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Resenha #120: Sábado à Noite, da autora Babi Dewet

Nome: Sábado à Noite
Autora: Babi Dewet
Editora: Generale
Nota: 4,5 Estrelas


Amanda é popular na escola e os amigos do seu amigo de infância são considerados os ‘marotos’ do pedaço por desrespeitarem as regras. Tudo ao seu redor acaba desmoronando quando um amor mal resolvido volta à tona e a sua amizade é posta em prova. Se não bastasse, seu diretor resolve dar bailes aos sábados e uma misteriosa banda mascarada foi convocada pra tocar. Mas suas letras dizem tanto sobre ela… Afinal, quem são esses mascarados de Sábado à Noite?

Essa é uma história complicada. Uma história sobre amor e amizade. Uma história sobre jovens descobrindo seu papel no mundo. É o primeiro livro de uma trilogia cheia de amor - e música.




Resenha:

Olá, pessoas! Na resenha de hoje, cumprindo minhas obrigações com a Semana Temática, vou ter a resenha de um livro muito, mas muito legal (e brasileiro!) que tem como centro a música.

Amanda é aquela it girl popular de cidade pequena que, no passado, fora apaixonada pelo hoje renegado Daniel Marques. Ele é o melhor amigo de seu melhor amigo, Bruno, de quem anda meio afastada devido ao seu status social. Quando o diretor de seu colégio decide dar bailes nos sábados à noite, e uma misteriosa banda mascarada começa a cantar canções que tocam no fundo da alma de Amanda, a garota percebe que terá que encarar seu passado de frente se quiser encontrar o amor - e quem sabe, a si mesma.

Amo esses livros por diversas razões, seja pelas referências nerds que a autora insiste em colocar (e que são por sinal brilhantes) ou pelo fato de ser uma história realista, que realmente te convence do que está acontecendo, mesmo sendo em um livro.

Sem falar dos incríveis personagens, sejam eles hilários (Kevin é um dos personagens mais ácidos da literatura YA, sem mais) como Rafael, ou muitas vezes "tapa-na-cara" (a relação de Daniel com seus pais é emocionalmente dolorosa), como Carol e suas atitudes.

Daniel é um personagem também muito bem construído, e o modo como a narrativa se foca, não exclusivamente (ainda bem), mas principalmente, nele e em Amanda, é de dar parabéns a autora. E olha que "Sábado à Noite" era uma fanfic da banda McFly, provando que nem toda fanfic precisa apelar ou plagiar descaradamente outra saga para ser um sucesso (*cof cof* Cinquenta Tons *cof cof*).

Já Amanda, bem... ela é a personagem que eu menos gosto, mesmo ela sendo "a principal" (isso muda de figura no terceiro e último livro da série), porque eu achei ela, com o perdão da palavra, burra. Sim, ela fica fazendo "Hã?" praticamente o livro inteiro e isso me irritou um pouco, especialmente por ela ter potencial de ser alguém tão independente quando Katniss Everdeen. Porém, como esse é o primeiro livro de uma trilogia, muitas águas rolam depois do fim da história.

O final do livro é particularmente uma ousada mistura de previsível com surpreendente. Se por um lado ele termina de um jeito que estava na cara que ia terminar desde o primeiro capítulo, por outro lado ele também mostra que não é bem assim e que a história está longe de terminar. Não espere um romance ao estilo Nicholas Sparks: aqui, o Troy não fica necessariamente com a Gabriella.

As músicas do livro são bem escritas, e muitas delas podem ser ouvidas no site da autora. Elas são basicamente os sentimentos dos personagens definidos. Uma em particular, "A menina", pode muito bem ser usada para os românticos de plantão.

Enfim, não perca uma das melhores literaturas YA brasileiras que tive o prazer de ler. Garanto que não irá se arrepender.

