alta ultimamente, vide os arrasadores filmes da Marvel nos cinemas do mundo. Mas, a DC ainda resiste e, no mundo das séries de TV, não tem (ainda) quem consiga superá-la. O canal The CW, conhecido por “The Vampire Diaries”, “Gossip Girl” e “Smallville”, já havia criado um novo fenômeno em 2012 com a série “Arrow” (não é mesmo, Marcella?) e ano passado, estreou a série que hoje continua a quebrar recordes de audiência e logo passou de uma estreante para carro-chefe do canal: “The Flash”. Com um tom mais leve, porém não menos dramático que a série do Arqueiro Verde, o conto de Barry Allen e sua jornada para ser um dos heróis mais importantes já criados é épico, intenso, engraçado, e digno de um super-herói do porte do Flash. A série ainda está em sua primeira temporada, que promete terminar ainda mais tensa e grandiosa do que como começou.

“My name is Barry Allen. And I’m the fastest man alive.”

2º Lugar: Sherlock




É difícil lidar de formas diferentes com personagens conhecidos do grande público. Porém creio que nenhuma série tenha feito o que “Sherlock” fez. Com uma produção impecável da BBC, e atuações que só podem ser descritas como épicas pelas partes de Benedict Khan-Smaug-Alan-Turing-Doutor-Estranho Cumberbatch e Martin Bilbo Bolseiro Arthur Dent Freeman, os roteiros de Steven Moffat (uma encarnação da psicopatia muito, mas MUITO pior que George R. R. Martin), Mark Gatiss e Steven Thompson são ágeis, inteligentes, tensos e cheios de suspense. Os romances e contos de Sir Arthur Conan Doyle ganham uma roupagem moderna e de acordo com o século 21, porém sem perder a essência da época em que foram criados. Cada temporada (são no momento 3, com a 4a prevista para o início de 2016, e um especial de Natal para esse ano) possui somente três episódios de uma hora e meia, que conseguem o feito de não serem chatos em nenhum momento. Se existe algum adjetivo que pode chegar a descrever “Sherlock”, pode ser algo perto da perfeição. 

(Todos os episódios estão disponíveis na Netflix, dublados e legendados.)

“The game is on!”

Mesmo assim, existe uma série que, para mim, supera todas as anteriores. E essa é...

1º Lugar: Doctor Who




Tentei resistir ao impulso de não colocar esta série, mas não pude. É um eufemismo dizer que DW é minha série favorita. Posso afirmar que DW é a série em cujo mundo eu escolheria viver, sem problema algum. A mais longeva ficção-científica da televisão merece cada prêmio e admiração que recebe. Estreou em 1963, e foi cancelada em 1989, tentou um retorno em 1996 através de um telefilme (que falhou), até ser reformulada e lançada em 2005. Desde então, foram oito temporadas de sucesso que hoje pegam cada vez mais fãs pelo mundo todo. A trama é simples: O Doutor é um alienígena, vindo do planeta Gallifrey, lar da raça dos Senhores do Tempo, seres altamente inteligentes que possuem os segredos de viajar pelo tempo e pelo espaço, e também tem uma rara habilidade: perto de morrerem, todas as células de seus corpos explodem e depois, se regeneram, criando um novo ser, porém com todas as memórias de seu antigo “eu”. Assim, a série não se prende ao ator que interpreta o personagem principal, deixando tudo ainda mais interessante. Cansado de uma vida dedicada a meras observações e inércia perante aos perigos e maravilhas do Universo, o Doutor rouba uma TARDIS (Time and Relative Dimensions In Space), a máquina que permite aos Senhores do Tempo viajar pelas épocas e pelas galáxias, e se torna um renegado, partindo para dedicar sua vida a conhecer tudo o Universo –e consertar alguns problemas pelo caminho.
Mesmo assim, o que poderia ser uma trama clichê se torna cada vez mais incrível quando o Doutor vem para a Terra, e se apaixona por essa raça cheia de defeitos chamada Humanidade. A partir daí, cada episódio leva quem vê aos lugares mais imprevisíveis: seja em cinco bilhões de anos no futuro, para testemunhar a explosão do Sol; uma luta pela sobrevivência ao lado de William Shakespeare; fugindo das chamas do vulcão de Pompeia; tentando salvar a vida de Vincent Van Gogh ou testemunhando o fim do próprio tempo: nenhum seriado faz alguém gostar tanto de um personagem. O Doutor é um herói que se recusa a ser chamado assim, um
guerreiro cuja arma se encontra em sua inteligência, e um aventureiro que só abandona seus planos se vir uma criança chorando.
Assuntos como guerra, religião, família, amizade, destino e existência são abordados de formas corajosas e nem um pouco imaturas. Não se assuste com o número de temporadas: todos os episódios valem a pena (mesmo o piloto, “Rose”, sendo péssimo). Também não pense que “Doctor Who” é uma série infantil. Ela é bem mais que isso. Ela... é... absurdamente... incrível.
Preciso dizer mais?