Resenha #115: Cemitérios de Dragões, do autor Raphael Draccon

Nome: Série Legado Ranger - Volume Um: Cemitérios de Dragões
Autor: Raphael Draccon
Editora: Rocco (pelo selo Fantástica)
Nota: 3,5 Estrelas
Compre: Saraiva - Submarino - Livraria Cultura

Um soldado de elite do exército americano desaparecido em uma missão no Afeganistão. Uma africana guerrilheira crescida em meio a conflitos étnicos de Ruanda.Uma garçonete irlandesa praticante de artes marciais mistas. Um hacker brasileiro descendente de orientais. Um dublê francês mestre em Parkour. Cinco realidades distintas. Um fenômeno desconhecido faz cinco pessoas, sem qualquer conexão e espalhadas pelo planeta Terra, acordarem em diferentes regiões de uma realidade devastada por um império de reptilianos e assolada pela escravidão. Os cinco iniciam uma jornada em busca de respostas para sobreviverem no centro de uma guerra envolvendo criaturas fantásticas e demônios dispostos a invocar perigosos seres abissais para servirem a seus propósitos. Porém uma entidade pretende conectar o destino dos cinco humanos e armá-los com uma tecnologia construída à base de metal-vivo, magia e sangue de dragões. Uma tecnologia jamais vista naquela ou em qualquer outra dimensão, capaz de gerar heróis de metal. Batalhas empolgantes, romance e magia. Esse é o universo épico de Cemitérios de Dragões, inspirado em uma visão adulta e sombria das antigas séries Tokusatsu, como Jaspion, Changeman, Flashman, Ultraman e tantas outras, que marcaram a infância de toda uma geração.

Resenha:

Olá, pessoas! Lucas aqui outra vez. Hoje a resenha é de um livro de um autor brasileiro, é o primeiro de uma trilogia (eu acho) chamada Legado Ranger, cujo primeiro livro se chama "Cemitérios de Dragões".

O leitor não tem tempo de respirar, pois logo se é jogado dentro da trama. Logo nos primeiros capítulos, escravizado dentro de minas exploratórias, o soldado americano Derek tenta entender o que está acontecendo. Ao mesmo tempo, Amber, uma garçonete irlandesa, tenta escapar de seu jugo mortal. Longe dali, em uma cidade murada, monges capazes de se transformarem em mistos de homem e leão depositam sua confiança em Ashanti, uma jovem africana. Em outro vilarejo o francês Romain e o brasileiro Daniel se encontram reféns de um crime que não cometeram. Em meio a tudo isso, demônios planejam avançar os domínios do Inferno e criar um evento que promete destruir as barreiras entre as dimensões, enquanto que uma entidade une os destinos dos cinco humanos para juntos, usarem armaduras de metal-vivo e sangue de dragões e salvar o que resta de um mundo aparentemente condenado.

Eu nunca havia lido nada de Raphael Draccon, nem mesmo sua elogiada trilogia Dragões de Éter. Porém, tenho uma certa gratidão por ter sido ele um dos grandes responsáveis por ter trazido as obras de George R. R. Martin para o Brasil. Fui fisgado pela história meio surtada e por uma capa absurdamente bela.

Ainda que isso não seja suficiente para o livro ser muito bom.

Calma. O livro não é ruim. Na verdade é bem legal. O problema é que demora a engrenar. Apesar das primeiras cem páginas serem cheias de ação, elas possuem muitos arcos paralelos que envolvem tanto os cinco protagonistas quanto os vilões. O romance que se desenvolve do arco da garota africana é ensosso e por demais súbito, sem falar da profecia mais estranha já criada. As sensações que ficam é: que não se trata de uma história conjunta, e sim de contos que se passam em um mesmo universo; e que não há tempo suficiente para um amor supostamente tão forte nascer. Tipo, em menos de um dia, a mulher extremamente forte e decidida se rende ao amor de um jovem culto destinado a ser um salvador de seu povo? O que é isso, Disney?

Já o arco de Derek consegue ser mais legal, pelo fato de ser mais bem construído. A adição de Amber na história também ajuda muito, e é a história dele que acaba interligando todas as outras. O arco mais divertido acaba sendo o de Daniel e Romain, um por ser nerd hardcore e o outro, um medroso desbocado, que apesar de caricato, possuir uma personalidade bem divertida.