(Todos os episódios, até a sétima temporada, estão disponíveis na Netflix, legendados.)

“Trust me, I’m the Doctor.”







Como não posso fazer bullying com nenhuma das séries selecionadas pelo Lucas (pelo menos não aqui):



SELO Colin O'Donoghue de Qualidade (?) pras séries do Lucas também! 


Se você teve paciência para ler esse Top 10 até o final, merece meus parabéns. Sim, o Lucas fala muito. E se você leu tudo MESMO, deixe uma sugestão de Top 10 e nós faremos, pois depois de ler tuuuudo isso, nada mais justo do que ganhar um prêmio por esse feito.



E até o próximo Top 10! 

Top 10: Melhores/Piores Casais de Once Upon a Time

Oi, gente. Top 10 na área! Semana passada eu estava viajando e no local não tinha internet, então não deu para postar.  





Hoje o tema do Top 10, e o próprio formato do mesmo, serão um pouco diferentes do usual.

Certo dia, estava eu conversando com a Lídia sobre shippers. E paramos para pensar que existe um fandom de uma série (do qual eu faço parte, por sinal) que shippa todos os personagens com TODOS os personagens, até com o vento, se brincar. E essa série é... Once Upon a Time, claro! Confesso que também escolhi esse tema para essa semana porque OUAT volta no próximo domingo, finalmente, e eu mal consigo conter minha alegria por isso. E, como a abrangência do número de ships é IMENSA, vou fazer o Top 10 de hoje dividido em dois Top 5: Top 5 casais que deveriam acontecer/tem muita química e Top 5 casais que... NÃO, apenas... NÃO! 

Observação: O Top 5 piores casais está ordenado do menos pior (5º lugar) para o pior de todos (1º lugar).


5º Lugar Negativo: Archie e Regina





Não tenho nada de muito absurdo a dizer contra esse casal, como tenho contra os outros do Top 5. Só acho que a Regina, diva como é, é MUITA areia pro caminhãozinho do Archie sem sal, apenas isso.

4º Lugar Negativo: Rumplestiltskin e Zelena 


Não vou falar nada, apenas "apreciem" essa imagem:




Ps: a Zelena foi aprendiz do Rumple e eles se pegaram. A Cora também foi aprendiz dele e eles também se pegaram. Agora um lembrete perturbador: a Cora é mãe da Zelena...

3º Lugar Negativo: Regina e Greg Mendell




Primeiramente, a Regina e ele se conheceram quando ele era criança e ela já tinha uns 20 e tantos anos de vida na floresta encantada, mais uns 10 de maldição, dando alguma idade na casa dos 30, e ele uns 10 anos, na época. E se reencontraram quando ele virou um dos minions do Pan, porém já adulto. E apesar de ele a ter torturado (literalmente), o povo continuou shippando do mesmo jeito (50 Tons de Cinza Feelings).

2º Lugar Negativo: Emma e Rumplestiltskin





Não consigo nem imaginar esse casal. Mas, aparentemente, boa parte do fandom sim. Existem inúmeras fanfics no fanfiction.com e mais sei lá quantas no Nyah! envolvendo eles dois como casal principal. E, caso realmente acontecesse algo entre eles, a Emma teria passado a vassourinha em todos os homens conhecidos da vida da Milah. Primeiro o Bae/Neal, depois o Hook (<3 <3 <3) e agora o Rumple??? Não, assim não tem condições. 

1º Lugar Negativo: Ruby e Pongo 





Preciso realmente comentar??? Já vi diversas pessoas shippando a Ruby com o Pongo. Não sei se era brincadeira - sinceramente espero que fosse - ou não. E tudo pelo simples fato de ela ser um lobinho nas horas vagas e ele um cachorro (????????????).


5º Lugar Positivo: Henry e Grace/Paige




Viva o amor juvenil! Existem muuuuuitas fanfics envolvendo eles dois como casal. E olhem que lindo! A mãe fictícia do Henry e o pai fictício da Grace/Paige namoraram na vida real. Tá tudo em família! E, inclusive, existe uma fanfic no Nyah! em que tanto a Emma e o Jefferson quanto a Grace e o Henry namoram. Só eu que acho que tá na hora de o Henry desencalhar? 


Eu me voluntario como possível namorada dele!!!


4º Lugar Positivo: Ruby e Hook




"E eu pensei que isso (a gelatina) fosse uma alucinação"
"Mas você é bem real, não é?"


Em primeiro lugar, gostaria de dizer que esse casal não pode acontecer de jeito nenhum, porque O HOOK É DA EMMA e meu!!! Mas, não se pode negar que eles fariam um casal lindo. Em uma cena excluída da segunda temporada, ele até dá em cima da Ruby (e a Emma fica irritadinha *-*). Se eu não gostasse tanto de CaptainSwan, quem sabe não shippasse...

3º Lugar Positivo: Ruby e Charming 




Calma, calma, calma. Não me matem. Shippo muito a Snow com o Charming e coloquei esse "casal" aqui apenas porque a química entre eles é incrível. Especialmente no episódio 2x07, "Child of the Moon". A Snow estava na Floresta Encantada com a Emma, e a Ruby, além de virar o novo braço direito do Charming nesse período, teve alguns probleminhas com o seu lobinho interior em Storybrooke. E quem a ajudou? Charming! E tem também a cena em que eles fogem no cavalo do Charming para procurar a Snow na Floresta Encantada, ainda durante a 1ª temporada. Impossível não shippar nem que seja um pouquinho nessa cena. Tá bom, confesso que shippei eles, mesmo que bem pouquinho, por boa parte da temporada 2A. Tentei me controlar, mas não deu. 

2º Lugar Positivo: MadSwan







Primeiramente, gostaria de dizer que a química entre esse casal era facilmente explicada pelo fato de eles namorarem na vida real. Na série, infelizmente, nada aconteceu. Mas, é como eu vi em algum outro blog um dia desses: porque os roteiristas colocariam os dois se agarrando na tv se eles podem fazer isso na casa da moça? Poderiam, no caso, pois eles não estão mais juntos nem na vida real ):


Primeiríssimo Lugar: Marian e Hans






Casal perfeitoooo! Ambos já viraram picolé, ambos são malas e seu único papel na série é atrapalhar o andamento da história. Além de que, se a Marian ficar com o Hans, o Robin e a Regina podem ficar juntos livremente. Por favor, né, gente. Tá pra nascer casal melhor do que esse. Obs: a química entre eles é tão grande que nunca contracenaram juntos porém já possuem um fandom maior do que o do Robin com a Marian. Não que isso seja muito difícil.