O autor também abusa (e muito) de frases de efeito, do tipo "Os destinos de todos eles logo seriam entrelaçados", "O amor vence qualquer batalha", "A verdadeira amizade é forjada em lágrimas", o que muitas vezes tira o impacto de cenas ditas emocionantes. Sem falar é claro, de gritos de batalha do tipo "Dragões, atacar!", somando a certas pequenas coisas que às vezes tornam a história menos original e mais parecida como uma versão +18 de um episódio de Power Rangers. A demora para os protagonistas se encontrarem, apesar de plausível, é muito enfadonha. Para se ter uma ideia, o livro tem praticamente 350 páginas, e eles se encontram na página 290, e em menos de 20 páginas já são uma equipe pronta para salvar o universo. Tipo, QUÊ?

Mesmo com todos esses erros, o livro tem suas qualidades. As cenas de ação são o ponto alto, descritas de modo objetivo e realmente empolgante. O visual e a cultura das inúmeras criaturas e dos povos que habitam essa dimensão nova são bem estruturados e com uma vibe bem criativa. O design das armaduras já citadas na sinopse são bem legais, e as últimas 50 páginas são extremamente bem movimentadas, especialmente os Capítulos 37 e 38, que são o ápice da história. A deixa para a continuação também é bem inteligente, e empolga mais do que uma boa parte do livro.

Resumindo: "Cemitérios de Dragões" é um bom livro, mas poderia ser melhor desenvolvido. O universo criado por Draccon é rico e promete render ainda mais. No aguardo.

PS: Um dos demônios mais ameaçadores é uma bruxa chamada Ravenna. Se isso não foi uma referência a Jovens Titãs, honestamente...

Resenha #101: Fim, da autora Fernanda Torres

FimNome: Fim
Autor: Fernanda Torres
Editora: Companhia das Letras
Nota: 4 Estrelas
Compre: Saraiva - Submarino - Livraria Cultura - Companhia das Letras

O público brasileiro acostumou-se a ver Fernanda Torres no cinema, no teatro ou na televisão .Com 'Fim', seu primeiro romance, ela consolida sua transição para o universo das letras. O livro focaliza a história de um grupo de cinco amigos cariocas. Eles rememoram as passagens marcantes de suas vidas - festas, casamentos, separações, manias, inibições, arrependimentos. Álvaro vive sozinho, passa o tempo de médico em médico e não suporta a ex-mulher. Sílvio é um junkie que não larga os excessos de droga e sexo nem na velhice. Ribeiro é um rato de praia atlético que ganhou sobrevida sexual com o Viagra. Neto é o careta da turma, marido fiel até os últimos dias. E Ciro, o Don Juan invejado por todos - mas o primeiro a morrer, abatido por um câncer. São figuras muito diferentes, mas que partilham não apenas o fato de estar no extremo da vida, como também a limitação de horizontes. Sucesso na carreira, realização pessoal e serenidade estão fora de questão - ninguém parece ser capaz de colher, no fim das contas, mais do que um inventário de frustrações. Ao redor deles pairam mulheres neuróticas, amargas, sedutoras, desencanadas, descartadas, conformadas. Paira também um padre em crise com a própria vocação e um séquito de tipos cariocas. Há graça, sexo, sol e praia nas páginas de 'Fim'. Mas elas também são cheias de resignação e cobertas por uma tinta de melancolia.

Resenha

Oi pessoal, tudo bem? 

A resenha de hoje é sobre o livro Fim da atriz e autora Fernanda Torres. Primeiramente, gostaria de falar que nunca tinha ouvido falar desse livro até o dia do meu aniversário quando ganhei de presente. Então logo peguei pra ler e parei por uns 6 meses, retornando só agora. Não sei se foi isso que me deixou tão desanimado em continuar a história ou pelo fato de ter me confundido em diversas partes e ter tido que voltar pra tentar entender direito. 

Bom, a história se passa no Rio de Janeiro e conta a vida e morte de 5 amigos: Álvaro, Sílvio, Ribeiro, Neto e Ciro. Todos embalados pela juventude e pensamento que serão pra sempre, usando e abusando dos prazeres que a vida tem a oferecer, com muitas traições, reconciliações, sexo, e uso de drogas. 