E aí, você tem mais algum casal para acrescentar em alguma das duas listas? Se sim, deixe nos comentários!

Séries de TV #06: A to Z - um retrato delicioso do amor nos tempos modernos


Título Original: A to Z
Ano: 2014-2015
Duração de cada episódio: entre 21 e 25 minutos
Criador da série: Ben Queen
Emissora: NBC-EUA
Frase que resume a série: um pouco de destino não faz mal a ninguém.

Olá, pessoas! Lucas de volta. Aproveitando a Semana Temática, trago uma série bem romântica, que lembra uma mistura de 500 Dias com Ela com a finada How I Met Your Mother, chamada A to Z.

Na trama, Andrew Lofland (Ben Feldman) é um homem macho, que gosta de esportes e filmes do Liam Neeson. Porém, ele possui um lado romântico, que vem de sua infância desde a morte da mãe. Ele trabalha em uma empresa de namoro online, a Wallflower, e gosta de juntar casais e fazê-los felizes. Porém ele ainda está sozinho. Já Zelda Vasco (Cristin Milioti) é uma garota bem feminina, que gosta de festas com temas e pedicure. Ela é uma respeitada advogada na empresa onde trabalha, e por não ter exemplos de relacionamento quando crescia, ela não é muito chegada a namoros, e então, ela também está sozinha.

Quando os dois se conhecem, a narradora já avisa: o namoro já tem data para acabar. Porém, esse é o grande mistério da série: o que isso significa? Que eles vão terminar? Que vão iniciar o noivado? A partir de uma contagem regressiva, que aparece em todo episódio, o mistério do relacionamento de Andrew e Zelda vai sendo desvendado, à medida que ambos vão evoluindo em sua relação de forma cada vez mais madura.

Para começar, é uma crueldade minha indicar essa série para ser assistida, pelo simples fato de ela ter sido cancelada. Isso mesmo, tecnicamente, ela não tem um final. Pode até ser sacanagem minha fazer isso com quem lê, mas a verdade é que A to Z merece ser conferida. Seus 13 episódios conseguem ser engraçados, emocionantes e em certos pontos até mesmo reflexivos. Temas como amizade, família, morte e até mesmo ética no trabalho são discutidos da forma mais hilariante possível, graças tanto ao casal principal quanto ao grupo de coadjuvantes mais engraçado desde Marshall e Lily: o nerd tresloucado, melhor amigo de Andrew e quase um mentiroso compulsivo, Stu (Henry Zebrowski) e Stephie (Lenora Crichlow), a melhor amiga britânica de Zelda, que vive à caça de um homem para chamar de seu.

Outros também merecem atenção, como a chefe maníaca de Andrew, Lydia "Garibalda" (Christina Kirk) e o casal-que-não-é-mais-casal-mas-na-verdade-é, Dinesh (Parvesh Cheena) e Lora (Hong Chau), mas são os quatro principais que ficam com os holofotes. Mas, o brilho pertence ao casal principal: Zeldrew.

Não sei o que disser sobre Cristin Milioti, a não ser muito amor. Eu já a conhecia desde seu ano em How I Met Your Mother, e também de seus musicais na Broadway (sim, ela fazia BROADWAY!). Ela é simplesmente incrível. Por mais que sua atuação tenha sido marcante em HIMYM, nunca mais a verei senão como Zelda. Ela incorporou a personagem e é uma pena que o público americano também não tenha se apaixonado por ela como eu.

Ben Feldman é o cara, em muitos aspectos. Ele representa tudo aquilo que todo homem pensa em um relacionamento. Ainda que pareça muito sonhador ao acreditar na "Mulher Certa", ele mostra toda a insegurança e as necessidades de um homem dentro de uma relação. Um retrato que consegue ser realista e ao mesmo tempo que funciona no mundo da ficção.