“Só se ama aquilo que não tem” 

O interessante do livro é quando você começa um capítulo, ele mostra a data de nascimento e morte do narrador, fazendo a trama se desenrolar por aí, além de mostrar o ponto de vista de várias pessoas envolvidas com a personagem, criando um leque ainda mais abrangente sobre como eram as personalidades dos amigos. 

O livro não tem nada surpreendente. É um romance simples, mas com conteúdo. A autora resolveu usar um estilo de escrita bem inovador, assemelhando-se muito com Saramago, pois durante um simples parágrafo é perceptível traços de pensamento, conversa e narração. Por isso aconselho ter um pouco de paciência e calma para aqueles que decidirem ler essa obra. Como livro de estreia, Fernanda Torres está de parabéns.

Resenha #81: Herdeiros de Atlântida

Nome: Filhos do Éden - Livro Um - Herdeiros de Atlântida
Autor: Eduardo Spohr
Editora: Verus

Há uma guerra no céu. O confronto civil entre o arcanjo Miguel e as tropas revolucionárias de seu irmão, Gabriel, devasta as sete camadas do paraíso. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante. Enquanto os querubins se enfrentam num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma capitã dos exércitos rebeldes, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano que, se concluído, reverterá o equilíbrio de forças no céu e ameaçará toda vida humana na terra. Ao lado de Denyel, um ex-espião em busca de anistia, os celestiais partirão em uma jornada através de cidades, selvas e mares, enfrentarão demônios e deuses, numa trilha que os levará às ruínas da maior nação terrena anterior ao dilúvio – o reino perdido de Atlântida. Herdeiros de Atlântida é o primeiro livro da série Filhos do Éden, ambientado no mesmo mundo do best-seller anterior de Spohr, A Batalha do Apocalipse.

Resenha:

Olá, pessoas! É o Lucas. Hoje estou bem ativo, então vocês vão ter meio que uma maratona de mim (Kkkkk). Trago a resenha de um dos livros de um dos meus autores brasileiros favoritos, Eduardo Spohr, do primeiro livro da série Filhos do Éden, Herdeiros de Atlântida.

A trama se passa nos dias de hoje, poucos anos antes dos eventos de A Batalha do Apocalipse. Como o próprio livro -e o autor- explicam, Herdeiros não é uma continuação de A Batalha. A história de Ablon e Shamira acabou ali, mas o "Spohrverso" continua ali. É muito legal ler de novo sobre universos paralelos, anjos, demônios, magia, Deus e o Diabo em um único livro. E é aí que está o problema.

Veja bem, eu gostei de A Batalha, e olha que eu sou evangélico. Gostei da história do livro, gostei da homenagem ao universo nerd.

Mas o problema com Herdeiros de Atlântida é que ele não parece um livro. Ele parece um roteiro de um filme (bem rápido, por sinal). O livro é legal, mas honestamente eu achei muitos dos personagens genéricos. O renegado beberrão à procura de redenção, a protagonista que desconhece seu verdadeiro poder, o guerreiro fiel e valente, e o pacifista que defende os fracos e sempre está ali para ajudar. Tem o vilão quase indestrutível, a capanga estilosa, os capangas menores. Tudo parece seguir a velha fórmula de livros de aventura. Onde está o frescor do livro anterior? Onde está a profundidade dos personagens? Onde está a alma da coisa?

Felizmente, a escrita ácida e os diálogos inteligentes estão lá. Apesar da superficialidade, não é possível não se apegar aos personagens e torcer pela vitória deles. Sem falar que temos mais do conceito de mundos alternativos, espíritos e magia se relacionando com o universo da Bíblia (o que, na minha opinião, continua a ser completamente bizarro, mas, poxa, isso é um livro de ficção, então, dá para dar um desconto).

O final também supera o de A Batalha, sendo emocionante o suficiente para deixar o (a) leitor (a) ansioso (a) pela continuação, Anjos da Morte.