Não poderia deixar de citar a narradora, cuja voz pertence à atriz Katey Segal. Sua narração é adorável e contida, aparecendo somente em momentos chave da história. É um recurso que, por não ser tão utilizado, acaba sendo delicioso de ver (e ouvir).

A série começa com um A, "A is for Acquaintances", porém termina no M, no episódio 13, "M is for Meant to Be". Ao longo da curta jornada de Andrew e Zelda, eu realmente me peguei refletindo: existe destino? A pergunta cabe a quem assiste responder. Eu só posso dizer que a jornada vai valer a pena. Muito.

Séries de TV #03: O inverno está chegando na série "Game of Thrones"


Título Original: Game of Thrones
Ano: 2011-(sabe Deus até quando)
Duração de cada episódio: entre 50 e 60 minutos
Criadores da série: David Benioff e D.B.Weiss
Emissora: HBO-EUA/HBO-BRASIL
Frase que resume a série: não se apegue a ninguém.

Olá, pessoas! Lucas aqui. Hoje minha coluna sobre séries vai atingir um patamar épico. Falarei hoje sobre uma das minhas séries favoritas, Game of Thrones.

Winter is coming...


GoT se baseia nas múltiplas histórias dos livros da série As Crônicas de Gelo e Fogo, escrita por George R.R. Martin, publicada aqui pela Editora Leya. Se passando nos Sete Reinos de Westeros, onde "verões duram décadas e os invernos uma vida inteira", Game of Thrones mostra as violentas lutas dinásticas entre as famílias nobres para ter o controle do Trono de Ferro de Westeros. Enquanto isso, nas regiões desconhecidas ao norte da Muralha que protege os Reinos de ameaças sobrenaturais e nos continentes ao leste, uma jovem luta para trazer de volta a honra de sua família, e contará com a ajuda de seres lendários para alcançar seu objetivo, ao mesmo tempo em que criaturas nem vivas e nem mortas surgem para trazer caos e marcar o início do maior inverno de todos.

Porque a série é legal?

Caso você more em uma caverna ou viva em universo paralelo onde não existe um conceito de "legal" (viajei agora, #dorgas), deve saber agora que a base da cultura nerd se encontra no mundo medieval, com cavaleiros, bruxas, magia e dragões. Pense em RPG e vai entender meu ponto de vista. E Game of Thrones tem tudo isso e muito mais, além de ser super bem produzida pela HBO, com o piloto mais caro da história (10 MILHÕES SÓ NO PRIMEIRO EPISÓDIO), conta com um roteiro incrivelmente bem escrito. É possível se manter preso na tela em um episódio de GoT quando a ação se concentra somente no diálogo dos personagens. Também não se usa muita computação gráfica, mas quando é usada, é quase impossível distinguir da realidade. As cenas violentas e de morte são muito bem feitas, usando efeitos práticos que dão à série um alto grau de realismo.

Cada cena de Game of Thrones é arquitetada meticulosamente, mas sem parecer superficial. Os atores são magníficos, com destaque para Peter Dinklage, com seu Tyrion, papel que lhe rendeu o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, e Emilia Clarke, com sua Daenerys, que na terceira temporada mostrou que é a grande estrela da série.

Katniss aprova sua atitude, Dany!
Ponto não tão legal

Ironicamente, o defeito de GoT não se encontra na série em si, mas em seus spoilers. O autor dos livros, George R. R. Martin, é um psicopata literário de carteirinha, e a série é bem fiel aos livros (diferente de uma certa The Vampire Diaries, que apesar de muito boa, não tem mais NADA a ver com os livros em que é "baseada"). Ou seja, para quem quer ver a série sem spoiler, o conselho é se isolar do mundo durante uma semana, ver todas as atuais quatro temporadas - a quarta já acabou, a quinta só em 2015,  #sofrendo- e depois entrar na internet, porque Meu Deus, GoT tem mais spoilers do que qualquer outra série que eu já vi.