Em resumo, pode não ser o melhor trabalho de Eduardo Spohr, mas é bom o suficiente para ser um dos bons.

NOTA: 4 Estrelas

PS: Uma música em especial mencionada várias vezes pelo livro vai ficar na sua cabeça e ter outro significado (por sinal, bem sombrio) depois da leitura. Olha o link aqui!

PS 2: Também vou usar a partir de agora quando eu ler um livro nacional a Tag Eu Leio Brasil \0/. Ok?

Resenha #80: O Mistério da Casa na Praia

O mistério da casa na praiaNome: O Mistério da Casa na Praia
Autor: Nádia São Paulo
Editora: Novo Século

Realidade, ou loucura? Morte acidental, ou homicídio? Que mistérios envolvem a casa onde Elizabete e sua família, irão morar? Essa é a história de Elizabete, seu marido Eduardo e a única filha do casal, a adolescente Ana Julia. Uma família muito divertida e bem-humorada, que está de mudança para Guarapari. Um belo balneário situado no estado do Espírito Santo. Acostumados com uma vida de mudanças, eles adoram imaginar como será a nova casa, quem serão os novos amigos, vizinhos, e o que o destino lhes reserva... Enfim, divertem-se imaginando o que virá pela frente. Mas, infelizmente, desta vez a aventura não será tão agradável como de costume. Eles farão parte de uma trama sobrenatural, cheia de suspense e aparições, onde terão que desvendar um grande mistério envolvendo a casa onde irão morar.Todo esse mistério acabará colocando em risco o bom relacionamento da família, a sanidade mental de Elizabete e a vida da jovem Ana Julia. 


Resenha

Oi pessoal, tudo bem?

A resenha de hoje é do livro nacional O Mistério da Casa na Praia da autora Nádia São Paulo. Eu ganhei esse livro de uma promoção e como era bem pequeno, li em dois dias. A partir de hoje vou marcar os livros nacionais com a Tag Eu Leio Brasil \0/.

A estória começa quando a família de Elizabete - Ana Júlia e Eduardo - resolve alugar uma casa na praia, que se localiza no interior de Espírito Santo. A vida deles está uma maravilha até que a mulher começa a ter estranhas visões com uma menina, além de sentir uma constante sensação pela morada.

Tudo isso acontece pelo fato de uma menina ter morrido na praia da frente. O que os pais dela souberam foi que houve um afogamento e infelizmente acabou batendo a cabeça nas rochas. Mas será que foi só isso mesmo que aconteceu naquela noite? 

Elizabete fica mais desesperada para descobrir tudo depois que o filho da emprega, Leonardo, no qual não só voltou para cidade como inicia um relacionamento com sua filha e teve um namoro com a morta. Qual será a conexão entre os dois? Todos estão pensando que ela está ficando psicótica e querem interná-la em uma clínica. Agora precisa correr contra o tempo antes que algo pior afete sua família nem tão feliz. 

Esse livro me deu um pouco de raiva, principalmente pelo final. Não que foi ruim, mas porque não descobrir   
o mistério. Porém algo me desagradou extremamente; a construção dos personagens. Eles eram muito bobinhos, fáceis de enganar, ingênuos e muito sentimentais. Tipo MUITO sentimentais. Acho que em todos os capítulos eles diziam que se amavam e eram uma família feliz. Houve um  momento no qual gritei para a página: EU JÁ SEI QUE VOCÊS SE AMAM!!! Espero em breve ler outras obras da autora e resolva o problema.

Nota: 3,5 Estrelas

Deixe nos comentários alguma dica de leitura e o que achou da resenha. Obrigado.
        

Resenha: A Batalha do Apocalipse

Nome: A Batalha do Apocalipse
Autor: Eduardo Spohr
Editora: Verus

"Não há na literatura em língua portuguesa conhecida nada que se pareça com A Batalha do Apocalipse." -José Louzeiro, escritor e roteirista.

Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados, Ablon, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedom o embate final entre o Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. "A Batalha do Apocalipse" não é apenas uma viagem pela história humana, mas é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heroicas, magia, romance e suspense.

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