Episódios importantes


Que episódios importantes? ESTA SÉRIE É PERFEITA. Veja TODOS OS EPISÓDIOS.

Para aqueles que viam a Band nas madrugadas de sábado...

Além de violência, GoT contém cenas +18 no sentido sexual. Felizmente, elas não são o foco do série, o que não significa que elas não sejam de alto cunho libidinoso. Espero que quem resolva assistir a Game of Thrones seja porque gosta da história, e não porque... bem, vamos pular essa parte.

Razão fundamental para assistir

Uma palavra, que quem já viu a terceira temporada vai entender: DRACARYS.


NOTA: 5 Estrelas

Divulgado o Título do Terceiro Livro da Série Divergent


(Capa não oficial)

Foi publicado essa semana que o título do terceiro e último volume da Série Divergent será Allegiant. Muitas pessoas ficaram decepcionadas(Como eu) pois estavam esperando o nome Convergent. O título tem previsão de chegada nas lojas americanas apenas em Outubro, porém o segundo livro, Insurgente, foi lançado sábado passado no Brasil.

Séries de TV #02: O apocalipse na visão da série "The Walking Dead"


Título Original: The Walking Dead
Ano: 2010-(sabe Deus até quando)
Duração de cada episódio: entre 45 a 60 minutos
Criador da série: Frank Darabont
Emissora: AMC-EUA/FOX-BRASIL
Frase que resume a série: não é só uma série de zumbis.

Olá, pessoas! É o Lucas aqui. Achei mais um tempo livre e resolvi utilizá-lo para falar mais uma vez sobre as séries que eu gosto muito e agora trago um outro vício em série que me deixa sempre viciado, obcecado, louco  empolgado (é só ver as múltiplas vezes em que eu cito essa série em minhas resenhas) e que se chama The Walking Dead.

Don't open, dead inside



A série é baseada nos quadrinhos criados por Robert Kirkman e Tony Moore e se centra no xerife Rick Grimes (Andrew Lincoln), um policial de uma cidadezinha do Kentucky chamada Cynthiana, que após levar um tiro, entra em um longo coma. Quando ele acorda, se descobre em um mundo dominado por mortos-vivos. Rick logo se une a um grupo de sobreviventes, mas seu foco está somente em tentar encontrar sua mulher, Lori (Sarah Wayne Callies) e seu filho, Carl (Chandler Riggs). Porém, a tarefa não será nada fácil, afinal, o mundo não é mais o mesmo e logo Rick vai perceber que os mortos podem não ser o pior dos perigos...

Porque a série é legal?

Primeiro: uma série na TV com zumbis. Quer coisa mais pop e legal que essa?

A série também tem excelentes atuações, além de uma maquiagem perfeita e efeitos especiais realistas e convincentes, sem falar que os zumbis são zumbis. A série também tem muita ação e uma crítica social pungente ao mundo moderno e mostra a quais extremos o comportamento humano pode chegar, sem falar nos fortes dramas pessoais dos personagens, nas constantes reviravoltas e nos terríveis (no bom sentido) cliffhangers que sempre me deixam de queixo caído. Sem falar nas indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro de Melhor Série Dramática.


Ponto não tão legal

The Walking Dead é uma série de extremos, infelizmente. Isso significa que, se não tem episódios muito bons, tem episódios muito chatos. Felizmente, a série nem tem muitos haters. Afinal, quem consegue odiar uma série com zumbis?

Episódios importantes

Recomendo que você, caro ou cara leitor (a), veja todos os episódios das temporadas (atualmente TWD encerrou sua terceira temporada e iniciará a quarta em outubro). Raro eu recomendar isso, mas leve em consideração minha... consideração.

Razão fundamental para assistir

A MICHONNE NA SEASON 3. Ela vale a espera!


NOTA: 5 Estrelas (apesar da finale da Season 3 ter sido horrorosa).
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